Guia Log

anuncie aqui viu.gif (17726 bytes)

PDM

                                                    
                             
                 Notícias Importantes

Em setembro terá curso aberto de PDM/PDS em 2 manhãs (Vitrine 04/08)
Nos dias 01 e 02 de setembro, das 8:30 às 12:30 hs terá o próximo curso aberto de PDM/PDS - Padrão de Descrição de Materiais/Serviços do IMAM.
 "O curso de 1 dia dividido em 2 manhãs é a chance para profissionais que desejam fazer o curso, mas que não podiam ficar o dia inteiro fora de suas atividades de trabalho", comentou Marcos Valle Verlangieri, instrutor do curso e consultor especialista no assunto.
"É um curso importante não só para para os profissionais de cadastro de materiais, como também de Compras, Gestão de Estoques/Administração de Materiais,  Controladoria/Fiscal, Engenharia, Almoxarifado e para quem quer aprender sobre uma área mais recente de Materiais, onde o mercado busca profissionais ", completou Verlangieri.
Mais detalhes sobre o curso, valores e inscrição poderão ser solicitadas diretamente ao IMAM, pelo tel. (11) 5575 1400 ou pelo email imam@imam.com.br .



Frota da PepsiCo terá 100 caminhões com carrocerias feitas de embalagens recicladas (Exame 02/08)
A fabricante de alimentos PepsiCo Brasil anuncia a renovação da frota sustentável de caminhões com a inclusão de um projeto pioneiro de carroceria sustentável. No total, serão de 100 veículos com esse tipo de carroceria, além de 12 novos veículos movidos a GNV, em linha com as metas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40% em toda a sua cadeia produtiva até 2030 e atingir as emissões zero em sua operação global até 2040.
O protótipo de carroceria sustentável foi desenvolvido pela equipe da PepsiCo no Brasil em uma iniciativa piloto com um caminhão em Minas Gerais, lançada em janeiro. O projeto considera um baú de caminhão fabricado com plástico reciclado, de BOPP e garrafas PET, oriundo de embalagens dos snacks e bebidas da companhia, junto à fibra de vidro na composição.
"Esse projeto faz parte das iniciativas e investimentos estratégicos de PepsiCo Positive (pep+), que é como a companhia vem empregando sustentabilidade em tudo que faz no seu negócio, para ter uma cadeia de valor mais sustentável de ponta a ponta", diz Paulo Quirino, vice-presidente de operações da PepsiCo Brasil.
Segundo ele, a frota própria da PepsiCo é uma das maiores entre as empresas de bens de consumo do país e conta com mais de 4 mil veículos, entre caminhões de grande porte (frota primária, que atende principalmente transferências de produtos acabados), médio porte (frota secundária, que atende principalmente o canal de vendas de pronta entrega), além de carros executivos.
“Estamos muito orgulhosos de levar um exemplo de inovação em prol da sustentabilidade e da economia circular do Brasil para a PepsiCo global. Com a expansão do nosso baú de fibra com material reciclado, vamos dar um novo destino para mais de 68 mil unidades de garrafas PET, ou 3.400 quilos de PET, e mais de 138 mil embalagens de snacks, ou 555 quilos de plástico BOPP. E a nossa ideia é ampliar esse projeto para todos os novos caminhões da nossa frota.”, afirmou Alexandre Carreteiro, Presidente da PepsiCo Brasil Alimentos.
A fabricação da fibra também pode consumir até 99% menos energia em kW/h em comparação à carroceria convencional feita de alumínio. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Sulfibra, que desenvolveu a fibra sustentável em conjunto com a PepsiCo.
                          PepsiCo amplia frota de veículos movidos a gás natural
A PepsiCo também acaba de adquirir mais 12 caminhões Scania movidos a Gás Natural Veicular (GNV), ampliando sua frota sustentável. “Com a compra desses novos caminhões movidos a GNV, somamos 65 caminhões elétricos e a gás em nossa frota. E não vamos parar por aqui, vamos seguir agregando novos veículos sustentáveis já no início de 2023 para conquistarmos um impacto positivo cada vez maior”, afirma Quirino.
Desde 2020, com a implantação dos caminhões movidos a GNV e elétricos na frota no Brasil, a PepsiCo estima uma redução total de emissões de carbono, frente aos veículos que utilizam combustíveis fósseis, de 926 mil quilos de CO2, o que corresponde ao plantio de mais de 6.480 árvores.
Ainda em junho, a PepsiCo recebeu em sua operação de Valinhos, interior de São Paulo, um caminhão elétrico e-Delivery11 da Volkswagen, o primeiro caminhão elétrico fabricado 100% no Brasil. “Precisamos estimular o crescimento da infraestrutura urbana necessária para o carregamento dos veículos elétricos no Brasil para que todos os esforços que as empresas estão fazendo possam promover uma transformação mais rápida. Sabemos que estamos caminhando para avanços significativos na nossa operação”, diz Quirino.



Programa BR do Mar diminui dependência dos transportes rodoviários (Guia Marítimo 02/08)
O Programa de Estímulo à Cabotagem, medida que entrou em vigor neste ano, também conhecido como BR do Mar, contribui cada vez mais para diversificar a matriz de transporte de cargas do Brasil.
Atualmente, o transporte de cargas é dependente do modal rodoviário. A frota de veículos no Brasil chegou em 2020 a 107,2 milhões de veículos. Já o tipo de transporte portuário movimentou 1,2 bilhão de toneladas de cargas diversas em 2021 - o que representa crescimento de 4,8% em relação a 2020.
Embora normalmente demore mais tempo para que a carga chegue, com o transporte marítimo, o custo do frete e dos produtos transportados por longas distâncias é barateado, conforme aponta estudo do Observatório Nacional de Transporte e Logística (ONTL).
O estudo mostrou que, para movimentar aproximadamente 38 mil TEUs (unidade de medida), ao longo de um determinado período, entre os portos de Suape (PE) e Santos (SP), são necessários 14 navios com um custo estimado em R$ 88 milhões. Por rodovia, o mesmo volume de carga demandaria 20 mil caminhões e custaria 400% a mais.
Também é uma oportunidade para embarcadores de pequenos volumes usufruir da cabotagem via embarque fracionado (compartilhamento de espaço com outros embarcadores).
Os benefícios do modal vão de equipamentos (Container) viabilizam embarques dos mais diversos tipo de mercadoria, pacote de serviço “porta-a-porta” que contempla toda a infraestrutura necessária (coleta, estufagem/desova, entrega) similar ao modelo rodoviário até uma cobertura de atendimento nas principais rotas Sul-Sudeste para Nordeste-Norte”, explica o diretor executivo da Costa Brasil, Marcio Salmi.
Outros benefícios são:
menor custo do frete, menor índice de avarias e roubos, redução valor do seguro, transporte em lotes, redução emissão CO2 e Tempo livre de armazenagem.
Impactos ambientais - Um relatório publicado pela Agência Europeia de Segurança Marítima revela que os navios produzem 13,5 % de todas as emissões de gases com efeito de estufa dos transportes, um valor inferior ao das emissões dos transportes rodoviários (71 %) e da aviação (14,4 %).
Já as emissões de dióxido de enxofre (SO2) dos navios que fazem escala nos portos atingiram cerca de 1,63 milhões de toneladas até o último levantamento, em 2019, um valor que irá diminuir ainda mais nas próximas décadas, graças a regras e medidas ambientais mais rigorosas.
Diferentemente do transporte rodoviário, a cabotagem diminui, cada vez mais, o impacto ambiental: o meio é o que menos produz gás carbônico à atmosfera.
De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a navegação por cabotagem cresceu 5,6% em 2021 na comparação com o ano anterior.
“Essa nova lei estimula ampliação de rotas e aumento de frequência (saídas semanais), impulsionando maior fluxo de conversão de carga para o modal. Com isso, provavelmente terá uma redução no frete por causa da maior capacidade”, diz Marcio Salmi.
A expectativa, agora, é para ver como o modal se comporta em 2022, primeiro ano em vigor da lei que estimula a navegação entre portos brasileiros.


Na Argentina, Fiems integra discussão sobre ampliação da logística ferroviária da Rota Bioceânica (FIEMS 22/06)
A missão empresarial organizada pela Associação Comercial de Corumbá, prefeitura e Sebrae/MS, com apoio da Fiems, chegou nesta quarta-feira (22/06) a cidade de Jujuy, na Argentina, onde discutiu ampliação da logística ferroviária da Rota Bioceânica. O grupo de empresários brasileiros deixou Corumbá no último domingo (19/06) e objetivo da viagem é conhecer as potencialidades da ferrovia no trecho que liga o Brasil a Salta, no país argentino, e fortalecer os negócios entre as duas nações.
A agenda do dia começou com uma reunião no Conselho de Ciências Econômicas de Jujuy, onde a missão empresarial foi recebida por autoridades e representantes do comércio internacional para debater a logística rodoviária e ferroviária no âmbito do corredor bioceânico.
Para o vice-presidente regional da Fiems, Lourival Vieira, as reuniões têm fortalecido as estratégias para viabilizar a rota e desenvolver ainda mais os negócios entre os países. “É muito satisfatório para nosso grupo o resultado das reuniões até agora. Precisamos estudar juntos as estratégias para fortalecer esse projeto, utilizarmos a malha ferroviária e viabilizar uma opção de logística que será muito benéfica para todos os envolvidos”, afirmou.
Com papel fundamental na missão, o CIN/MS (Centro Internacional de Negócios de Mato Grosso do Sul) tem o desafio de apresentar as estatísticas e o potencial de negócios com o mercado brasileiro com base nos últimos levantamentos das importações e exportações. "Os principais destinos da produção do Brasil são a Bolívia, Argentina, Chile e os mercados asiáticos, a maioria dessa produção é enviada pela rota rodoviária, gerando um volume muito maior de recursos que encarece os produtos”, destacou a coordenadora CIN/MS, Sthefany Miyeko.
Nesse contexto, o secretário de desenvolvimento de Corumbá, Cássio Augusto Marques, defendeu que a rota ferroviária é a alternativa mais viável para desenvolver e fortalecer as negociações para o Brasil. “A infraestrutura da ferrovia está toda instalada, alguns trechos têm problemas, mas a maioria está em funcionamento. Pretendemos demonstrar que essa é uma alternativa muito viável para nossa logística e tornará nossos produtos mais competitivos. O custo operacional e as facilidades com toda malha ferroviária em operação é uma grande estratégia”.
Presidente da Entidade Administrativa da Zona Franca da Província, Martin Luque, integrou o diálogo fazendo uma apresentação sobre a estrutura da Zona Franca de Périco, que pode contribuir nas estratégias da Rota Bioceânica e oferecer novas possibilidades. “O Brasil é um gigante de produção e necessita de outra rota para destinar suas cargas. É possível utilizar a zona franca para incrementar as opções tanto de importações como de exportações”, comentou.
Outro atrativo da região de Jujuy são as ofertas de serviços e turismo, apresentadas pela diretora da agência de marketing do Conselho de Ciências Econômicas, Mónica Adriana Salas. “Temos condições sólidas na oferta produtiva e exportável, empresas que podem atender clientes em todo o mundo e têm todo o apoio da província e do Ministério de Desenvolvimento para ampliarem seus negócios”, ressaltou.
Já o secretário de Integração Regional e Relações Internacionais da província de Jujuy, Pablo Palomares, propôs avançar no intercâmbio de informações e agradeceu a presença da missão brasileira. “Achamos pertinente a discussão e posteriormente queremos também ir ao Brasil para ampliarmos nosso diálogo e conhecer mais essas oportunidades. Com certeza vamos desenvolver todas as oportunidades demonstradas aqui, esse intercâmbio de informações é fundamental", finalizou.




Com a aquisição de 40 caminhões, Tomasi Logística chega a uma frota de 392 veículos (Grupo Independente 22/06)
Durante a TranspoSul, feira que ocorreu na semana passada em Porto Alegre, a Tomasi Logística programou a compra de 40 novos caminhões, que devem ser incluídos na frota a partir do segundo semestre. Com esta aquisição, a empresa chega ao número de 392 veículos.
“É um investimento bastante arrojado por parte da Tomasi, mas que faz parte do planejamento estratégico, de desenvolvimento e crescimento da empresa”, destaca o diretor Diego Tomasi.
Outra novidade é a mudança da sede. A Tomasi, que está atualmente na Rua Miguel Tostes, 674, no Alto do Parque, adquiriu um andar no prédio comercial 300, localizado no Bairro São Cristóvão, em Lajeado. Nas próximas semanas, a empresa deve iniciar a contratação de mais funcionários para a área administrativa.
Fundada em 1990 em Lajeado, a Tomasi possui unidades em Estrela, Canoas e Caxias do Sul. A empresa também está presente com unidades nos estados de Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Ceará.





Reajuste do diesel: setor de logística fala em sucateamento e apagão (Globo Rural 20/06)
O aumento no preço do diesel e da gasolina para distribuidoras, anunciado pela Petrobras na semana passada, desagradou os operadores logísticos do Brasil que, em nota, questionaram, nesta segunda-feira (20/6) os lucros da estatal em meio a um cenário econômico adverso para o setor, com aperto de margens. Segundo a Associação Brasileira de Operadores Logísticos (Abol), o reajuste tem “efeito cascata de repasses de custos até o consumidor final, que agravará, inevitavelmente, o atual quadro inflacionário do país”.
A Petrobras anunciou na última sexta-feira (17/6) aumentos de 5,18% na gasolina e de 14,26% no diesel, que passaram a vigorar no último sábado (18/6). “Reajustes como esse têm se tornado uma constante nos últimos pelo menos dois anos, desfavorecendo um ambiente de negócios saudável e competitivo no País”, afirma a Associação.
Ainda de acordo com a entidade, “os aumentos no preço do diesel têm sido muito superiores aos demais custos das empresas de logística e desequilibram diretamente sua saúde financeira. Diante desse cenário, o setor corre risco de ser sucateado por não vislumbrar presente e futuro promissores para novos investimentos”.
“Enquanto a Petrobras bate lucros recordes, os operadores logísticos veem a sua margem encolher. A rentabilidade da companhia é exorbitante quando comparada a de empresas similares de outros países, que optam por menos lucro em prol do desenvolvimento econômico e social de sua nação. O mesmo não notamos aqui. A Petrobras registrou um lucro líquido de R$44,5 bilhões no 1º trimestre de 2022 - montante 3.718% maior que o registrado no mesmo período de 20211”, questiona a ABOL ao apontar dificuldades no repasse desses custos.
“Diferentemente da Petrobras, que é detentora de um monopólio, as empresas de logística não conseguem repassar os aumentos de preço imediatamente, o que pode levar um ou dois meses para acontecer, e a negociação muitas vezes não ocorre na totalidade do aumento”, aponta a ABOL ao defender que “os esforços políticos devem estar concentrados, neste momento, em encontrar um equilíbrio no mercado”.
“Do contrário, a cada novo reajuste, não restará outra alternativa às empresas que transportam cargas a não ser a de repassar o ônus adiante nos seus contratos de frete, o que impactará nos preços das mercadorias comercializadas para a população, agravando o quadro inflacionário que hoje vivemos. Já tivemos um apagão logístico no passado e é provável que tenhamos um muito mais grave no futuro breve, em função da má administração da política de combustíveis - e os impactos atingirão não apenas o setor de logística, mas também a própria Petrobras”, completa a nota divulgada pela ABOL.

 

 

Governo unifica estatais de ferrovias e logística em infraestrutura e cria a Infra S/A (GE 25/05)
O governo federal decidiu nesta quarta-feira (25) unificar a Valec, estatal que administra as ferrovias do país, e a Empresa de Planejamento e Logística (EPL). A nova empresa chamará Infra S/A e será responsável pelo planejamento e estruturação de projetos para o setor de transportes.
A decisão foi publicada em edição extra do "Diário Oficial da União" e, segundo o governo, a unificação das duas estatais pode gerar economia de R$ 90 milhões por ano. A previsão é que o processo dure 180 dias (leia detalhes mais abaixo). Atualmente, a União controla 46 estatais.
A unificação das empresas era defendida pelo ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, atualmente pré-candidato ao governo de São Paulo.
A Valec é a estatal responsável pela administração e construção das ferrovias. A EPL, criada inicialmente para implementar o projeto do "trem-bala", hoje atua com estudos e projetos de concessões de infraestrutura e na elaboração do Plano Nacional de Logística.
As duas empresas são estatais dependentes da União, ou seja, recebem, anualmente, subsídio do Tesouro Nacional para pagar parte das contas, pois as receitas são insuficientes para cobrir os gastos.
                                                   Economia com a unificação
Segundo o Ministério da Infraestrutura, a unificação das estatais deverá fazer com que sejam economizados R$ 90 milhões em custos operacionais, a partir do segundo ano da fusão. O ministério também afirma que a Infra S/A será uma estatal "autossuficiente e competitiva".
A previsão é de que o processo de unificação das estatais dure até 180 dias para que a nova companhia seja efetivada.
Em nota, o Ministério da Infraestrutura diz que as duas estatais sempre atuaram de forma complementar e com certa sobreposição de atribuições, o que justifica a fusão.
                                                           A nova empresa
Ainda segundo a pasta, todos os processos em andamento pelas estatais serão incorporados pela nova empresa, a Infra S/A, entre os quais:
- construção dos trechos II e III da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol);
- fiscalização das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico).

A Infra S/A também responderá pela elaboração do Plano Nacional de Logística (PNL) e demais planos setoriais, antes desenvolvidos pela EPL.



Porto da Imetame já recebeu investimento de R$ 200 mi — e pode tomar o lugar de Santos na logística (Folha Vitória 25/05)
No início dos anos 2000, o Porto de Santos protagonizou uma mudança histórica na rota logística do agronegócio do Brasil. Com a capacidade de receber navios maiores, com custos mais competitivos, o complexo no litoral paulista se tornou a opção de muitos fazendeiros que exportavam pelo Porto de Paranaguá, no Paraná.
Duas décadas depois, o Porto Aracruz (conhecido como Porto da Imetame) no Espírito Santo — que já está em obras — vai entrar na disputa pela exportação do agronegócio seguindo a mesma estratégia do terminal paulista.
                                  Terminal de contêineres deve iniciar operação em 2024
O Porto da Imetame, em Aracruz, que já está em construção, terá capacidade de receber navios que transportam 150 mil toneladas de carga e que, hoje, não operam na costa brasileira. O maior navio que Santos está apto a receber transporta até 90 mil toneladas– e tem o frete 6 dólares por tonelada mais caro com relação ao modelo que poderá operar em Aracruz.
Um dos fatores decisivos para receber navios maiores é a profundidade das águas do porto, já que navios maiores possuem uma parte submersa maior– a qual chamamos de calado. O porto de Santos suporta navios com calado de até 14,5m, já o Porto de Aracruz, de até 16m.
Os cálculos do Porto Aracruz apontam que o terminal de grãos poderia movimentar por ano entre 9,8 milhões e 11,5 milhões de toneladas de soja, considerando a economia de US$ 6 por tonelada.
No cenário mais otimista, o novo porto do Espírito Santo seria capaz de atender uma demanda entre 23,2 milhões e 27 milhões de toneladas de soja, volume equivalente ao exportado por Santos em 2021.
"Olhando para o cenário mais conservador, nossa zona de abrangência incluiria a soja produzida em Minas Gerais, Goiás, leste de Mato Grosso e parte da Bahia. Em uma perspectiva mais otimista, poderíamos receber soja de áreas ainda mais distantes”, disse a CEO do Porto Aracruz, Cristiane Marsillac, ao Bloomberg Línea.
Desde o ano passado, a Imetame já investiu cerca de R$ 200 milhões no projeto, que receberá um total de R$ 3 bilhões em sua primeira fase, que inclui um terminal de cargas e um terminal de contêineres.
A área de contêineres, aliás, entrará em operação primeiro, em 2024. Já o terminal de grãos está previsto para iniciar as atividades em 2025.

 

Preço médio do diesel atinge maior valor, diz ANP (Jornal do Comércio 24/05)
O preço médio do óleo diesel no País chegou a R$ 6,943 e atingiu o maior valor nominal da série histórica, iniciada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2004. O valor compreende o período de 15 a 21 de maio de 2022 e não considera os valores do óleo diesel S 10, que foi incluído nos levantamentos da ANP somente a partir de 2013.
A diferença entre esses dois tipos de combustível está na quantidade de enxofre presente na composição. O óleo diesel S500 tem o teor máximo de enxofre permitido de 500 mg/kg, enquanto o S10 possui o teor máximo permitido de 10 mg/kg. O diesel mais caro foi encontrado no Acre, a R$ 8,30. Já o combustível mais barato foi encontrado no Paraná, a R$ 5,490.
O Ministério da Economia apresentou, na quinta-feira passada, ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) uma proposta para alterar a regulamentação do ICMS único do diesel, criado por lei em março deste ano e normatizado pelo colegiado, mas suspenso na semana passada por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça.
Pela proposta, o governo quer que, enquanto não ocorrer a mudança, a base de cálculo da alíquota atual seja a média móvel dos preços médios praticados ao consumidor final nos 60 meses (cinco anos) anteriores à sua fixação.
Antes da suspensão determinada pelo Supremo, a regra que estava valendo fixou um valor único do ICMS a ser cobrado no preço final do combustível, como manda a lei, mas permitindo descontos, o que na prática possibilitou a cada Estado manter a mesma alíquota que aplicava anteriormente.
O valor estabelecido pelo colegiado de secretários estaduais foi de R$ 1,006 por litro de óleo diesel S10, o mais usado no País.
Nas duas semanas após o último reajuste, o preço médio do combustível acumula alta de 4,7% nas bombas, de acordo com os dados da ANP. A alta pressiona a inflação, já que o diesel é o principal combustível usado no transporte de cargas do país.
Além da demissão do ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque, que foi trocado por Adolfo Sachsida, o reajuste intensificou a queda de braço entre o governo Jair Bolsonaro e os estados em torno da cobrança de ICMS sobre o combustível.
Quatro dias após o reajuste nas refinarias, a AGU (Advocacia Geral da União) obteve liminar no STF (Supremo Tribunal Federal) contra manobra dos estados para driblar a lei que implantou o ICMS único no país.
A liminar, porém, acabou gerando risco de alta no preço, ao manter a alíquota única de R$ 1,006 por litro, eliminando apenas a possibilidade de concessão de descontos pelos estados, para que todos pudessem manter as alíquotas atuais.
Na semana passada, o Ministério da Economia se reuniu com o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) para tentar forçar a adoção do modelo de transição previsto na lei, que prevê alíquota equivalente à média dos últimos 60 meses, mas não houve acordo.
Segundo a ANP, o preço médio da gasolina caiu 0,3%, para R$ 7,275 por litro, acompanhando a redução da cotação do etanol anidro. Com o início da colheita, o biocombustível que é misturado à gasolina despencou 9% nas usinas de São Paulo em três semanas.
O preço médio do etanol hidratado caiu 1,8% nos postos, para R$ 5,224 por litro, acumulando recuo de 5,7% nas bombas em um mês. Nas usinas, porém, a cotação do produto voltou a subir na semana passada, após duas semanas de forte queda.
Ainda segundo a agência, o preço do gás de cozinha registrou leve queda esta semana, para R$ 112,89 por botijão de 13 quilos. Apesar do corte de 5,6% nas refinarias em abril, o repasse ainda é tímido. No último mês, o produto acumula queda de apenas 0,5% nas revendas.
Já o preço do GNV (gás natural veicular) parou de subir após semanas de forte alta. Esta semana, o produto foi vendido, em média, a R$ 5,258 por metro cúbico, praticamente estável em relação aos R$ 5,265 verificados pela ANP na semana anterior.
Muito usado por taxistas e motoristas de aplicativos em estados que têm rede de gás canalizado, o combustível vinha sendo pressionado por reajuste médio de 19% no preço do gás natural vendido pela Petrobras às distribuidoras a partir do início de maio.




Problemas na China afetando logística e consumo voltam ao radar e café tem desvalorização nesta 3ª feira (Notícias Agrícolas 24/05)
O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (24) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Com as baixas deste pregão, o café segue devolvendo os ganhos da semana passada com a tensão da onda de frio em atuação nas áreas cafeeiras do Brasil.
Os problemas logísticos voltam ao radar do mercado. A preocupação com os casos de Covid-19 na China acende alerta em relação à demanda de café. ". As preocupações com a demanda global estão pesando nos preços do café com a guerra na Ucrânia e os bloqueios pandêmicos na China. Além disso, a Starbucks disse na segunda-feira que deixaria a Rússia completamente, citando os ataques "horríveis" da Rússia à Ucrânia", destaca a análise do site internacional Barchart.
Por volta das 13h03 (horário de Brasília), julho/22 tinha queda de 385 pontos, negociado por 211,95 cents/lbp, setembro/22 tinha queda de 375 pontos, valendo 212,30 cents/lbp, dezembro/22 tinha baixa de 360 pontos, cotado por 212,10 cents/lbp e março/23 tinha desvalorização de 360 pontos, cotado por 211,35 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon tinha desvalorização técnica. Julho/22 registrava baixa de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 2031, setembro/22 tinha queda de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 2035, novembro/22 tinha queda de US$ 9 por tonelada, cotado por US$ 2028 e janeiro/23 tinha baixa de US$ 12 por tonelada, negociado por US$ 2019.



Prefeita debate logística de importação e exportação com ministro na Capital (Campo Grande News 23/05)
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, se reuniu nesta segunda-feira (23) com o ministro da carreira diplomática do Ministério das Relações Exteriores, João Carlos Parkinson de Castro, para debater sobre planejamento estratégico de logística de importação e exportação em Campo Grande. O ministro está em Campo Grande para o evento de integração dos municípios do Corredor Bioceânico.
No encontro, a prefeita compartilhou estratégias da prefeitura para atrair investimentos estrangeiros. Também participou da reunião a subsecretária de Gestão e Projetos Estratégicos, Catiana Sabadin. “Estamos trabalhando para ser a capital das oportunidades e Campo Grande tem papel fundamental nos corredores de integração, não apenas pela logística, mas também pelo ambiente propício que temos aqui”, afirmou a prefeita.
“Já finalizamos o Terminal Intermodal de Cargas e os estudos de viabilidade econômico-financeira para ativar os serviços já estão em andamento. Além disso, temos tecnologia, mão de obra capacitada, serviços de transporte e uma cidade preparada para ser o distribuidor logístico”, completou Adriane.
O ministro aproveitou a reunião para detalhar com a prefeita os trabalhos do ministério para a valorização da malha oeste. “Nosso propósito é construir uma rede de obras de infraestrutura com hidrovias, portos, interconexões energéticas e de comunicações e corredores rodoviários. Duas dessas rotas são a Hidrovia Paraná Paraguai e a chamada Rota Bioceânica”, detalhou.
“O objetivo é encurtar as distâncias, otimizando as exportações do Centro-Oeste brasileiro a mercados como Ásia, Oceania, Estados Unidos e Chine”, explicou Castro.




Diesel fecha março 12,77% mais caro (Carga Pesada 05/04)
Segundo o último levantamento do Índice de Preços Ticket Log, referente ao fechamento de março, o preço médio do litro do diesel disparou no início do mês, após alta de 25% anunciada pela Petrobras no último dia 10 de março e fechou o mês a R$ 6,603 o comum e R$ 6,740 0 S-10, altas de 12,77% e 14% respectivamente.
Nenhuma região brasileira apresentou recuo no valor do combustível, e sim, altas de mais de 10%. Entre os destaques, o Norte fechou o mês com o diesel comum e o S-10 mais caros do País, a R$ 6,881 e R$ 7,019, altas de 13,06% e 14,75%, respectivamente. Já o menor preço médio para os dois tipos de diesel foi registrado nas bombas do Sul, a R$ 6,152 e R$ 6,295, acréscimos de 12,24% e 13,85% respectivamente.
Não houve recuo no preço médio do diesel em nenhum Estado de todo o território nacional. O maior aumento para o comum foi registrado no Ceará, com o valor de R$ 5,909 passando para R$ 6,906, alta de 16,87%. Já o avanço mais expressivo para o tipo S-10, foi registrado nos postos de combustíveis do Tocantins, onde a média de R$ 5,744 passou para R$ 6,818, acréscimo de 18,70%.
O maior preço médio para o diesel comum foi registrado em Roraima, a R$ 7,285, alta de 14,96%. Já o tipo S-10 mais caro foi comercializado nas bombas do Acre, a R$ 7,409, um acréscimo de 14,83%. As menores médias para os dois tipos de diesel foram registradas no Rio Grande do Sul, a R$ 6,082 e R$ 6,156, com altas de 10,66% e 10,88%, respectivamente.
“A disparada no preço do diesel é bastante significativa para o bolso dos motoristas. O preço médio desse combustível segue tendência de alta desde o início do ano, com variações médias de 2,81% em janeiro e de 1,47% em fevereiro. Após a última alta anunciada no início de março, esses acréscimos agora chegam a mais de 14% em poucos dias, como é o caso do tipo S-10. O preço médio do diesel já é mais de 47% superior, se comparado com um ano atrás, conforme o último levantamento da Ticket Log”, Diretor-Geral de Mainstream da divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil.
O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.





Log-In mede e reconhece nível de serviço de fornecedores (Vitrine 29/03)
A Log-In Logística Intermodal lança uma nova edição do Programa Parceiro Log-In, desta vez, direcionado aos operadores portuários. A iniciativa mede o nível de serviço de seus fornecedores e garante que os processos priorizem segurança, integridade e saúde das pessoas. Entre alguns indicadores que serão mensurados nesta nova categoria estão, produtividade de berço do terminal e espera por atracação de navios.
Criado em 2019, o programa tem como objetivo desenvolver um relacionamento estratégico com os fornecedores da companhia. Para participar, é necessário atender a alguns requisitos como, ter contrato vigente com a Log-In, estar ativo durante todo período de avaliação e não ter ocorrências de acidentes fatais. Ao final do programa, as empresas que melhor atenderem aos critérios recebem um troféu de premiação. Os 13 vencedores da edição de 2020 receberam seus troféus durante a feira Intermodal que aconteceu na última semana, em São Paulo.
Inicialmente, o programa monitorava exclusivamente os transportadores rodoviários que atuam no serviço de logística intermodal integrado à navegação. No ano passado, foi ampliado para os Depots (depósito de contêineres), que prestam serviço de armazenagem de contêineres vazios e de reparos para a Log-In. O resultado foi apresentado recentemente e, das 22 empresas monitoradas, duas apresentaram melhor desempenho: a Mercotainer, que venceu como melhor Depot com mais de 400 movimentações por mês, e a Santos Brasil, que levou o prêmio na categoria de até 400 movimentações mensais.
O programa vem sendo aprimorado a cada edição e coloca em primeiro lugar a segurança, valor essencial e inquestionável para a Log-In e todos os seus parceiros. De acordo com o gerente de Suprimentos da companhia, Guilherme Testa, o Parceiro Log-In estimula a melhoria contínua focada na centralidade no cliente e dissemina a cultura de segurança, sustentabilidade e excelência na prestação de serviço.
“A expectativa é muito positiva. Iniciamos com as transportadoras, evoluímos para os depots e agora passamos a avaliar os operadores portuários. Manter um relacionamento próximo dos fornecedores tornam os serviços da Log-In ainda mais seguros e confiáveis, além de melhorar nosso nível de serviço na ponta final. E esse é o objetivo principal: oferecer cada vez mais um serviço de excelência aos nossos clientes”, finalizou Testa.


Transportadores de correia têm segurança aprimorada com borracha antichamas e sistema de monitoramento (Vitrine 28/03)
A possibilidade de incêndio durante o percurso é uma das principais preocupações relacionadas aos transportadores de correia empregados na mineração. Além de representar riscos à saúde dos trabalhadores, o fogo tem elevado potencial de provocar prejuízos materiais, operacionais e econômicos. O surgimento das chamas pode ocorrer, por exemplo, quando elementos combustíveis como o carvão entram em atrito com os rolos no retorno da correia.
Para acabar com esse problema, a Superior Industries desenvolveu no Brasil uma borracha capaz de impedir o alastramento do incêndio nessas situações. Utilizada no revestimento dos rolos de impacto e retorno, a novidade apresenta índices de abrasão e dureza compatíveis com os das correias para preservá-las. “Apesar de a borracha ser um elemento naturalmente combustível, conseguimos produzir uma solução que não permite a propagação das chamas”, destaca Rodrigo Trotta, gerente de contas da Superior.
O desempenho do produto foi aferido em testes práticos. Em ambiente controlado, um rolo recebeu revestimento de borracha comum e outra peça semelhante ganhou a proteção do modelo auto extinguível. Após ambos serem submetidos a chamas de 700°C durante dois minutos, o incêndio continuou crescendo na primeira amostra mesmo depois que a fonte de calor deixou de existir. Entretanto, o fogo rapidamente desapareceu no segundo rolo.
Além desse ensaio, a qualidade da borracha antichamas da Superior Industries foi certificada pela Mine Safety and Health Administration (MSHA) e tem classificação UL94 V-0. O produto possui resistência a abrasão de 70 mm3, dureza de 65 Shore A e temperatura de trabalho de 110°C. Apresenta, ainda, alongamento de 400% e tensão de ruptura de 2,54 kgf/mm2 — ambos valores muito próximos aos números verificados na borracha comum.
“O material também protege a correia de esmagamento na região de impacto e aumenta a vida útil dos rolos de retorno”, ressalta Trotta, lembrando que o transportador de correia é o método de deslocamento de materiais a granel mais eficiente e com o menor custo que existe. “Os caminhões, que seriam os concorrentes nas operações de movimentação de material, entram somente nas situações em que o equipamento é inviável, já que os investimentos no veículo são bastante elevados”, compara.
                                                                              Sistema de monitoramento
A segurança na operação dos transportadores pode ser ainda mais aprimorada com o Sistema Vantage, solução que a Superior Industries também concebeu com tecnologia totalmente brasileira. Trata-se de um monitoramento constante do equipamento realizado por meio de sensores embarcados (posicionados no interior dos rolos). A inovação já foi aplicada com sucesso em diversas mineradoras e portos localizados no Brasil e nos Estados Unidos.
“Esse monitoramento gera informações importantes para a manutenção preditiva, além de ajudar muito as equipes de inspeção”, afirma Elton Junior Antonio, engenheiro de aplicação da Superior Industries. Por meio da tecnologia, é possível obter dados como a temperatura dos rolamentos (direito e esquerdo), além de sua vibração, rotação e eventuais travamentos. Com base nessas informações, o sistema também calcula a vida útil de cada rolo, o que permite planejar com até 90 dias de antecedência as substituições.
Situações mais críticas e que demandam reações rápidas da equipe responsável geram alarmes que aparecem tanto via web quanto no aplicativo instalado em smartphones. Os administradores têm, ainda, acesso a relatórios periódicos e podem verificar remotamente, via software, o número de cada rolo, em qual transportador a peça está operando, quando foi instalada, a última vez que enviou os dados e sua idade.
Por estarem embarcados nos rolos, os sensores ficam protegidos contra intempéries e impactos físicos provenientes da própria operação do equipamento. Outra vantagem do dispositivo é a sua autossuficiência, ou seja, gera a própria energia e dispensa a necessidade de baterias para funcionar.
Assim como eleva a segurança, o Sistema Vantage atua como aliado da produtividade. Afinal, em um cenário em que os transportadores estão cada vez mais enclausurados por questões ambientais e de segurança, ter a informação exata do rolo que apresentou defeito e qual problema aconteceu acaba eliminando a longa e trabalhosa etapa de inspeção.
O sistema da Superior Industries destaca-se dos sensores externos disponíveis no mercado por conta de sua precisão. Enquanto a tecnologia embarcada gera informações exatas a cada minuto, os dispositivos externos fazem a medição por meio de indução. “A temperatura interna demora um pouco para chegar ao lado de fora e fazer o alarme do sensor externo disparar. Esse tempo pode ser a diferença entre evitar ou não um incêndio”, adverte Antonio, comentando que o Vantage disponibiliza informações sobre desgaste, RPM e recomendações de trocas — algo que os sensores externos não fazem.
                                                                             Redundância na segurança
Antonio salienta que o Sistema Vantage não é concorrente da borracha antichamas. “Uma tecnologia não substitui a outra, na verdade elas se complementam e trazem maior segurança e produtividade para os equipamentos”, afirma. O engenheiro classifica o monitoramento como uma ferramenta de análise preditiva e a borracha cumpriria o papel de “apólice de seguro”. “Se tudo der errado, o material ainda estará lá para evitar que o fogo se espalhe de maneira descontrolada”, complementa.
Para o especialista, o desafio agora é quebrar paradigmas para que a solução seja amplamente aproveitada pelo mercado. “Precisamos mudar a maneira como queremos enxergar o transporte na mineração no futuro. Será que ainda queremos casos recorrentes de incêndios em correias? Será que queremos identificar um rolo que falhou somente depois de um sinal de fumaça? Não há mais necessidade de ser assim, o monitoramento de transportadores por meio de rolos inteligentes já está pronto e pode ser usado”, conclui.




Coopercarga marca presença na Intermodal (Vitrine 22/03)
A 26ª edição da Intermodal South America, maior e mais importante feira da América Latina, focada nos mercados de comércio exterior, logística e transportes, marcou a retomada dos eventos presenciais e o reencontro dos maiores players do segmento. O evento ocorreu nos dias 15, 16 e 17 de março, no São Paulo Expo.
A Coopercarga esteve presente com dois estandes cheio de novidades e atrações. Neste ano, uniu o propósito de entregar sucesso a alguns de nossos valores: inovação, foco no cliente e sustentabilidade e apresentamos um modelo inédito na feira. 
Ao todo, recebeu mais de 600 pessoas em seu espaço, dentre clientes e visitantes, dos quais tiveram a oportunidade de conhecer suas soluções e participar das atividades propostas.
O Diretor administrativo e financeiro da Coopercarga, Jamir Carlos Cordeiro da Silva, menciona que todas as atrações foram pensadas estrategicamente e aliadas aos seus valores:
 “Pudemos colocar em prática o que levamos em nosso DNA.
 O evento teve um retorno positivo principalmente no âmbito comercial, uma vez que nos oportunizou encontrar com clientes, captar novos contatos e expandir as oportunidades de negócios”.

 




IMAM divulga os cursos abertos de 2022 (Vitrine 09/12)
O IMAM divulgou todos os cursos abertos de 2022. Com início em março, tem curso programado para todas as áreas da logística, para o decorrer do ano de 2022. Tem curso de 1 dia, 2 dias e outras durações.
Todos os cursos estão disponíveis na Agenda de Eventos do Guia Log.
Desta maneira profissionais e estudantes, que queiram aprender mais sobre determinados assuntos e áreas da logística, poderão se agendar, escolhendo datas que lhe são adequadas, conforme suas agendas de trabalho.
Muitos cursos terão a opção de serem somente matutinos e/ou noturnos, além dos tradicionais de forma diurna (o dia inteiro).
Isto facilita para os profissionais, que não podem se ausentar de suas atividades o dia inteiro.
Sendo em meio período por dia, o curso passa a ser desdobrado em 2 dias ou mais, dependendo da carga horária do mesmo.
O IMAM com isto facilita e atende pedidos de profissionais.
A princípio os cursos serão hibridos, podendo assim serem feitos on line ao vivo à distância ou presencial, dependendo da vontade do participante. Isto logicamente vai depender das recomendações dos órgãos públicos, devido a pandemia.




FedEx Express e Azul Cargo estabelecem aliança varejista para expandir o acesso ao serviço internacional no Brasil (Vitrine 11/11)
A FedEx Express, subsidiária da FedEx Corp. (NYSE: FDX) e a maior empresa de transporte expresso do mundo, e a Azul Cargo Express, empresa líder no transporte de cargas dentro do Brasil, anunciaram aliança para usufruir de duas das principais expertises de suas operações: o alcance nacional de lojas da Azul Cargo Express e a estrutura de envios internacionais da FedEx Express.
A sinergia entre as duas empresas permitirá que a rede varejista da Azul Cargo Express se torne, também, Centros de Envio Autorizados da FedEx (FASCs). Utilizando a abrangência nacional de lojas da Azul Cargo Express, os interessados em fazer remessas para fora do país poderão usar os serviços da FedEx Express.
Mais da metade das 260 lojas da empresa irão oferecer o serviço de courier para o exterior. Com isso, é esperado que a FedEx passe a ter mais de 300 FASCs no Brasil, duplicando sua cobertura. O serviço começou a ser implementado nos primeiros pontos em outubro. No site https://www.fedex.com/locate/index.html?locale=pt_br é possível saber quais são as lojas credenciadas. 
"Buscamos com a FedEx as oportunidades de colaboração e benefício mútuos e que aproveitassem os pontos fortes de cada uma das empresas. A Azul Cargo é a empresa líder no transporte de cargas no Brasil e a FedEx é a maior empresa de transporte expresso do mundo. Isso significa que uma sinergia entre as duas elevará ainda mais a qualidade do nosso trabalho, em uma relação de ganha a ganha para nós e para aqueles que utilizam nossos serviços", afirmou Izabel Reis, diretora da Azul Cargo Express.
“A chegada das lojas da Azul Cargo Express à rede de varejo da FedEx Express é parte dos esforços da empresa para ampliar a cobertura no país e oferecer mais comodidade e acesso aos nossos clientes. Nos últimos anos, temos reforçado os investimentos para aprimorar nosso serviço internacional como, por exemplo, aumento da frequência de voos entre o Brasil e nosso hub global em Memphis, nos EUA, e ampliação da nossa base no aeroporto de Viracopos. Estamos certos de que a aliança com a Azul Cargo vai nos fortalecer ainda mais no mercado brasileiro”, afirmou Gustavo Kornitz, diretor de Marketing da FedEx Express para o Brasil. 
                                                                             Sobre a Azul Cargo Express
A Azul Cargo Express,  unidade  de  logística  da  Azul  Linhas  Aéreas,  tem  o  seu  modelo  de  negócios em encomendas expressas e remessas de cargas, aproveitando a capacidade da malha aérea da Azul. Hoje, a rede Azul Cargo Express conta com mais de 260 lojas no Brasil e exterior, oferecendo o serviço “porta a porta” para mais de 4.200 munícipios brasileiros, além de todo o território dos EUA e Portugal. Os serviços oferecidos compreendem encomendas críticas, distribuição B2C para e-commerce, encomendas com tarifas econômicas e carga paletizada no mercado global. Saiba mais em www.azulcargoexpress.com.br.
                                                                                   Sobre a FedEx Express  
A FedEx Express é a maior empresa de transporte expresso do mundo, fornecendo uma ampla gama de serviços de entrega para mais de 220 países e territórios. A FedEx Express utiliza uma rede global aérea e terrestre para fazer a entrega de remessas urgentes com data e horário definidos.
                                                                                   Sobre a FedEx Corp.  
A FedEx Corp. (NYSE: FDX) oferece a clientes e empresas do mundo todo uma ampla carteira de serviços de transporte, comércio eletrônico e serviços de negócios. Com receitas anuais de US$ 87 bilhões, a empresa oferece soluções integradas de negócio por meio de empresas operadoras que competem coletivamente, inovam digitalmente e são administradas de forma colaborativa sob a respeitada marca FedEx. Consistentemente classificada como uma das empregadoras mais admiradas e confiáveis do mundo, a FedEx inspira seus mais de 560.000 funcionários a permanecerem focados na segurança, no mais alto padrão ético e profissional, e nas necessidades dos clientes e das comunidades. A FedEx tem o compromisso de conectar pessoas e possibilidades ao redor do mundo com recursos e responsabilidade, com o objetivo de alcançar operações neutras em carbono até 2040.


Transportadores de combustíveis fazem paralisação (Carga Pesada 21/10)
Pelo menos dois estados, Minas Gerais e Rio de Janeiro, enfrentam paralisações de transportadores de combustíveis desde a zero hora desta quinta-feira (21). O objetivo do protesto é fazer com que governadores baixem alíquotas de ICMS sobre combustíveis e que o presidente Jair Bolsonaro interfira na política de preços da Petrobras.
“Não tem como trabalhar com esse preço do diesel. Aqui em Minas, desde 2011, o ICMS foi de 12% para 15%. Não vamos encerrar a paralisação enquanto o governador Zema (Romeu Zema) não negociar com a gente”, afirma Irani Gomes – presidente do Sinditanque de Minas Gerais, sindicato que representa empresas transportadoras e autônomos no estado.
Segundo Gomes, a redução da alíquota, no entanto, não será suficiente para resolver o problema. “O Bolsonaro precisa intervir nessa política de preços da Petrobras. Do jeito que estão os preços, só a redução do ICMS não será suficiente para que a gente consiga trabalhar”, alega.
Em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os transportadores estão concentrados nas portarias da BR Distribuidora, ao lado da Refinaria Gabriel Passos (Regap).
Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço do óleo diesel S10 nas bombas subiu 49% em um ano, de R$ 3,382 (preço médio nacional de outubro de 2020) para R$ 5,033 (preço médio nacional da pesquisa mais recente).
O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicomb) do Rio de Janeiro informa em seu site que, desde as primeiras horas desta quinta-feira, um movimento de tanqueiros “está impedindo a entrada de caminhões nas bases de abastecimento de Campos Elísios, que fecharam as portas par evitar tumultos e depredações”.
Em discurso na cidade de Sertânia, em Pernambuco, nesta quinta-feira, o presidente Bolsonaro prometeu um auxílio a 750 mil caminhoneiros autônomos para compensar o aumento do diesel. Mas não deu detalhes sobre a medida.



Mercado de implementos cresce 42% (Carga Pesada 14/10)
O mercado de implementos rodoviários cresceu, de janeiro a setembro deste ano, 41,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, com o emplacamento de 120,9 mil unidades. Somente no terceiro trimestre foram vendidas 44,1 mil unidades, alta de 22% ante igual período em 2020. Com relação aos trimestres anteriores o volume também é superior, pois no segundo a indústria entregou 40,7 mil unidades e, no primeiro, 35,8 mil.
Os dados foram divulgados na quarta-feira (13) pela Associação Nacional Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir). “Essa curva crescente mostra como nosso setor está aproveitando todas as oportunidades que surgem para ampliar sua recuperação”, afirma o presidente da entidade, José Carlos Spricigo.
Do total dos emplacamentos deste ano 68,2 mil unidades foram de reboques e semirreboques para veículos pesados, e 52,6 mil foram de carroceria sobre chassis, para leves. De acordo com Spricigo mais de dois terços das vendas estão concentradas em produtos com aplicação no transporte da produção do agronegócio.
Ele afirmou que em setembro houve queda nos licenciamentos devido à paralisação das atividades, na semana do feriado do dia 7, que resultou em quatro dias sem entrega de produtos. Dessa forma o mês, que vendeu 6,8 mil unidades pesadas, poderia ter chegado a 8 mil, enquanto no segmento leve o total teria sido de 7,4 mil produtos. Ao todo, foram emplacados 13,6 mil.



Aumento da tolerância de peso reduz segurança, diz ABCR (Carga Pesada 08/10)
Se virar lei, a medida provisória 1050 (projeto de lei de conversão 20/21) vai prejudicar as rodovias e reduzir a segurança no trânsito. A opinião é da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). “O maior problema gerado tem relação com a segurança dos caminhoneiros e demais usuários. O sobrepeso acarretará desgaste prematuro da suspensão, pneus e freios dos caminhões, além de impactar diretamente na capacidade de manobra e frenagem desses veículos”, afirma a entidade em nota enviada à Revista Carga Pesada.
A MP, já aprovada pelo Congresso Nacional, está na fila para sanção do presidente Jair Bolsonaro, e para a ABCR, “pode contribuir para o aumento do número de acidentes”. A entidade, no entanto, não pretende ajuizar ação para tentar reverter a mudança, caso seja sancionada pelo presidente.



Querosene de aviação segue como vilão da retomada do mercado aéreo (Jornal do Comércio 21/09)
O querosene de aviação (QAV) continua sendo o item de maior peso na aviação comercial do País. Segundo a publicação Panorama 2020, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), apesar da queda de 47% do consumo de QAV no ano passado, o preço médio na bomba foi quase 27% mais caro do que nos Estados Unidos, mercado de referência global. Considerando o preço médio na refinaria, a diferença é de 31,1%.
Conforme a publicação, em 2020, combustíveis e lubrificantes representaram a maior fatia dos custos das aéreas (21%), seguidos de despesas operacionais (20%) e seguros, arrendamentos e manutenção de aeronaves (18%).
O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, aponta que o preço do QAV caiu no ano passado, diante da queda do consumo global ocasionada pela pandemia. Por outro lado, o dólar registrou forte alta e, por se tratar de uma commodity, o combustível continuou sendo o grande vilão de custos do setor.
"Praticamente paramos de voar em 2020, mas continuamos com o preço do QAV no Brasil cerca de 30% acima do mercado norte-americano", afirma o dirigente ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Ele lembra que o ICMS sobre o QAV - tributação sem similaridade no mundo - encarece a aviação brasileira, principalmente a doméstica: muitas vezes, passagens aéreas para destinos nacionais acabam sendo mais caras do que bilhetes internacionais.
"O tíquete médio do bilhete aéreo no Brasil caiu pela metade desde 2004, porém, poderíamos avançar mais nessa agenda se não houvesse tamanha distorção entre os custos brasileiros e os internacionais", pondera.
Conforme o estudo da Abear, em 2020 o impacto final dos tributos foi de aproximadamente 26% do preço do QAV na bomba. Apesar dos obstáculos, Sanovicz afirma que as companhias aéreas estão saindo da pandemia mais enxutas, porém preparadas. "Este período foi duríssimo. Não há histórico de nada semelhante na aviação desde 1945, pós-guerra, mas estamos atravessando", observa o dirigente.
Prova disso é que a malha aérea doméstica brasileira registra, em setembro, média diária de 1.793 partidas, o equivalente a 74,6% da oferta de voos que as companhias aéreas nacionais operavam antes do impacto da pandemia, no início de março de 2020. É o quinto mês consecutivo de crescimento nesse indicador da Abear.
"Esse resultado mostra a resiliência das companhias aéreas nacionais. Importante lembrar que a continuidade desse desempenho está vinculada ao ritmo de vacinação e ao não agravamento da pandemia", afirma o presidente da entidade.
Boa notícia também quando o tema é o custo das passagens. A tarifa média aérea doméstica real do segundo trimestre de 2021 registrou queda de 19,98% em comparação com o mesmo trimestre de 2019, período prévio aos impactos da pandemia da Covid-19. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o preço médio do bilhete foi de R$ 388,95, ante R$ 486,10.




ANTT avalia aumentar pedágios para recompor impacto da pandemia em rodovias (Agestado 20/09)
As perdas de receita das concessionárias de rodovias federais que foram afetadas pela pandemia do coronavírus deverão ser recompostas por reajustes nas tarifas de pedágio cobradas dos usuários. O formato é idealizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável por reequilibrar os contratos das empresas que administram estradas federais. A diretoria da ANTT ainda precisa aprovar a proposta, que foi explicada nesta segunda-feira (20), em reunião promovida pelo órgão em uma última rodada de debate com o setor, integrando concessionárias e usuários.
Para mitigar o impacto para os motoristas, a ANTT poderá implementar a recomposição do equilíbrio de forma parcelada, ou seja, elaborar uma forma de diluir os aumentos tarifários. "A ANTT poderá, a seu critério, implementar a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro de forma parcelada, de modo a mitigar oscilação tarifária significativa", diz trecho da proposta.
A opção de recompor os contratos por meio de alta no pedágio já é discutida há meses entre a agência reguladora e as empresas concessionárias. Nesta segunda, a ANTT apresentou a minuta de resolução após considerar as contribuições que recebeu durante o processo.
O reequilíbrio extraordinário dos contratos quando um evento não previsto ocorre é um direito legal das concessionárias, reafirmado em parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) produzido no ano passado.
Há várias formas de o Poder Público compensar o concessionário nessas situações, entre elas o reajuste tarifário, pagamento direto pelos danos, o alívio nas exigências de investimentos e o aumento do prazo da concessão, por exemplo. No caso das rodovias federais, a ANTT se encaminha para realizar essas recomposições por meio de aumento do pedágio.



Assinado contrato para projeto de novo aeroporto da Serra (Jornal do Comércio 14/09)
O contrato para elaboração do projeto do Aeroporto da Serra Gaúcha foi assinado na sexta-feira passada, em Caxias do Sul, com a presença dos envolvidos no processo e de autoridades convidadas. A empresa vencedora da licitação, a Iguatemi Consultoria e Serviços de Engenharia Ltda, foi representada por Adão dos Santos, que assinou o documento junto com o prefeito Adiló Didomenico.
O projeto contemplará a infraestrutura com pista de quase 2 quilômetros, pátio, hangar, pista complementar e terminal de passageiros. O prazo para conclusão é de 360 dias, com investimento da ordem de R$ 1.592.375,00.
Para o prefeito Adiló, a construção do novo aeroporto pode ser comparada à chegada do trem em Caxias, em 1910. O prefeito reforçou com o representante da empresa que seria muito importante que o projeto pudesse ser concluído antes do prazo máximo.
"Uma das maiores dificuldades que a nossa região possui é a falta de infraestrutura. Esse aeroporto veio para trazer o progresso que precisamos não só na cidade, mas em toda região. Na função que ocupo, tenho que reconhecer todos os prefeitos que nos antecederam, porque esse projeto iniciou em 2003. Nós agora vamos pisar no acelerador, para no ano que vem, licitarmos a obra", afirmou.
Com investimento total de R$ 200 milhões, o novo aeroporto ficará situado em uma área de 445 hectares no distrito de Vila Oliva, atendendo a 53 municípios. Terá capacidade de operação para aeronaves do porte do Boeing 737-800, terminal de passageiros de 4,7 mil metros quadrados e 500 vagas de veículos, Seção Contraincêndio (SCI) e Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo (EPTA).
Deverá operar ainda com um pátio de aeronaves com 26 mil metros quadrados (8 posições de aeronaves) e uma pista de pouso e decolagem com 1.930 metros de comprimento e 45 metros de largura. Os projetos e obras já contam com Licença Prévia emitida pelo governo gaúcho (via Fepam), com base nos estudos ambientais elaborados pela SAC (EIA/RIMA) e realização de audiências públicas.
As obras serão executadas na totalidade com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), do governo federal. Como contrapartida, a prefeitura de Caxias do Sul fará as obras complementares externas ao aeroporto, como ajustes e novas vias de acesso, assim como referentes às desapropriações necessárias.

 

Paraná lidera vendas da Mercedes-Benz no Sul (Vitrine 28/08)
Em terceiro lugar no número de emplacamentos de caminhões do País, o Paraná recebe atenção especial da Mercedes-Benz, marca que lidera o mercado em toda a região Sul. Somente no estado, a montadora tem 16 pontos de atendimento, entre concessionárias plenas, filiais e postos de serviços.
No acumulado do ano, até julho, a Mercedes-Benz emplacou 4.791 unidades nos três estados do Sul, assegurando uma participação de mercado de 24,8%.
Especificamente no Paraná, a marca também manteve o seu destaque. Durante o mesmo período, foram emplacados 2.142 caminhões da marca, representando a liderança com 28,3% de market share.
Destaque para o caminhão Actros 2651, que está entre os modelos mais vendidos.
“O Paraná só perde para Minas Gerais e São Paulo (em número de emplacamentos). Às vezes reveza com Minas no segundo lugar”, afirma Fernando Michetti, gerente sênior de Vendas Região Sul da Mercedes-Benzdo Brasil. “Curitiba é a terceira capital brasileira que mais emplaca caminhões. Isso para nós tem muita relevância. A gente faz um investimento muito forte principalmente na rede (no Paraná)”, complementa.
Ele cita a presença no Estado do Porto de Paranaguá, segundo maior do País, que faz do Paraná um dos principais canais brasileiros de exportação. “É um Estado pujante, tem uma posição geográfica que de certa forma beneficia a região, fora também a questão industrial, a tecnologia, a energia… Então, a representatividade do Paraná entre os três estados do Sul é maior percentualmente.”
Em entrevista à Revista Carga Pesada, Michetti também analisou o mercado gaúcho, onde a concorrência entre as marcas é mais acirrada. “Você consegue ser líder com um percentual não tão alto como no Brasil porque as marcas estão sempre muito equilibradas.”
O gerente ressalta a importância do Circuito Ceasa, iniciativa da Mercedes-Benz cuja edição de 2021 teve início dia 13 de agosto em Londrina. “É um ponto muito legal, porque não adianta nada a gente, dentro da fábrica, estar criando produtos se não estiver junto com os motoristas, com o pequeno, com o médio e grande empresário”, afirma.
A concentração de caminhões nos Ceasas, segundo ele, é muito importante para a aproximação da marca com os frotistas.




Mercedes-Benz apresenta ônibus elétrico (Vitrine 26/08)
Ao completar 65 anos, a Mercedes-Benz do Brasil apresenta aos clientes e ao mercado o eO500U, seu primeiro chassi de ônibus elétrico, veículo urbano 100% desenvolvido pela equipe de engenharia brasileira com foco na realidade da mobilidade e do transporte de passageiros. Sua chegada ao mercado está prevista para 2022.
A expectativa é vender de 150 a 200 unidades a partir do ano que vem principalmente para clientes da cidade de São Paulo dentro do padrão de 13,20 metros com capacidade para 83 passageiros.
O valor do veículo chega a ser de três a quatro vezes o valor dos modelos a diesel. E o Banco Mercedes-Benz terá linhas de financiamento especiais para o produto. Estima-se o retorno do investimento para 13 anos em média. O custo operacional do ônibus elétrico bem como o custo da energia tendem a ser mais baixos que o modelo a diesel. O valor das baterias equivale a 50% do valor total do veículo.
“Nossa decisão estratégica de apresentar uma solução em eletromobilidade primeiramente em ônibus, mais especificamente no segmento urbano, foi pensando no coletivo e no cenário das cidades. Nós temos experiência de 65 anos no Brasil, sempre oferecendo novas tecnologias para o transporte e, agora, de encontro às demandas dos nossos clientes e da sociedade, acrescentaremos ao nosso universo de multissoluções a tecnologia elétrica”, diz Karl Deppen, presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina. “Os ônibus dividem espaço nas grandes cidades com automóveis e pessoas, bicicletas, motos e outros meios de locomoção. Esses lugares estão sendo preparados para receberem novas tecnologias para a mobilidade, levando em consideração a eficiência, o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade ambiental”.
Segundo o executivo, com essa novidade, a operação brasileira segue alinhada à estratégia global do Grupo Daimler de práticas de ESG – sigla em inglês que representa ações Meio Ambiente (Enrivonmental), Ações Sociais (Social) e de Governança Corporativa (Governance). “Esse é apenas o primeiro passo da Mercedes-Benz do Brasil rumo ao mundo da eletromobilidade. Nossas atenções e estratégias visam o presente e o futuro. Por isso, estamos cientes dos desafios que teremos pela frente”, afirma Karl Deppen.
                         Investimento de R$ 100 milhões no chassi de ônibus elétrico
Para que os benefícios tecnológicos aplicados à mobilidade urbana sejam agregados ao desenvolvimento social e econômico das cidades é imprescindível que o Brasil e a América Latina também preparem sua infraestrutura para a operação dos veículos elétricos.
“De nossa parte, destinamos cerca de R$ 100 milhões ao projeto do eO500U, dentro do atual ciclo de investimentos que soma R$ 2,4 bilhões no Brasil, de 2018 a 2022”, informa Karl Deppen. “Estou confiante que, juntos, os nossos times os nossos parceiros estamos construindo um grande legado para a eletromobilidade brasileira, apoiados na ampla experiência que o Grupo Daimler acumula em outros mercados. Além disso, a Mercedes-Benz do Brasil é o Centro Mundial de Competência da Daimler para desenvolvimento de chassis de ônibus da marca. Ou seja, temos uma expertise sólida nesse segmento de veículos. Seguimos trabalhando para todos que movem o mundo. E com muita energia, estamos novamente fazendo história no Brasil”.
                                                               Consultoria especializada na chegada dos ônibus elétricos
“Mais do que lançar um novo produto no Brasil, o chassi de ônibus elétrico representa um novo passo da Companhia na direção de um ecossistema que inclui também serviços exclusivos e dedicados aos veículos elétricos”, ressalta Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Nessa entrada na era da eletromobilidade, daremos todo o suporte necessário para que os os clientes trabalhem com total segurança em sua operação e em seus negócios”.
A gama de serviços incluirá uma consultoria especializada às empresas de ônibus e aos gestores do transporte coletivo urbano no que se refere ao funcionamento do veículo, à infraestrutura de abastecimento de energia e de recarga das baterias e à gestão de frota com ônibus elétricos.
“Junto com nossos clientes e parceiros, iremos construir as melhores oportunidades nesse novo cenário de transformações tecnológicas, o que demanda um novo olhar para o dia a dia da operação”, afirma Roberto Leoncini. “Eles terão nossa total dedicação para esse momento em que vão adotar a nova tecnologia. Estaremos com os clientes em todo o novo ciclo do nosso veículo, tanto brasileiros como os latino-americanos que também vão entrar nessa nova era conosco, sempre, visando a eficiência tecnológica e de custos operacionais que irá garantir a viabilidade dessa solução para as empresas de transporte de passageiros”.
“Ao chegar aos mercados brasileiro e latino-americano no próximo ano, como também aos países da Europa e da Oceania, o eO500U atenderá às especificações de cada país, inserido no contexto de multissoluções globais da marca.”, diz Roberto Leoncini. “Além do elétrico, a Mercedes-Benz seguirá apostando em alternativas, como os biocombustíveis Biodiesel e HVO, que também podem auxiliar na redução de CO2. Além disso, o diesel, cujo uso é maioria em frotas no Brasil e no mundo, já vem apresentando alto potencial de melhorias em eficiência, consumo e redução de emissões”.
De acordo com o executivo, o segmento de ônibus urbano está totalmente sintonizado com as megatendências da mobilidade e da sustentabilidade ambiental. “Temos muito orgulho em dizer que este é um produto do Brasil para o mundo. Com ele, nossa Empresa segue na vanguarda das inovações para o transporte e a mobilidade urbana. Temos uma visão clara da nossa responsabilidade com nossos clientes, colaboradores e fornecedores, assim como com a sociedade brasileira”.
                                                        Desenvolvido no Brasil e amplamente testado na Alemanha
O chassi eO500U foi desenvolvido pela Mercedes-Benz do Brasil para a realidade brasileira, tendo sido amplamente testado na Alemanha, onde contou com a expertise da Daimler em ônibus elétricos. “São, justamente, todos esses processos pelos quais submetemos os nossos produtos e que consolidam a confiança do mercado na nossa marca. Unimos a experiência do nosso time de eletromobilidade na Europa com o nosso entendimento da voz dos clientes sobre a realidade do Brasil”, afirma Roberto Leoncini. “Experiência, tecnologia e paixão pela inovação fizeram a Mercedes-Benz chegar até aqui, na liderança do segmento de ônibus há 65 anos. Uma trajetória icônica na história do setor automotivo nacional”.
                                              Consagrada linha de ônibus O 500 ganha o primeiro modelo elétrico
O chassi eO500U é um modelo Padron 4×2 da consagrada linha O 500. Com piso baixo, poderá receber carroçarias de até 13,2 metros de comprimento. Sua autonomia chegará a 250 km, a maior entre ônibus elétricos no Brasil, além da maior capacidade de transporte de passageiros deste segmento.
“O eO500U é uma solução que reforça o compromisso da nossa marca em oferecer uma alternativa sustentável para a mobilidade urbana aliada à eficiência tecnológica e econômica para as empresas de ônibus e gestores do transporte coletivo”, diz Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.
Com motor elétrico integrado ao eixo traseiro, o eO500U virá equipado com freio eletrônico EBS e sistema de regeneração de energia. O trem-de-força trará para o motorista uma experiência nova de condução, ainda mais suave, confortável, além de totalmente silenciosa.
O sistema de recarga das baterias é do tipo plug-in, no mesmo padrão tecnológico utilizado pela Daimler em seus ônibus elétricos, levando três horas de duração para a recarga completa.
O painel de instrumentos é totalmente novo para se adequar às novas necessidades de controle e traz informações específicas do motor elétrico, das baterias e dos demais sistemas eletrônicos.
“Esse é um grande marco histórico no desenvolvimento de chassis de ônibus que mostra a expertise da nossa equipe de Engenharia e Desenvolvimento. Estamos fazendo tudo isso com tecnologia de ponta e muito motivados pela paixão em atender a todas as necessidades do transporte de pessoas, contribuindo para a qualidade de vida nas grandes cidades, no Brasil e em outros países”, conclui Walter Barbosa.






Esta página é parte integrante do www.guiadelogistica.com.br ou www.guialog.com.br .