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PDM

                                                    
                             
                 Notícias Importantes

IMAM realiza em 01/12 o último curso aberto on line de PDM/PDS do ano (Vitrine 12/11)
O IMAM realizará no dia 01 de dezembro mais um curso on-line aberto de PDM - Padrão de Descrição de Materiais e PDS - Padrão de Descrição de Serviços.
"Será a chance para os profissionais de materiais interessados em se aprofundar neste assunto tão atual e moderno", comentou Marcos Valle Verlangieri, professor do curso e especialista em PDM/PDS.
"A aplicação do PDM no cadastro de materiais, significa redução de custos para as empresas, com técnicas para a correta caracterização de materiais, evitando assim compras erradas, divergências, autuações por classificação fiscal incorreta, custo de transporte em devoluções, etc.", comentou Verlangieri.
Além de professor, o Marcos é consultor em projetos de PDM/PDS.
O curso tem a duração de 1 dia com 8 hs de carga horária.
Mais detalhes poderão ser vistos na Agenda de Eventos do portal Guia Log


FedEx Express e Azul Cargo estabelecem aliança varejista para expandir o acesso ao serviço internacional no Brasil (Vitrine 11/11)
A FedEx Express, subsidiária da FedEx Corp. (NYSE: FDX) e a maior empresa de transporte expresso do mundo, e a Azul Cargo Express, empresa líder no transporte de cargas dentro do Brasil, anunciaram aliança para usufruir de duas das principais expertises de suas operações: o alcance nacional de lojas da Azul Cargo Express e a estrutura de envios internacionais da FedEx Express.
A sinergia entre as duas empresas permitirá que a rede varejista da Azul Cargo Express se torne, também, Centros de Envio Autorizados da FedEx (FASCs). Utilizando a abrangência nacional de lojas da Azul Cargo Express, os interessados em fazer remessas para fora do país poderão usar os serviços da FedEx Express.
Mais da metade das 260 lojas da empresa irão oferecer o serviço de courier para o exterior. Com isso, é esperado que a FedEx passe a ter mais de 300 FASCs no Brasil, duplicando sua cobertura. O serviço começou a ser implementado nos primeiros pontos em outubro. No site https://www.fedex.com/locate/index.html?locale=pt_br é possível saber quais são as lojas credenciadas. 
"Buscamos com a FedEx as oportunidades de colaboração e benefício mútuos e que aproveitassem os pontos fortes de cada uma das empresas. A Azul Cargo é a empresa líder no transporte de cargas no Brasil e a FedEx é a maior empresa de transporte expresso do mundo. Isso significa que uma sinergia entre as duas elevará ainda mais a qualidade do nosso trabalho, em uma relação de ganha a ganha para nós e para aqueles que utilizam nossos serviços", afirmou Izabel Reis, diretora da Azul Cargo Express.
“A chegada das lojas da Azul Cargo Express à rede de varejo da FedEx Express é parte dos esforços da empresa para ampliar a cobertura no país e oferecer mais comodidade e acesso aos nossos clientes. Nos últimos anos, temos reforçado os investimentos para aprimorar nosso serviço internacional como, por exemplo, aumento da frequência de voos entre o Brasil e nosso hub global em Memphis, nos EUA, e ampliação da nossa base no aeroporto de Viracopos. Estamos certos de que a aliança com a Azul Cargo vai nos fortalecer ainda mais no mercado brasileiro”, afirmou Gustavo Kornitz, diretor de Marketing da FedEx Express para o Brasil. 
                                                                             Sobre a Azul Cargo Express
A Azul Cargo Express,  unidade  de  logística  da  Azul  Linhas  Aéreas,  tem  o  seu  modelo  de  negócios em encomendas expressas e remessas de cargas, aproveitando a capacidade da malha aérea da Azul. Hoje, a rede Azul Cargo Express conta com mais de 260 lojas no Brasil e exterior, oferecendo o serviço “porta a porta” para mais de 4.200 munícipios brasileiros, além de todo o território dos EUA e Portugal. Os serviços oferecidos compreendem encomendas críticas, distribuição B2C para e-commerce, encomendas com tarifas econômicas e carga paletizada no mercado global. Saiba mais em www.azulcargoexpress.com.br.
                                                                                   Sobre a FedEx Express  
A FedEx Express é a maior empresa de transporte expresso do mundo, fornecendo uma ampla gama de serviços de entrega para mais de 220 países e territórios. A FedEx Express utiliza uma rede global aérea e terrestre para fazer a entrega de remessas urgentes com data e horário definidos.
                                                                                   Sobre a FedEx Corp.  
A FedEx Corp. (NYSE: FDX) oferece a clientes e empresas do mundo todo uma ampla carteira de serviços de transporte, comércio eletrônico e serviços de negócios. Com receitas anuais de US$ 87 bilhões, a empresa oferece soluções integradas de negócio por meio de empresas operadoras que competem coletivamente, inovam digitalmente e são administradas de forma colaborativa sob a respeitada marca FedEx. Consistentemente classificada como uma das empregadoras mais admiradas e confiáveis do mundo, a FedEx inspira seus mais de 560.000 funcionários a permanecerem focados na segurança, no mais alto padrão ético e profissional, e nas necessidades dos clientes e das comunidades. A FedEx tem o compromisso de conectar pessoas e possibilidades ao redor do mundo com recursos e responsabilidade, com o objetivo de alcançar operações neutras em carbono até 2040.


Transportadores de combustíveis fazem paralisação (Carga Pesada 21/10)
Pelo menos dois estados, Minas Gerais e Rio de Janeiro, enfrentam paralisações de transportadores de combustíveis desde a zero hora desta quinta-feira (21). O objetivo do protesto é fazer com que governadores baixem alíquotas de ICMS sobre combustíveis e que o presidente Jair Bolsonaro interfira na política de preços da Petrobras.
“Não tem como trabalhar com esse preço do diesel. Aqui em Minas, desde 2011, o ICMS foi de 12% para 15%. Não vamos encerrar a paralisação enquanto o governador Zema (Romeu Zema) não negociar com a gente”, afirma Irani Gomes – presidente do Sinditanque de Minas Gerais, sindicato que representa empresas transportadoras e autônomos no estado.
Segundo Gomes, a redução da alíquota, no entanto, não será suficiente para resolver o problema. “O Bolsonaro precisa intervir nessa política de preços da Petrobras. Do jeito que estão os preços, só a redução do ICMS não será suficiente para que a gente consiga trabalhar”, alega.
Em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os transportadores estão concentrados nas portarias da BR Distribuidora, ao lado da Refinaria Gabriel Passos (Regap).
Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço do óleo diesel S10 nas bombas subiu 49% em um ano, de R$ 3,382 (preço médio nacional de outubro de 2020) para R$ 5,033 (preço médio nacional da pesquisa mais recente).
O Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicomb) do Rio de Janeiro informa em seu site que, desde as primeiras horas desta quinta-feira, um movimento de tanqueiros “está impedindo a entrada de caminhões nas bases de abastecimento de Campos Elísios, que fecharam as portas par evitar tumultos e depredações”.
Em discurso na cidade de Sertânia, em Pernambuco, nesta quinta-feira, o presidente Bolsonaro prometeu um auxílio a 750 mil caminhoneiros autônomos para compensar o aumento do diesel. Mas não deu detalhes sobre a medida.



Mercado de implementos cresce 42% (Carga Pesada 14/10)
O mercado de implementos rodoviários cresceu, de janeiro a setembro deste ano, 41,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, com o emplacamento de 120,9 mil unidades. Somente no terceiro trimestre foram vendidas 44,1 mil unidades, alta de 22% ante igual período em 2020. Com relação aos trimestres anteriores o volume também é superior, pois no segundo a indústria entregou 40,7 mil unidades e, no primeiro, 35,8 mil.
Os dados foram divulgados na quarta-feira (13) pela Associação Nacional Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir). “Essa curva crescente mostra como nosso setor está aproveitando todas as oportunidades que surgem para ampliar sua recuperação”, afirma o presidente da entidade, José Carlos Spricigo.
Do total dos emplacamentos deste ano 68,2 mil unidades foram de reboques e semirreboques para veículos pesados, e 52,6 mil foram de carroceria sobre chassis, para leves. De acordo com Spricigo mais de dois terços das vendas estão concentradas em produtos com aplicação no transporte da produção do agronegócio.
Ele afirmou que em setembro houve queda nos licenciamentos devido à paralisação das atividades, na semana do feriado do dia 7, que resultou em quatro dias sem entrega de produtos. Dessa forma o mês, que vendeu 6,8 mil unidades pesadas, poderia ter chegado a 8 mil, enquanto no segmento leve o total teria sido de 7,4 mil produtos. Ao todo, foram emplacados 13,6 mil.



Aumento da tolerância de peso reduz segurança, diz ABCR (Carga Pesada 08/10)
Se virar lei, a medida provisória 1050 (projeto de lei de conversão 20/21) vai prejudicar as rodovias e reduzir a segurança no trânsito. A opinião é da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). “O maior problema gerado tem relação com a segurança dos caminhoneiros e demais usuários. O sobrepeso acarretará desgaste prematuro da suspensão, pneus e freios dos caminhões, além de impactar diretamente na capacidade de manobra e frenagem desses veículos”, afirma a entidade em nota enviada à Revista Carga Pesada.
A MP, já aprovada pelo Congresso Nacional, está na fila para sanção do presidente Jair Bolsonaro, e para a ABCR, “pode contribuir para o aumento do número de acidentes”. A entidade, no entanto, não pretende ajuizar ação para tentar reverter a mudança, caso seja sancionada pelo presidente.



Querosene de aviação segue como vilão da retomada do mercado aéreo (Jornal do Comércio 21/09)
O querosene de aviação (QAV) continua sendo o item de maior peso na aviação comercial do País. Segundo a publicação Panorama 2020, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), apesar da queda de 47% do consumo de QAV no ano passado, o preço médio na bomba foi quase 27% mais caro do que nos Estados Unidos, mercado de referência global. Considerando o preço médio na refinaria, a diferença é de 31,1%.
Conforme a publicação, em 2020, combustíveis e lubrificantes representaram a maior fatia dos custos das aéreas (21%), seguidos de despesas operacionais (20%) e seguros, arrendamentos e manutenção de aeronaves (18%).
O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, aponta que o preço do QAV caiu no ano passado, diante da queda do consumo global ocasionada pela pandemia. Por outro lado, o dólar registrou forte alta e, por se tratar de uma commodity, o combustível continuou sendo o grande vilão de custos do setor.
"Praticamente paramos de voar em 2020, mas continuamos com o preço do QAV no Brasil cerca de 30% acima do mercado norte-americano", afirma o dirigente ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Ele lembra que o ICMS sobre o QAV - tributação sem similaridade no mundo - encarece a aviação brasileira, principalmente a doméstica: muitas vezes, passagens aéreas para destinos nacionais acabam sendo mais caras do que bilhetes internacionais.
"O tíquete médio do bilhete aéreo no Brasil caiu pela metade desde 2004, porém, poderíamos avançar mais nessa agenda se não houvesse tamanha distorção entre os custos brasileiros e os internacionais", pondera.
Conforme o estudo da Abear, em 2020 o impacto final dos tributos foi de aproximadamente 26% do preço do QAV na bomba. Apesar dos obstáculos, Sanovicz afirma que as companhias aéreas estão saindo da pandemia mais enxutas, porém preparadas. "Este período foi duríssimo. Não há histórico de nada semelhante na aviação desde 1945, pós-guerra, mas estamos atravessando", observa o dirigente.
Prova disso é que a malha aérea doméstica brasileira registra, em setembro, média diária de 1.793 partidas, o equivalente a 74,6% da oferta de voos que as companhias aéreas nacionais operavam antes do impacto da pandemia, no início de março de 2020. É o quinto mês consecutivo de crescimento nesse indicador da Abear.
"Esse resultado mostra a resiliência das companhias aéreas nacionais. Importante lembrar que a continuidade desse desempenho está vinculada ao ritmo de vacinação e ao não agravamento da pandemia", afirma o presidente da entidade.
Boa notícia também quando o tema é o custo das passagens. A tarifa média aérea doméstica real do segundo trimestre de 2021 registrou queda de 19,98% em comparação com o mesmo trimestre de 2019, período prévio aos impactos da pandemia da Covid-19. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o preço médio do bilhete foi de R$ 388,95, ante R$ 486,10.




ANTT avalia aumentar pedágios para recompor impacto da pandemia em rodovias (Agestado 20/09)
As perdas de receita das concessionárias de rodovias federais que foram afetadas pela pandemia do coronavírus deverão ser recompostas por reajustes nas tarifas de pedágio cobradas dos usuários. O formato é idealizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável por reequilibrar os contratos das empresas que administram estradas federais. A diretoria da ANTT ainda precisa aprovar a proposta, que foi explicada nesta segunda-feira (20), em reunião promovida pelo órgão em uma última rodada de debate com o setor, integrando concessionárias e usuários.
Para mitigar o impacto para os motoristas, a ANTT poderá implementar a recomposição do equilíbrio de forma parcelada, ou seja, elaborar uma forma de diluir os aumentos tarifários. "A ANTT poderá, a seu critério, implementar a recomposição do equilíbrio econômico-financeiro de forma parcelada, de modo a mitigar oscilação tarifária significativa", diz trecho da proposta.
A opção de recompor os contratos por meio de alta no pedágio já é discutida há meses entre a agência reguladora e as empresas concessionárias. Nesta segunda, a ANTT apresentou a minuta de resolução após considerar as contribuições que recebeu durante o processo.
O reequilíbrio extraordinário dos contratos quando um evento não previsto ocorre é um direito legal das concessionárias, reafirmado em parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) produzido no ano passado.
Há várias formas de o Poder Público compensar o concessionário nessas situações, entre elas o reajuste tarifário, pagamento direto pelos danos, o alívio nas exigências de investimentos e o aumento do prazo da concessão, por exemplo. No caso das rodovias federais, a ANTT se encaminha para realizar essas recomposições por meio de aumento do pedágio.



Assinado contrato para projeto de novo aeroporto da Serra (Jornal do Comércio 14/09)
O contrato para elaboração do projeto do Aeroporto da Serra Gaúcha foi assinado na sexta-feira passada, em Caxias do Sul, com a presença dos envolvidos no processo e de autoridades convidadas. A empresa vencedora da licitação, a Iguatemi Consultoria e Serviços de Engenharia Ltda, foi representada por Adão dos Santos, que assinou o documento junto com o prefeito Adiló Didomenico.
O projeto contemplará a infraestrutura com pista de quase 2 quilômetros, pátio, hangar, pista complementar e terminal de passageiros. O prazo para conclusão é de 360 dias, com investimento da ordem de R$ 1.592.375,00.
Para o prefeito Adiló, a construção do novo aeroporto pode ser comparada à chegada do trem em Caxias, em 1910. O prefeito reforçou com o representante da empresa que seria muito importante que o projeto pudesse ser concluído antes do prazo máximo.
"Uma das maiores dificuldades que a nossa região possui é a falta de infraestrutura. Esse aeroporto veio para trazer o progresso que precisamos não só na cidade, mas em toda região. Na função que ocupo, tenho que reconhecer todos os prefeitos que nos antecederam, porque esse projeto iniciou em 2003. Nós agora vamos pisar no acelerador, para no ano que vem, licitarmos a obra", afirmou.
Com investimento total de R$ 200 milhões, o novo aeroporto ficará situado em uma área de 445 hectares no distrito de Vila Oliva, atendendo a 53 municípios. Terá capacidade de operação para aeronaves do porte do Boeing 737-800, terminal de passageiros de 4,7 mil metros quadrados e 500 vagas de veículos, Seção Contraincêndio (SCI) e Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e Tráfego Aéreo (EPTA).
Deverá operar ainda com um pátio de aeronaves com 26 mil metros quadrados (8 posições de aeronaves) e uma pista de pouso e decolagem com 1.930 metros de comprimento e 45 metros de largura. Os projetos e obras já contam com Licença Prévia emitida pelo governo gaúcho (via Fepam), com base nos estudos ambientais elaborados pela SAC (EIA/RIMA) e realização de audiências públicas.
As obras serão executadas na totalidade com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), do governo federal. Como contrapartida, a prefeitura de Caxias do Sul fará as obras complementares externas ao aeroporto, como ajustes e novas vias de acesso, assim como referentes às desapropriações necessárias.

 

Paraná lidera vendas da Mercedes-Benz no Sul (Vitrine 28/08)
Em terceiro lugar no número de emplacamentos de caminhões do País, o Paraná recebe atenção especial da Mercedes-Benz, marca que lidera o mercado em toda a região Sul. Somente no estado, a montadora tem 16 pontos de atendimento, entre concessionárias plenas, filiais e postos de serviços.
No acumulado do ano, até julho, a Mercedes-Benz emplacou 4.791 unidades nos três estados do Sul, assegurando uma participação de mercado de 24,8%.
Especificamente no Paraná, a marca também manteve o seu destaque. Durante o mesmo período, foram emplacados 2.142 caminhões da marca, representando a liderança com 28,3% de market share.
Destaque para o caminhão Actros 2651, que está entre os modelos mais vendidos.
“O Paraná só perde para Minas Gerais e São Paulo (em número de emplacamentos). Às vezes reveza com Minas no segundo lugar”, afirma Fernando Michetti, gerente sênior de Vendas Região Sul da Mercedes-Benzdo Brasil. “Curitiba é a terceira capital brasileira que mais emplaca caminhões. Isso para nós tem muita relevância. A gente faz um investimento muito forte principalmente na rede (no Paraná)”, complementa.
Ele cita a presença no Estado do Porto de Paranaguá, segundo maior do País, que faz do Paraná um dos principais canais brasileiros de exportação. “É um Estado pujante, tem uma posição geográfica que de certa forma beneficia a região, fora também a questão industrial, a tecnologia, a energia… Então, a representatividade do Paraná entre os três estados do Sul é maior percentualmente.”
Em entrevista à Revista Carga Pesada, Michetti também analisou o mercado gaúcho, onde a concorrência entre as marcas é mais acirrada. “Você consegue ser líder com um percentual não tão alto como no Brasil porque as marcas estão sempre muito equilibradas.”
O gerente ressalta a importância do Circuito Ceasa, iniciativa da Mercedes-Benz cuja edição de 2021 teve início dia 13 de agosto em Londrina. “É um ponto muito legal, porque não adianta nada a gente, dentro da fábrica, estar criando produtos se não estiver junto com os motoristas, com o pequeno, com o médio e grande empresário”, afirma.
A concentração de caminhões nos Ceasas, segundo ele, é muito importante para a aproximação da marca com os frotistas.




Mercedes-Benz apresenta ônibus elétrico (Vitrine 26/08)
Ao completar 65 anos, a Mercedes-Benz do Brasil apresenta aos clientes e ao mercado o eO500U, seu primeiro chassi de ônibus elétrico, veículo urbano 100% desenvolvido pela equipe de engenharia brasileira com foco na realidade da mobilidade e do transporte de passageiros. Sua chegada ao mercado está prevista para 2022.
A expectativa é vender de 150 a 200 unidades a partir do ano que vem principalmente para clientes da cidade de São Paulo dentro do padrão de 13,20 metros com capacidade para 83 passageiros.
O valor do veículo chega a ser de três a quatro vezes o valor dos modelos a diesel. E o Banco Mercedes-Benz terá linhas de financiamento especiais para o produto. Estima-se o retorno do investimento para 13 anos em média. O custo operacional do ônibus elétrico bem como o custo da energia tendem a ser mais baixos que o modelo a diesel. O valor das baterias equivale a 50% do valor total do veículo.
“Nossa decisão estratégica de apresentar uma solução em eletromobilidade primeiramente em ônibus, mais especificamente no segmento urbano, foi pensando no coletivo e no cenário das cidades. Nós temos experiência de 65 anos no Brasil, sempre oferecendo novas tecnologias para o transporte e, agora, de encontro às demandas dos nossos clientes e da sociedade, acrescentaremos ao nosso universo de multissoluções a tecnologia elétrica”, diz Karl Deppen, presidente da Mercedes-Benz do Brasil & CEO América Latina. “Os ônibus dividem espaço nas grandes cidades com automóveis e pessoas, bicicletas, motos e outros meios de locomoção. Esses lugares estão sendo preparados para receberem novas tecnologias para a mobilidade, levando em consideração a eficiência, o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade ambiental”.
Segundo o executivo, com essa novidade, a operação brasileira segue alinhada à estratégia global do Grupo Daimler de práticas de ESG – sigla em inglês que representa ações Meio Ambiente (Enrivonmental), Ações Sociais (Social) e de Governança Corporativa (Governance). “Esse é apenas o primeiro passo da Mercedes-Benz do Brasil rumo ao mundo da eletromobilidade. Nossas atenções e estratégias visam o presente e o futuro. Por isso, estamos cientes dos desafios que teremos pela frente”, afirma Karl Deppen.
                         Investimento de R$ 100 milhões no chassi de ônibus elétrico
Para que os benefícios tecnológicos aplicados à mobilidade urbana sejam agregados ao desenvolvimento social e econômico das cidades é imprescindível que o Brasil e a América Latina também preparem sua infraestrutura para a operação dos veículos elétricos.
“De nossa parte, destinamos cerca de R$ 100 milhões ao projeto do eO500U, dentro do atual ciclo de investimentos que soma R$ 2,4 bilhões no Brasil, de 2018 a 2022”, informa Karl Deppen. “Estou confiante que, juntos, os nossos times os nossos parceiros estamos construindo um grande legado para a eletromobilidade brasileira, apoiados na ampla experiência que o Grupo Daimler acumula em outros mercados. Além disso, a Mercedes-Benz do Brasil é o Centro Mundial de Competência da Daimler para desenvolvimento de chassis de ônibus da marca. Ou seja, temos uma expertise sólida nesse segmento de veículos. Seguimos trabalhando para todos que movem o mundo. E com muita energia, estamos novamente fazendo história no Brasil”.
                                                               Consultoria especializada na chegada dos ônibus elétricos
“Mais do que lançar um novo produto no Brasil, o chassi de ônibus elétrico representa um novo passo da Companhia na direção de um ecossistema que inclui também serviços exclusivos e dedicados aos veículos elétricos”, ressalta Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Nessa entrada na era da eletromobilidade, daremos todo o suporte necessário para que os os clientes trabalhem com total segurança em sua operação e em seus negócios”.
A gama de serviços incluirá uma consultoria especializada às empresas de ônibus e aos gestores do transporte coletivo urbano no que se refere ao funcionamento do veículo, à infraestrutura de abastecimento de energia e de recarga das baterias e à gestão de frota com ônibus elétricos.
“Junto com nossos clientes e parceiros, iremos construir as melhores oportunidades nesse novo cenário de transformações tecnológicas, o que demanda um novo olhar para o dia a dia da operação”, afirma Roberto Leoncini. “Eles terão nossa total dedicação para esse momento em que vão adotar a nova tecnologia. Estaremos com os clientes em todo o novo ciclo do nosso veículo, tanto brasileiros como os latino-americanos que também vão entrar nessa nova era conosco, sempre, visando a eficiência tecnológica e de custos operacionais que irá garantir a viabilidade dessa solução para as empresas de transporte de passageiros”.
“Ao chegar aos mercados brasileiro e latino-americano no próximo ano, como também aos países da Europa e da Oceania, o eO500U atenderá às especificações de cada país, inserido no contexto de multissoluções globais da marca.”, diz Roberto Leoncini. “Além do elétrico, a Mercedes-Benz seguirá apostando em alternativas, como os biocombustíveis Biodiesel e HVO, que também podem auxiliar na redução de CO2. Além disso, o diesel, cujo uso é maioria em frotas no Brasil e no mundo, já vem apresentando alto potencial de melhorias em eficiência, consumo e redução de emissões”.
De acordo com o executivo, o segmento de ônibus urbano está totalmente sintonizado com as megatendências da mobilidade e da sustentabilidade ambiental. “Temos muito orgulho em dizer que este é um produto do Brasil para o mundo. Com ele, nossa Empresa segue na vanguarda das inovações para o transporte e a mobilidade urbana. Temos uma visão clara da nossa responsabilidade com nossos clientes, colaboradores e fornecedores, assim como com a sociedade brasileira”.
                                                        Desenvolvido no Brasil e amplamente testado na Alemanha
O chassi eO500U foi desenvolvido pela Mercedes-Benz do Brasil para a realidade brasileira, tendo sido amplamente testado na Alemanha, onde contou com a expertise da Daimler em ônibus elétricos. “São, justamente, todos esses processos pelos quais submetemos os nossos produtos e que consolidam a confiança do mercado na nossa marca. Unimos a experiência do nosso time de eletromobilidade na Europa com o nosso entendimento da voz dos clientes sobre a realidade do Brasil”, afirma Roberto Leoncini. “Experiência, tecnologia e paixão pela inovação fizeram a Mercedes-Benz chegar até aqui, na liderança do segmento de ônibus há 65 anos. Uma trajetória icônica na história do setor automotivo nacional”.
                                              Consagrada linha de ônibus O 500 ganha o primeiro modelo elétrico
O chassi eO500U é um modelo Padron 4×2 da consagrada linha O 500. Com piso baixo, poderá receber carroçarias de até 13,2 metros de comprimento. Sua autonomia chegará a 250 km, a maior entre ônibus elétricos no Brasil, além da maior capacidade de transporte de passageiros deste segmento.
“O eO500U é uma solução que reforça o compromisso da nossa marca em oferecer uma alternativa sustentável para a mobilidade urbana aliada à eficiência tecnológica e econômica para as empresas de ônibus e gestores do transporte coletivo”, diz Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.
Com motor elétrico integrado ao eixo traseiro, o eO500U virá equipado com freio eletrônico EBS e sistema de regeneração de energia. O trem-de-força trará para o motorista uma experiência nova de condução, ainda mais suave, confortável, além de totalmente silenciosa.
O sistema de recarga das baterias é do tipo plug-in, no mesmo padrão tecnológico utilizado pela Daimler em seus ônibus elétricos, levando três horas de duração para a recarga completa.
O painel de instrumentos é totalmente novo para se adequar às novas necessidades de controle e traz informações específicas do motor elétrico, das baterias e dos demais sistemas eletrônicos.
“Esse é um grande marco histórico no desenvolvimento de chassis de ônibus que mostra a expertise da nossa equipe de Engenharia e Desenvolvimento. Estamos fazendo tudo isso com tecnologia de ponta e muito motivados pela paixão em atender a todas as necessidades do transporte de pessoas, contribuindo para a qualidade de vida nas grandes cidades, no Brasil e em outros países”, conclui Walter Barbosa.




Começa nesta quarta o 17º Seminário IMAM Supply Chain e Gestão Competitiva (Vitrine 10/08)
Nos dias 11 e 12 de agosto acontece em São Paulo  o 17º Seminário IMAM Supply Chain e Gestão Competitiva.
Realizado pelo IMAM, o Seminário terá 8 temas, divididos em 2 dias com 17 palestrantes.
Para saber mais detalhes sobre o programa completo, poderá acessar o site www.imam.com.br .
Ainda dá tempo de fazer inscrição para participar.

  



Valor do frete não acompanha o do diesel (Revista Carga Pesada 20/07)

O empresário João Bosco Santana da Silva, que é de Pernambuco, resolveu investir no Tocantins, empolgado com o crescimento do agronegócio no estado. Ele é dono da Rodonorte que atua na transferência e distribuição de combustíveis voltadas principalmente para abastecer as demandas do agronegócio.
Na hora de definir a renovação ou ampliação da frota, o empresário leva em consideração alguns fatores. “Preço do veículo, qualidade, média (de consumo) e todo suporte que vem agregado ao equipamento”, enumera. A presença da rede de concessionárias é bastante valorizada pela empresa. No Tocantins a empresa conta com o suporte da Tecar com sede na capital Palmas.
Outro fator que pesa na hora da compra é a disponibilidade oferecida pelo caminhão. “A gente presta serviços para uma distribuidora. Precisamos de um veículo que apresente menor índice de quebra.”
O Actros, da Mercedes-Benz, é um dos caminhões preferidos na transportadora. “O conforto é bem maior. É um caminhão de boa performance. Responde bem. Os motoristas têm gostado.”
O empresário ressalta as inovações tecnológicas do veículo essenciais para quem, como ele, transporta combustíveis. “O novo Actros veio cheio de inovações. Para tudo tem um sensor.” Ele destaca o sensor de ponto cego. “Informa o motorista como está a situação na faixa. Se tem um veículo no ponto cego que o motorista não está vendo, o caminhão avisa.”Silva diz ainda que se trata de um caminhão bonito, com “design arrojado”. “É um veículo bem querido no mercado.”
Outro problema, na visão do empresário, é que o caminhoneiro não pode aguardar dentro do porto para descarregar caso não esteja agendado. “O motorista precisa se deslocar para um posto”, alega.
 A falta de mão de obra é outra dificuldade. “Às vezes falta motorista no mercado. Às vezes tem motorista mas falta qualificação. Então a gente tem de treinar.”


Mercado de caminhões tem melhor semestre desde 2014 (Vitrine 09/07)
Enquanto o mercado automobilístico de forma geral fechou o primeiro semestre com produção aquém da esperada, devido à falta de semicondutores, o setor de caminhões, favorecido pelo bom desempenho do agronegócio e do e-commerce, teve os primeiros seis meses melhores desde 2014.
A produção foi de 74,7 mil unidades no primeiro semestre. Os licenciamentos chegaram a 58,7 mil unidades, segundo divulgou a  Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta quarta-feira (7).
                                                                              MERCADO GERAL
De acordo com a entidade, 1.148,5 mil autoveículos deixaram as linhas de montagem no primeiro semestre do ano, 57,5% a mais que os 729 mil do mesmo período do ano passado, quando todas as fábricas passaram por paradas de até dois meses. Numa comparação mais justa, com o primeiro semestre de 2019 (antes da pandemia), houve uma retração de mais de 300 mil unidades, ou 22%. “Estimamos que a falta de semicondutores tenha impedido que algo entre 100 mil e 120 mil veículos fossem produzidos no primeiro semestre. Esse problema afeta todos os  países produtores e tem impedido a plena retomada do setor automotivo”, explicou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.
Com a performance negativa dos automóveis e o desempenho surpreendente do segmento de caminhões, a entidade atualizou as projeções que havia apresentado em janeiro, referentes ao fechamento de 2021. A produção total, que era estimada em  2.520 mil unidades (alta de 25% sobre 2020), foi reduzida para 2.463 mil (alta de 22% sobre o ano passado).
Separando leves e pesados, a alta na produção estimada 2021/2020 caiu de 25% para 21% no segmento de automóveis e comerciais leves, e subiu de 23% para 42% no caso de caminhões e ônibus.
 Já para as vendas internas, a expectativa agora é de 2.320 mil licenciamentos (elevação de 13% sobre o ano anterior), ante os 2.367 mil previstos na coletiva de imprensa de janeiro.
Automóveis foram revistos para baixo, enquanto comerciais leves, caminhões e ônibus foram revistos para cima.
Finalmente, as exportações foram revisadas de 353 mil para 389 mil na expectativa do ano, uma esperada alta de 20% sobre 2020, melhor que a elevação de 9% inicialmente projetada. “Nunca foi tão difícil fazer projeções no Brasil”, desabafou o presidente da  Anfavea. “Além das variáveis socioeconômicas, agora temos também de levar em conta a situação da pandemia, o ritmo da vacinação, a instabilidade política e essa crise global dos semicondutores, sobre a qual pouco podemos antever”, acrescentou Moraes, ressaltando que uma possível restrição de fornecimento de energia elétrica não entrou nos cálculos da associação.



Fenatran é adiada para 2022 (Vitrine 22/06)
O atraso no programa de imunização e o consequente cenário atual da pandemia, levaram montadoras e organizadores da Fenatran a adiarem o evento para novembro do ano que vem.
Segundo nota divulgada pela Reed Exhibitions , empresa responsável pelo salão, “a medida tem como base a reavaliação do cenário atual da pandemia de Covid-19 no Brasil e na cidade de São Paulo e está alinhada com as expectativas e recomendações de entidades e empresas do setor.”
Originalmente programada para os dias 18 a 22 de outubro de 2021, a Fenatran já tem a nova data de realização definida para o período de 16 a 20 de novembro de 2022, no São Paulo Expo, em São Paulo.
A organização disponibilizará, ao longo de 2021, oportunidades de interação do setor em formato virtual pela Rota Digital Fenatran. Esta iniciativa de ações digitais traz webinars e outras experiências, como o Link Summit Fenatran, realizado em maio deste ano, além de Test-Drive Virtual e Interativo, que será lançado ainda neste mês.
“Com essa iniciativa, vamos consolidar a Fenatran como uma plataforma permanente de negócios”, afirma Ana Paula Pinto, gerente do evento.



Grupo BAUKO realiza leilão online de equipamentos de construção (Vitrine 22/06)
A BAUKO, fundada em 1989 e especializada no mercado de locação de equipamentos para movimentação e armazenagem e soluções logísticas, bem como na distribuição e locação de máquinas de Construção & Terraplanagem, está realizando um leilão de empilhadeiras e paleteiras, por intermédio da MaisAtivo, empresa do Grupo Superbid. A empresa, que é Distribuidora Autorizada das Empilhadeiras Toyota no estado da Bahia, disponibilizou 75 lotes, que podem ser arrematados até o dia 25 de junho, exclusivamente por meio de lances eletrônicos no Superbid Marketplace.
Os itens colocados à venda eram utilizados nas frotas dos contratos de locação da companhia e estão situados na cidade de Osasco (SP), na matriz da BAUKO. A desmobilização acontece devido a renovação dos equipamentos, com lances iniciais que variam de R$ 500, em uma transpaleteira elétrica, até R$ 180 mil, em uma empilhadeira a combustão Toyota, com capacidade para 7 toneladas.
O destaque do leilão é a empilhadeira retrátil elétrica Toyota, com capacidade de 1,6 toneladas e ano 2013, pelo valor inicial de R$ 55.950,00.
Os itens estão disponíveis para visitação mediante agendamento prévio, respeitando as normas dos órgãos sanitários. Para mais detalhes dos lotes e do leilão, acesse: https://bit.ly/2TMHOzC



Recém lançado na Europa, novo Volvo FH chega ao Brasil (Vitrine 17/06)

A mais recente geração dos Volvo FH, FM e FMX chega ao país poucos meses após ser lançada na Europa. Ainda mais inovadores, os veículos trazem de série um inédito pacote de dispositivos de segurança, novo painel com avançada plataforma digital e aprimoramentos de aerodinâmica e conectividade que garantem um consumo de combustível até 5% menor. O FM e o FMX têm cabines totalmente novas.
“É uma grande atualização da nossa principal linha de caminhões. Como sempre, estamos trazendo tecnologia de ponta para a América Latina, mantendo a tradição de oferecer aqui produtos globais e antecipar tendências”, declara Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina. “Desde que chegou ao Brasil, a Volvo sempre foi reconhecida pela inovação. E agora conseguimos aprimorar ainda mais várias das tecnologias consagradas da marca, para dar mais segurança e produtividade aos nossos clientes”, acrescenta Alcides Cavalcanti, diretor executivo de caminhões da Volvo.
                                                                                    Conectividade e economia
Os novos Volvo vêm com uma nova versão do I-See, sistema que utiliza a conectividade do caminhão para identificar antecipadamente a topografia da estrada e escolher as melhores marchas, sempre de forma automática. Nos novos caminhões o I-See já vem pré-mapeado de fábrica, melhorando o desempenho e poupando combustível desde a primeira viagem.
Outro avanço vem da própria transmissão eletrônica I-Shift, que está ainda mais inteligente, com até cinco modos de condução, dependendo do modelo. “Conjugado com as melhorias aerodinâmicas nas cabines, o aprimoramento destes recursos de tecnologia e conectividade deixa os caminhões até 5% mais econômicos do que a geração anterior”, afirma Jeseniel Valério, gerente de engenharia de vendas da Volvo.
                                                                                 Painel digital configurável
Todos os veículos ganharam um painel digital de 12 polegadas, totalmente digital, com várias possibilidades de telas configuráveis para a conveniência do motorista. Tudo se ajusta ao modo de direção, mostrando na tela central informações necessárias para as diferentes operações. As inovações garantem mais facilidade no dia a dia, como a inspeção automática de pré-viagem, que verifica inúmeros itens, como desgaste de freios e nível do fluído de arrefecimento. O condutor pode colocar o display do GPS no centro do campo visual e também visualizar o peso por eixo do cavalo mecânico e da carreta, entre inúmeras outras opções.
Outra inovação é a central multimidia de 9 polegadas de tela sensível ao toque. Com visualização fácil, traz tudo ao alcance da mão e visão do condutor, desde o rádio, espelhamento do celular e toda a parte de comunicação do veículo, até aplicativos, telemetria e muitas outras configurações importantes.
                                                                                Segurança aprimorada
O foco em segurança está ainda maior na nova geração de caminhões pesados Volvo. Um dos aprimoramentos é o Piloto Automático de Descida, tecnologia inédita que permite manter a velocidade programada em descidas de serra ou declives mais longos. O sistema conjuga vários dispositivos, como o consagrado VEB; o potente freio motor Volvo; a transmissão eletrônica I-Shift; e até mesmo os freios de serviço do caminhão, acionados de forma automática para não exceder a velocidade máxima estabelecida.
No Volvo FH, há agora a opção de faróis de LED, com sistema antiofuscamento. O dispositivo se adapta automática e gradativamente ao tráfego de veículos, desligando e acendendo os segmentos de LED, independente da ação do motorista, aumentando a segurança de todos os usuários da via, além de garantir a visão máxima ao motorista Volvo.
Agora, a nova linha de caminhões traz de série o pacote de Segurança Freios Eletrônicos EBS. Estes equipamentos garantem uma reação mais rápida dos freios e distribuem a força de frenagem entre os eixos e o conjunto do caminhão como um todo. Eles ainda permitem desgaste menor e mais uniforme de lonas ou pastilhas. Com este pacote, os caminhões possuem sempre freios com acionamento eletrônicos EBS para freios a tambor e disco; Controle de Tração; Freios ABS; Auxílio de Partida em Rampa; Luz de Freio de Emergência e Freio de Estacionamento com ativação/desativação automática.
                                                                                   Câmeras auxiliares
A nova linha pode receber até oito câmeras auxiliares para melhor visibilidade. Uma delas, chamada de câmera de ponto cego, vem instalada na parte inferior do retrovisor direito, garantindo visão em um dos principais pontos cegos do veículo, proporcionando visibilidade de 76m² desta área. Todas as câmeras podem ter sua imagem projetada na tela da central multimídia.
                                                                           Novidades nas cabines
Os novos Volvo chegam com muitas mudanças externas e internas nas cabines. O FH ganhou novo conjunto ótico e nova grade frontal, revigorando o design moderno do modelo. Houve melhorias na aerodinâmica, com cantos mais arredondados, menores frestas entre componentes e o pisca deslocado para a porta.
Internamente a ergonomia foi aprimorada, com um novo colchão de espuma de alta densidade. Novas entradas USB, maior facilidade para limpeza da cabine e novos tecidos de banco são outras novidades. Outra mudança é a nova alavanca da caixa I-Shift, mais ergonômica, que permite melhor movimentação do motorista.
Já os novos Volvo FM e FMX têm uma nova cabine. Inspiradas na nova geração do FH, as cabines ficaram maiores, com muito mais espaço e conforto para o motorista. Além disso, a maior área envidraçada proporciona visibilidade externa 10% maior ao motorista, com mais segurança.
                                                                                     Volvo Connect
Para aproveitar os amplos benefícios de conectividade dos novos caminhões a Volvo criou um ecossistema digital completo que dá acesso fácil e amigável a uma coleção inédita de dados dos veículos. O Volvo Connect melhora a performance geral dos transportadores com uma refinada gestão da frota, novas funções que aumentam a segurança das operações e ferramentas de ponta para a economia no consumo de combustível, principal custo da operação. “O gestor de frota acessa os dados no computador da empresa ou em seu celular. Para compartilhar as informações com outras plataformas, o Volvo Connect se integra facilmente ao sistema utilizado pelos clientes, de um jeito simples e rápido. A nova plataforma substitui o Dynafleet e continua 100% integrada à arquitetura digital dos caminhões Volvo, sem adaptações”, afirma Carlos Banzzatto, gerente de serviços comerciais da Volvo.
                                          Plano de Manutenção Ouro Flex
Outro benefício da ampla conectividade é o novo Plano de Manutenção Ouro Flex. Os transportadores continuam contando com o Plano Ouro, o mais completo do mercado. E agora, com esta nova modalidade de pagamento, só pagarão pelo que usarem, de acordo com a quilometragem efetivamente percorrida. “Esta flexibilidade só é possível porque, com a conectividade, temos um monitoramento detalhado e em tempo real de cada veículo”, destaca Banzzatto. Reforçando a ampla oferta de planos de manutenção da Volvo, o Plano Ouro Flex é ideal para operações que têm muita sazonalidade ou com picos de utilização.
                                                                  Financiamento, consórcio e seguros
A Volvo Financial Services terá opções exclusivas de financiamento, consórcio e seguros no lançamento dos novos caminhões Volvo. “No financiamento, quem adquirir um dos novos veículos ainda este ano terá prazo de até 72 meses para pagar, carência de até seis meses e financiamento de até 100% do valor do bem”, assegura Carlos Ribeiro, presidente da Volvo Financial Services para a América do Sul. O Consórcio Volvo terá um grupo especial de lançamento da nova linha com 500 participantes, além de uma promoção exclusiva. Além do financiamento do seguro do casco e de vida, a corretora Volvo desenvolveu um seguro plurianual, com diversas coberturas sob medida para cada transportador.


Concessionárias de pedágio pleiteiam repassar prejuízos da pandemia aos usuários de estradas (Transvias 10/05)
Na última quinta-feira (06/05), a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), realizou audiência pública com o objetivo de tornar conhecido a coleta de sugestões e contribuições, ao processo de elaboração da metodologia para o cálculo dos impactos causados pela pandemia de coronavírus no âmbito dos contratos de concessão de infraestrutura rodoviária sob gestão da ANTT, bem como da disciplina da respectiva recomposição do equilíbrio econômico-financeiro.
A Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado do Paraná – FETRANSPAR, ao lado de representantes da NTC&Logística e da Confederação Nacional do Transporte (CNT) acompanhou a apresentação feita pelo órgão e rechaçou qualquer proposta que possa trazer mais oneração ao setor de transporte. “Todos os setores, todo o país, todo o Globo teve e está tendo prejuízos com a pandemia. Por que o pedágio quer dividir com a sociedade o seu eventual desequilíbrio? Por acaso quando ocorreu faturamento acima em anos anteriores, foram chamadas audiências públicas para redução de tarifa?”, indagou o presidente da FETRANSPAR e do Sest Senat no Paraná, Coronel Sérgio Malucelli, destacando ainda que “os contratos assinados são de risco e as empresas sabem disso. Além do mais, a pandemia não foi só prejudicial a setor A ou B é unanimidade em toda a economia. Não podemos absorver prejuízos eventuais oriundos das empresas de pedágio”.
                                    Não há espaço para aumento de tarifas
Ainda em abril, a FETRANSPAR já havia manifestado preocupação com a discussão aberta pela ANTT, uma vez que o setor de transporte de cargas também vem sofrendo as consequências da pandemia, assim como todos os outros setores da Economia.
“É hora das concessionárias que administram estradas, também assumirem o papel de empresas, não entendendo o negócio somente como mera exploração de rodovias, mas sim como um sistema que faz parte da economia. E para que elas possam ter seus negócios saudáveis, é necessário que outros setores também estejam saudáveis”, disse o presidente da FETRANSPAR, ainda no mês passado quando o assunto começou a ganhar campo.
Na visão do representante do setor de transportes de cargas do Paraná, as com concessionárias devem buscar outras formas para ajustar suas eventuais perdas. “O Governo Federal já divulgou pacotes de auxílio para o setor privado. É dessas decisões que as empresas devem buscar apoio e não repassar seus prejuízos aos usuários, até porque não se trata de algo pontual em suas estradas. Vivemos uma pandemia. Todos, empresas e cidadão estão sendo impactados por este virus. Entendemos que assim como todos os empresários, os donos de pedágio também estão preocupados. Mas é hora de usar do bom senso, e a ANTT também deveria ir pela mesma linha de repensar pedidos desta natureza”, finaliza Malucelli.



Log-In Logística Intermodal marca presença no WOW Summit 2021 (Vitrine 05/05)
A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação por cabotagem e longo curso, está presente no WOW Summit 21, evento que reúne grandes nomes do mercado de customer experience (CX) do Brasil e exterior. O Diretor de Atendimento e Inovação, Felipe Gurgel, foi convidado para contar a história de evolução da Log-In e compartilhar o início da jornada de centralidade no cliente e transformação digital na companhia.
Durante a entrevista, conduzida por Francisco Zapata, head de Customer Centricity, da consultoria Rokkets, Gurgel explicou como funciona a cabotagem, principal negócio da Log-In, falou sobre os desafios da experiência do cliente no mercado B2B e como a cultura voltada para o cliente tem sido um direcionador estratégico nas tomadas de decisões da companhia.
“Estamos passando por uma verdadeira mudança cultural na Log-In com o envolvimento direto de toda a liderança. Hoje, já desenvolvemos produtos customizados e realizamos um atendimento personalizado. Queremos que os clientes tenham uma ótima experiência conosco, desde o primeiro contato, passando pela venda até o pós-venda”, destacou o diretor.
Disponível em uma plataforma digital até dia 28 de julho, o evento conta com a participação de representantes de grandes empresas, como: Ambev, Electrolux, Bayer, Natura, Bradesco, entre outras. O evento funciona sob demanda e é possível criar sua própria programação, podendo assistir aos conteúdos como e onde quiser. São entrevistas e palestras exclusivas com mais de 50 nomes do mercado de customer experience, nacionais e internacionais, trazendo as principais discussões e tendências do universo de CX.



Volkswagen prepara lançamento comercial do Delivery elétrico (Vitrine 03/05)
O Volkswagen e-Delivery, primeiro caminhão elétrico 100% desenvolvido e testado no Brasil, deve ter seu lançamento em escala comercial ainda este ano, apesar da pandemia. Com autonomia de 200 quilômetros e capacidade de carga entre 9 e 11 toneladas, ele chegará equipado com um motor elétrico produzido pela WEG de 109 cv de potência e 50,1 kgfm de torque e transmissão automática.
O sistema elétrico é alimentado por baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) importadas da China pela Moura com tempo para recarga completa estimado em três horas.
São mais de 100 avaliações rumo ao lançamento, desde temperaturas extremas até análises de interferências eletromagnéticas, que vão corresponder ao equivalente a cerca de 400 mil quilômetros para comprovar a eficiência e a confiabilidade do veículo em todo tipo de condição.
“O mercado já conhece a confiabilidade e robustez da nossa marca e nossa rede de concessionárias. O lançamento do caminhão elétrico segue o mesmo rigor de todos os nossos veículos para garantir a segurança necessária na operação com o melhor consumo de energia e confiabilidade do produto. Ao mesmo tempo, avançamos em toda a preparação na infraestrutura da fábrica e treinamento de toda a cadeia envolvida no negócio para a estreia comercial com a responsabilidade que todos já conhecem da VW Caminhões e Ônibus”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da montadora.
Por trás de toda essa pesquisa e desenvolvimento, está a maior frota de protótipos elétricos para testes em andamento no país e uma equipe de mais de 50 profissionais envolvidos diretamente na execução, aquisição de dados e avaliação dos resultados. Ao longo desses dois anos e meio, veículos elétricos VW rodam com mais de 250 pontos de instrumentação para monitorar o desempenho específico de cada novo componente.
Para enriquecer o resultado, os caminhões e-Delivery percorrem rotas na cidade de São Paulo, mas também na região da fábrica no Sul Fluminense, com condições reais de tráfego. Além disso, todo o trabalho é acelerado com simulações no campo de provas do centro mundial de desenvolvimento da VWCO, localizado na fábrica, em Resende (RJ).
Uma infraestrutura de carregadores de alta potência, com diferentes modelos, foi montada para dar suporte à validação e aos testes num ritmo acelerado. Os veículos rodam 24 horas por dia em três turnos, sete dias por semana, com o objetivo de acumular a máxima quilometragem antes de chegarem definitivamente nas mãos dos clientes e às ruas.
Além de inúmeros novos testes de segurança e específicos para os sistemas de alta tensão do veículo, desenvolvidos seguindo os mais rigorosos padrões internacionais, o elétrico da VWCO passa por avaliações tradicionais de desenvolvimento, durabilidade e desempenho, assim como em qualquer novo modelo da marca. Todo o trabalho é feito para garantir o lançamento com a responsabilidade que sempre rege a atuação da VW Caminhões e Ônibus.





Brasil não renovará pacto de transporte naval com Argentina e Uruguai (
Reuters 03/05)
O governo
brasileiro decidiu não renovar os acordos bilaterais para transporte marítimo que mantém há décadas com Argentina e Uruguai.
Entre outras coisas, os pactos estipulam que a movimentação de mercadorias entre portos dos países signatários deve ser feita, de preferência, em navios registrados em uma destas nações. O acordo assinado com a Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil, está em vigor desde 1985. Já o pactuado com o Uruguai, desde 1976. Ambos preveem a hipótese de cancelamento unilateral, bastando, para isso, que uma das partes comunique sua intenção antecipadamente.
Segundo dados da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, cerca de 46% de todos os produtos que o Brasil exportou para a Argentina, em 2019, foram transportados por via marítima. No caso do Uruguai, este percentual ficou na casa dos 40%.
A decisão brasileira já foi notificada às autoridades dos dois países. E não é inédita. Em 2020, o Brasil não renovou o convênio que mantinha com o Chile desde 1974. Além dos acordos com Argentina e Uruguai (ainda em vigor), o Brasil mantém tratados semelhantes com a Alemanha, Argélia, Bulgária, China, França, Polônia, Portugal e Rússia.
Com o fim dos acordos, o Brasíl reduz reserva de mercado, ampliando a competitividade no setor. “Constatamos que há uma reserva de mercado, uma imposição de barreira geográfica que restringe a competição entre as empresas, limitando a capacidade dos usuários escolherem seus fornecedores, além de outros efeitos que acabam por onerar o frete”, afirmou a secretária-executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento e Exportação, do Ministério da Economia, Natasha Martins do Valle Miranda, em um debate que o Instituto Besc de Humanidades e Economia realizou no mês passado.
Segundo Natasha, os acordos contribuem para encarecer o valor dos custos de transporte de mercadorias entre os países signatários o que, segundo ela, motivaram a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade a defender o fim dos acordos.
“Além das questões concorrenciais, nossa análise é baseada nos princípios e ordenamentos da OCDE. Todos sabem que tanto o Brasil quanto a Argentina pleiteiam uma vaga na organização. E caso um dos dois a consiga, não poderemos manter este acordo. Logo, nós, do governo como um todo, temos que olhar para a OCDE a fim de deixar nosso ordenamento [jurídico] mais perto do que a organização dispõe”, acrescentou a secretária.
                                                                                            Repercussão
O diretor do Departamento de Navegação e Hidrovias do Ministério de Infraestrutura, Dino Antunes Dias Batista, disse, durante o debate, que a pasta defende a manutenção dos acordos bilaterais desde, pelo menos, 2015, quando o governo brasileiro passou a discutir a revogação do tratado com o Chile.
“Desde lá, o ministério tem feito uma defesa bastante firme pela manutenção destes acordos. Porque, no nosso entendimento, eles permitem uma regularidade fundamental para a logística”, disse Batista ao sustentar que os acordos cumprem o objetivo de desenvolver o intercâmbio comercial entre os países signatários.
“Porém, não estamos sozinhos no governo. Existe toda uma discussão, bastante aprofundada. E o governo recebeu muitas demandas de usuários. E os principais usuários da navegação de grande cabotagem [entre países vizinhos] explicitaram que querem o fim destes acordos”, acrescentou o direto. “Acabar com um acordo destes é muito simples, é relativamente rápido, mas retomá-los é muito complicado. Se errarmos a mão, será muito difícil voltar atrás.”
Consultado pela Agência Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento se manifestou favorável à decisão. Segundo o coordenador de logística do Departamento de Análise Econômica e Políticas Públicas, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Carlos Alberto Nunes, a medida faz parte de um “processo contínuo de revisão das relações comerciais do Brasil com seus vizinhos”.
“Estamos com estes acordos [em vigor] há muitas décadas e seus balizadores estão defasados. Hoje, há uma variedade de produtos, de navios com diferentes configurações, legislações distintas para operação das embarcações. Logo, é necessário ajustar estes parâmetros e não vejo muita dificuldade em fazermos estes ajustes”, disse Nunes ao sugerir que novos acordos podem vir a ser negociados em breve, em outros termos.
“[Enquanto isso] O transporte de mercadorias poderá ser feito por navios de qualquer bandeira, o que é positivo, pois estimula a concorrência entre as empresas de navegação, o que pode resultar em menores custos logísticos, o que é bom para todos”, acrescentou o representante do Mapa.
Para a Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac), a decisão do governo não leva em conta a importância dos acordos para todo o setor associado à navegação marítima. “Encerrando o acordo, entregaremos as cargas hoje operadas pelas empresas brasileiras a companhias estrangeiras que atuam no mercado internacional”, sustentou a entidade, em nota enviada à Agência Brasil.
Segundo a Abac, cerca de 20% de toda a carga movimentada em contêineres pelo conjunto das empresas brasileiras de navegação têm como origem ou destino portos argentinos ou uruguaios. Movimentação que, de acordo com a entidade, ajuda a fortalecer a navegação costeira entre portos brasileiros – atividade que o governo pretende estimular por meio do chamado Programa de Incentivo à Cabotagem (BR do Mar), objeto do Projeto de Lei nº 4199/2020, que tramita no Congresso Nacional em regime de urgência.
“A decisão [de não renovar os acordos] certamente deveria ser revista para que a tomada de decisão fosse baseada em números concretos e projeções de mercado, bem como na importância de investimentos em navegação no Brasil, em lugar de entregar um mercado para empresas estrangeiras que não geram empregos, não recolhem tributos e impostos no país e, na sua maioria, utilizam embarcações operando em registros abertos, que têm custos operacionais significativamente menores”, defendeu a Abac.
Já para a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), o fim dos acordos, se concretizado, será positivo. “Esta é uma prioridade do setor industrial, pois trata-se uma demanda da nossa base em função das deficiências nas áreas de logística e infraestrutura, que figuram como um dos principais entraves para o melhor desempenho do comércio exterior brasileiro”, sustenta a entidade. Para a confederação, os acordos são “instrumentos defasados” que desestimulam a competição e contribuem para o aumento dos custos.
“O fim das políticas de reserva de carga no transporte marítimo é relevante para aumentar a competitividade do comércio exterior brasileiro e a integração internacional da economia. No setor de transporte internacional, a experiência tem demonstrado que o que reduz fretes e aumenta o nível de serviços é a competição”, acrescenta a entidade.
Na Argentina, armadores classificaram como “lamentável” a exclusão da navegação de grande cabotagem do rol de serviços contemplados em regimes especiais de tratamento como forma de promover a integração regional.



Governo leiloa hoje trecho de ferrovia na Bahia (Reuters 08/04)
O governo federal vai leiloar hoje (8) um trecho da Ferrovia de Integração Oeste/Leste, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. Chamado de Fiol 1, o trecho de 537 quilômetros de extensão entre as duas cidades poderá transportar mais de 50 milhões de toneladas de carga em 2035, conforme expectativas do governo.
De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão vai destravar o projeto, algo considerado fundamental para transformar a logística no estado. Além disso, contribuirá com a meta de ampliar a participação ferroviária na matriz de transportes do Brasil.
O vencedor do certame ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar por 35 anos, totalizando R$ 3,3 bilhões de investimentos. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão utilizados para a conclusão das obras, que estão com 80% de execução. Nas contas do governo federal, a concessão da Fiol vai permitir a criação de 55 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda ao longo da concessão.
A expectativa é a de que o T aerorecho 1 (Ilhéus-Caetité) comece a operar em 2025, já transportando, segundo estudos, mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro compõe a maior parte da carga a ser transportada no trecho, mas também serão transportados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.
                                                                                            Outros trechos
O governo também pretende projetar a concessão de outros dois trechos: a Fiol 2, entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), com obras em andamento, e a Fiol 3, de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), que aguarda licença de instalação por parte do Ibama.
Será, de acordo com o ministério, um corredor de escoamento que terá 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município de Figueirópolis (TO), ponto em que a Fiol se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.



Governo levanta R$3,3 bi em leilão de aeroportos; CCR leva blocos Sul e Central, Vinci fica com Norte (Reuters 07/04)
O governo federal levantou 3,3 bilhões de reais no leilão para concessão à iniciativa privada de 22 aeroportos nesta quarta-feira, com ágios elevados em relação aos valores mínimos, mas com participação modesta de estrangeiros na disputa que teve como principal vencedora a brasileira CCR.
Com oferta de 2,88 bilhões de reais, a CCR levou a concessão de 9 terminais do bloco Sul, o mais cobiçado, ante valor mínimo de 130,2 milhões. A oferta superou as propostas feitas pela espanhola Aena e pelo Infraestrutura Brasil, do Pátria.
A oferta de 754 milhões de reais da CCR também foi a vencedora do Bloco Central, com 6 aeroportos, ante mínimo de 8,1 milhões. A empresa superou proposta feita pelo consórcio Central Airports, formado por Socicam Infraestrutura e o fundo de investimento XP Infra III.
A francesa Vinci, que já opera o terminal de Salvador, ficou com o bloco de sete terminais da região Norte, com lance de 420 milhões de reais, bem acima do mínimo de 47,8 milhões e que bateu seu único rival, o consórcio Aerobrasil, que ofereceu 50 milhões de reais.
O resultado, que inclui também investimento conjunto esperado para os três blocos de aeroportos de cerca de 6,1 bilhões de reais ao longo de 30 anos de concessão, foi celebrado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, num momento em que o governo de Jair Bolsonaro tenta levar adiante sua agenda de privatizações para reanimar a economia atingida pelos efeitos da pandemia da Covid-19.
“O resultado foi extraordinário, considerando os efeitos da crise que atingiram o setor em cheio”, disse Freitas em coletiva de imprensa online após o leilão. “Os problemas conjunturais passam, os contratos vão permanecer e é bom perceber que os grupos estão enxergando as oportunidades e longo prazo.”
Para especialistas do setor, o ágio total de quase 18 vezes o mínimo definido no edital de fato surpreendeu, considerando o número relativamente limitado de concorrentes estrangeiros.
“A despeito da crise atual e dos potenciais efeitos de médio prazo da pandemia sobre o setor aeroportuário, prevaleceu o interesse das companhias que já operam no Brasil e que conhecem melhor o potencial de negócios no longo prazo”, disse à Reuters Ricardo Jacomassi, economista-chefe e sócio da TCP Partners.
O governo federal promove na quinta-feira o leilão de trecho da Fiol, ferrovia de 537 quilômetros na Bahia, para a qual espera investimento de 3,3 bilhões de reais num prazo de 35 anos. Na sexta será vez de cinco terminais portuários, quatro no Porto de Itaqui (MA) um em Pelotas (RS).
A expectativa do governo é de que as concessões de infraestrutura ao longo do atual governo, até ano que vem, tragam investimentos de 260 bilhões de reais nos próximos anos.
                                                             LOTES
O bloco Sul, que a CCR venceu por meio de sua subsidiária Companhia de Participações em Concessões, inclui os terminais de Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).
A empresa também levou o Bloco Central, com os aeroportos de Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE). A CCR já é operadora do aeroporto de Confins (MG) em parceria com a europeia Flughafen Zürich.
Segundo o presidente-executivo da CCR, Marco Cauduro, como tem cerca de 5 bilhões de reais em caixa, a companhia não deve ter dificuldades para financiar o pagamento da outorga.
“E o resultado de hoje não muda nosso plano de participar em outras licitações”, disse o executivo da companhia, que também opera concessões de rodovias e de mobilidade urbana.
O bloco Norte, arrematado pela Vinci, contém os terminais de Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC).
Segundo Julio Ribas, executivo da Vinci, a companhia vê possibilidade do terminal de Manaus se tornar um hub para interligar o Brasil a outros países da América Latina.
Ele citou entre os atrativos do aeroporto amazonense seu potencial para cargas e passageiros. “Manaus é o terceiro maior terminal de carga do país, com 120 mil toneladas por ano”, disse ele, acrescentando que o volume é três vezes maior que o movimentado em Salvador.
“Temos apetite para participar em novos leilões de aeroportos”, acrescentou o executivo.
Após o primeiro leilão de aeroportos do governo - o último tinha sido em 2017 -, o ministro da Infraestrutura estimou que a próxima licitação no setor ocorra no primeiro semestre de 2022, envolvendo os dois terminais mais cobiçados pelo mercado, o de Congonhas (SP) e o do Galeão (RJ).


Log-In realiza operação inédita na Argentina (Vitrine 25/03)
A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação por cabotagem e longo curso, vem ampliando suas operações no terminal de TecPlata, localizado no Porto de La Plata, em Buenos Aires. No início deste mês foi realizado o primeiro serviço de transbordo de carga da Log-In com dois navios operando simultaneamente, o que possibilitou a conexão marítima entre o porto de Assunção, no Paraguai, e o porto de Santos.
Numa operação inédita, a carga saiu na barcaça Independiente, da armadora Independencia Shipping Line (ISL) do porto de Assunção, atravessou o Rio Paraná e chegou ao terminal de Tecplata, onde atracou simultaneamente com o navio Log-In Jacarandá. Logo em seguida, foi realizada a transferência dos contêineres para o navio da Log-In, que seguiu viagem no mesmo dia em direção ao Brasil, proporcionando vantagens em custos, eficiência e transit time mais rápido para o nosso cliente.
“Essa operação foi um marco para o trade Mercosul e atestou o nosso alto nível de serviço. Seguimos acreditando no potencial da região e nas alternativas que geramos para estimular a competitividade de importadores e exportadores”, destacou o gerente do escritório regional da Log-In em Buenos Aires, Marcelo Oliveira.
Desde 2019, a Log-In escala o terminal de TecPlata regularmente com os navios Log-In Jacarandá, Log-In Jatobá e Log-In Endurance. A conexão marítima na Argentina com carga vinda do Paraguai permite que os contêineres dos navios da Log-In sejam transferidos para navios menores que farão a travessia do Rio Paraná até chegar ao porto de Assunção e vice-versa.
Já na rota Paraguai, mantemos uma parceria com a armadora Independencia Shipping Line (ISL), desde o ano passado, para atender ao porto de Assunção a cada quinze dias. Para viabilizar esse serviço, são dedicados três navios de menor porte, apropriados para navegação fluvial, com capacidade total de 510 TEUs. Os clientes que possuem cargas com destino ao Paraguai são atendidos pelo escritório da Log-In em Buenos Aires e pelo agente da empresa no Paraguai, a Trade Paraguay.



Investimento em aviação regional pode chegar a R$ 1 bilhão em 2 anos
  (Notícias ao Minuto 23/03)
Com a promessa de expandir a aviação regional, os investimentos do Ministério da Infraestrutura no (Minfra) no setor, entre 2019 e o final de 2021, vão chegar a quase R$ 1 bilhão em equipamentos de navegação aérea, reforma e construção de novos aeroportos, nas cinco regiões do país. Segundo a pasta, os recursos direcionados por meio da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) e da Infraero, contemplam 112 municípios.
O objetivo é aumentar a conectividade e possibilitar a ampliação da oferta de voos em todas as 27 unidades da federação. “O governo federal está viabilizando uma grande transformação no setor aéreo, com a melhoria da infraestrutura, do ambiente de negócios e com a desburocratização de processos, buscando ampliar a presença desse modal no interior do Brasil”, destacou o secretário executivo do MInfra, Marcelo Sampaio.
A meta do governo é chegar em 2025 com 200 cidades oferecendo voos regulares. Em 2019, havia 128 aeroportos brasileiros operando de forma regular, de acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A partir de 2020, a pandemia afetou a oferta de voos. Atualmente, apenas 96 localidades estão sendo atendidas, por conta das restrições e da queda de demanda. Com a diminuição do fluxo de passageiros, o MInfra tem buscado acelerar obras de reforma e ampliação em diferentes aeroportos.
“Temos o desafio urgente e global de superar a pandemia e, num segundo momento, de retomar o crescimento da aviação em nosso país”, destaca o secretário nacional de Aviação Civil do MInfra, Ronei Glanzmann. Parte da estratégia, lembra o secretário, depende de equipamentos adequados e obras de modernização da infraestrutura. Por isso, a ordem no ministério é focar no trabalho para permitir, superados os desafios sanitários, que cada vez mais brasileiros tenham acesso ao transporte aéreo.
A Região Amazônica, com muitos municípios isolados e sem ligação rodoviária é a prioridade. Desde 2019, cerca de R$ 200 milhões estão sendo destinados para obras e aquisição de equipamentos em 25 aeroportos, localizados no interior de Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso e Pará.
Além disso, uma parceria público-privada (PPP) está em fase de estruturação para qualificar oito aeroportos do Amazonas (Parintins, Carauari, Coari, Eirunepé, São Gabriel da Cachoeira, Barcelos, Lábrea e Maués), que devem receber R$ 380 milhões em investimentos a partir de 2022. O modelo será o de concessão patrocinada, prevendo a ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos, por gestor privado, com objetivo de melhorar a infraestrutura e a prestação dos serviços. O modelo de PPP deve ser replicado também para outros estados do Norte.
Com licitações autorizadas pelo governo federal em 2020, a expectativa é de construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto de Oiapoque (AP), além da reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras (BA), construção de cerca operacional e guaritas do Aeroporto de Barreirinhas (MA), ampliação e adequação do Aeroporto de Patos (PB), implantação de novo terminal de passageiros e ampliação da área operacional do Aeroporto de Santo Ângelo (RS), e da aquisição de equipamentos para o Aeroporto de Cascavel (PR).
“A aquisição de sistema de segurança, já autorizada por meio de licitação, deve beneficiar o Aeroporto de Jericoacoara (CE). Há previsão ainda de ampliação e adequação do Aeroporto de Bom Jesus do Gurguéia (PI), aguardando licitação. A implantação de auxílios visuais à navegação aérea nos Aeroportos de Paracatu (MG) e Rio Verde (GO) estão com obras iniciadas. Os aeroportos de Valença (BA) e Feira de Santana (BA) também têm licitação em andamento para aquisição do Papi (Precision Approach Path Indicator), sistema que auxilia na navegação visual durante o pouso das aeronaves”, informou o ministério.
Parte dos investimentos na aviação regional do Brasil se dá por meio da Infraero. Entre 2019 e 2020, a estatal investiu mais de R$ 610 milhões para a melhoria da infraestrutura em 49 aeroportos da sua rede, incluindo terminais regionais e também de algumas capitais. De acordo com a Infraero, os recursos utilizados somente em aeroportos com perfil regional representaram 43,6% do total investido no biênio.
“Além dos investimentos feitos que permitiram mais conforto e segurança aos usuários nos últimos dois anos, também vamos investir outros R$ 365,1 milhões, entre 2021 e 2022, para melhoria operacional dos nossos aeroportos de capitais, como Congonhas, Santos Dumont, Belém, Manaus e outros. Soma-se a isso, o trabalho que a Infraero tem desenvolvido junto com os governos estaduais e prefeituras para desenvolvimento da aviação regional”, afirma o presidente da Infraero, Brigadeiro Hélio Paes de Barros.
Em 2021, a estatal vai destinar mais R$ 174,5 milhões para a conclusão de obras de reforma e ampliação dos terminais de passageiros de Navegantes (SC), Uberlândia (MG) e Montes Claros (MG); ampliação do pátio e da pista de pousos e decolagens de Foz do Iguaçu (PR), além de investimentos em Joinville (SC) e Petrolina (PE).
Aos investimentos feitos pelo governo federal, vão se somar recursos privados, a partir das concessões de aeroportos. Durante a 5ª rodada, em 2019, foram leiloados 12 aeroportos, sendo sete localizados no interior de Mato Grosso, Ceará, Paraíba e Rio de Janeiro. Os investimentos nos três blocos regionais são de R$ 3,5 bilhões.
Estão previstos R$ 6,1 bilhões em melhorias para o conjunto dos 22 aeroportos que vão a leilão pela 6ª rodada, marcada para 7 de abril próximo. Além de algumas capitais, serão contemplados 13 aeroportos do interior do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Acre, Amazonas, Maranhão e Pernambuco.
Já na 7ª rodada, com leilão no final do ano que vem, serão R$ 5,3 bilhões para 16 aeroportos, sendo nove regionais localizados no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Pará.


Scania vai paralisar produção por 10 dias por causa da pandemia, diz sindicato  (Notícias ao Minuto 23/03)
Após a Volkswagen, a Scania vai paralisar a produção de veículos em São Bernardo do Campo (SP) por dez dias, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que se reuniu para negociar com a montadora.
A parada nas atividades ocorre devido ao agravamento da pandemia e à lotação de UTIs em diversas cidades do país.
Segundo o sindicato, a fábrica irá funcionar até esta quinta-feira (25), depois suspende as atividades e só retomará a produção no dia 5 de abril, após a Páscoa.
A montadora de caminhões e ônibus é a segunda companhia da região do ABC a anunciar a suspensão das atividades neste período.
Na sexta-feira (19), a Volks confirmou interrupção da operação fabril de quarta (24) ao dia 5 de abril, totalizando 12 dias.
A empresa tem fábricas nas cidades paulistas de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, além de uma planta em São José dos Pinhais (PR).
A Volkswagen também atribui a paralisação à piora na pandemia, com aumento da taxa de ocupação dos leitos de UTI nos estados.
"A empresa adota esta medida a fim de preservar a saúde de seus empregados e familiares. Nas fábricas, só serão mantidas atividades essenciais", disse a montadora em nota.
Em abril do ano passado, a crise de Covid alterou toda a cadeia produtiva de veículos, levando à suspensão das linhas de montagem de todas as marcas no Brasil. O setor de automóveis viveu seu pior momento industrial desde a década de 1950.
Após o anúncio de paralisação da Volkswagen, aumentou a pressão pela parada total na região. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC afirma que continua em negociação com as demais empresas da região.
A GM já havia paralisado a produção do Onix, o carro mais vendido do país, por falta de peças. A previsão era que a fábrica de Gravataí, onde o modelo é produzido, retornasse em junho. A montadora, porém, adiou a volta para o mês seguinte, julho.

 

NovaAmérica realiza leilão de equipamentos agrícolas (Vitrine 19/03)
A  NovAmérica, empresa com atuação no mercado sucroalcooleiro, coloca à venda 44 veículos da frota própria até o dia 24 de março. Os interessados podem oferecer lances por meio do Superbid Marketplace.
Os lotes eram utilizados para suporte na produção agrícola e serão renovados. Há opções de carros, máquinas pesadas e utilitários, com valores entre R$ 2,2 mil e R$ 84 mil.
Os tratores Valtra Bh 210, 4x4, ano 2014, são os destaques do leilão. Cada um será leiloado por valores a partir de R$ 84 mil. Também da marca Valtra, tratores Bh 180, 4x4, ano 2011, estão à venda a partir de R$ 42 mil. Uma colhedora de cana recebe lances a partir de R$ 45 mil. Um caminhão Guindauto Mercedes Benz, ano 1996, pode ser arrematado por R$ 75 mil. Também há opções de transbordos usados para transporte de cana picada a partir de R$ 6 mil.
Todos os lotes podem ser visitados na cidade de Tarumã, na Região Oeste do Estado de São Paulo, mediante agendamento prévio, pelo e-mail cac@superbid.net.
O Leilão NovAmérica ocorrerá em– 24 de março, às 15h


IMAM realiza mais um curso on line de PDM (Vitrine 09/03)
O IMAM realizará no próximo dia 11, mais um cusro on line de PDM - Padrão de Descrição de Materiais e PDS - Padrão de Descrição de Serviços. Mantendo para todos os seus cursos regulares, o sistema de EAD - Ensino À Distância, desde o início da pandemia da Covid 19, o IMAM realizará o primeiro do ano sobre PDM.
Conforme o professor e consultor especialista em PDM, Marcos Valle Verlangieri, é muito importante os profissionais de Materiais, se atualizarem com esta técnica, que permitirá ganhos para a empresa, conforme Verlangieri explica:
"Utilizando a técnica de PDM no cadastro de materiais, a empresa fará o Saneamento do mesmo, gerando uma economia média de 20% na redução do estoque e de em torno de 10% na redução dos itens Ativos do cadastro. Fora isto, facilita a mecanização do sistema de Materiais, reduz custos em geral como do capital de giro imobilizado, redução de lead times de compras e de vendas, unificação de sistemas e diminuição ou mesmo zera os problemas de devoluções por não conformidades".
É um curso objetivo de 1 dia com 8 hs de duração. Ainda dá tempo de se inscrever e participar da sua cidade.
Mais detalhes poderão ser vistos na Agenda de Eventos do portal Guia Log.  



Boeing 737 MAX é seguro para retornar ao serviço na Europa, afirma regulador (Reuters 27/01)

O Boeing 737 MAX está seguro para retornar ao serviço na Europa, disse a Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) nesta quarta-feira, suspendendo a proibição de voos que durou 22 meses após dois acidentes com o jato que causaram 346 mortes.
“Temos plena confiança de que a aeronave é segura, que é a pré-condição para dar nossa aprovação. Mas continuaremos a monitorar as operações do 737 MAX de perto enquanto a aeronave retoma o serviço”, disse o diretor executivo da EASA, Patrick Ky.
“Paralelamente, e por nossa insistência, a Boeing também se comprometeu a trabalhar para aprimorar ainda mais a aeronave no médio prazo, a fim de atingir um nível de segurança ainda maior”, afirmou.








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