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                 Notícias Importantes


Proposta de maior mistura de biodiesel ao diesel será avaliada em reunião do CNPE (Reuters 06/11)
O governo levará à próxima reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), na próxima quinta-feira, a proposta de antecipar o aumento da mistura de biodiesel no diesel para 10 por cento para março de 2018, afirmou nesta segunda-feira o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix.
”A mensagem que trago aqui, em nome do ministro Fernando Coelho Filho, é de que levaremos na próxima reunião extraordinária do CNPE a proposta de antecipar o aumento da mistura de biodiesel no diesel de março de 2019 para março de 2018”, afirmou Félix, durante em evento da consultoria Datagro em São Paulo.
Félix já havia afirmado em setembro que o governo, até o fim do ano, anteciparia o aumento da mistura, dos atuais 8 por cento (B8) para 10 por cento (B10). O tema agora será oficialmente levado para análise do CNPE, colegiado que reúne autoridades do governo federal relacionadas ao setor de energia.
Cálculos das Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove) mostram que, se a mistura passar para B10 em março, a produção de biodiesel poderia ir a 5,3 bilhões de litros em 2018, representando economia de 3,2 bilhões de dólares com importação de diesel. Para 2017, a fabricação de biodiesel está estimada em 4,2 bilhões de litros.
Em paralelo, Félix comentou que o ministro Fernando Coelho Filho participa nesta segunda-feira de reunião com o presidente Michel Temer que tem como um dos temas o RenovaBio, programa de incentivo aos biocombustíveis atualmente em discussão no governo.

Porto do Itaqui projeta exportação maior em 2017 após safra recorde no Brasil (Reuters 03/11)
O porto brasileiro do Itaqui, o de águas profundas mais próximo ao Canal do Panamá, projeta para 2017 um aumento no volume embarcado graças a uma safra de grãos recorde e ao desenvolvimento de uma nova fronteira agrícola no norte do país.
A maior parte da carga de exportação do Itaqui chega via linha férrea, modal considerado mais eficiente que as estradas. É o porto público mais profundo do Brasil, e o tempo de viagem para Europa e América do Norte a partir de lá pode ser sete dias mais curto se comparado a terminais do sul do país.
Itaqui movimenta minerais, grãos, fertilizantes, remessas de combustível e celulose. Até recentemente, foi estratégico para a Petrobras, que aproveitava seu profundo calado para importar combustível em grandes embarcações.
Com uma mudança na estratégia da Petrobras, que praticamente anulou suas operações de transbordo com combustíveis no porto, os grãos tornaram-se ainda mais importantes para as atividades do Itaqui, disse Ted Lago, chefe da empresa estatal maranhense que administra o porto, em uma entrevista por telefone.
Após a mudança da Petrobras, os volumes gerais de carga em 2016 caíram cerca de 23 por cento, num momento em que o novo terminal de grãos do Itaqui ainda estava intensificando suas operações. Uma queda na produção de grãos na região de Matopiba, a nova fronteira agrícola do Brasil, também impactou o volume movimentado no porto no ano passado.
No entanto, a safra em Matopiba se recuperou, e o Brasil teve uma colheita de grãos recorde neste ano. Com isso, o volume total movimentado por Itaqui deve aumentar 12,5 por cento, para 19 milhões de toneladas, com os grãos representando 8 milhões de toneladas, disse Lago.
Ainda assim, recentes questões regulatórias ameaçaram a ambição de Itaqui de se tornar um dos portos públicos mais eficientes do Brasil.
Depois de empresas como a Louis Dreyfus e a Glencore International gastarem cerca de 600 milhões de reais para construir um novo terminal de grãos como parte de um consórcio, uma regulamentação da Antaq limitou a quantidade de grãos que um operador estabelecido, a VLI Operações Portuárias, poderia movimentar em Itaqui.
O limite, que é de 2,4 milhões de toneladas de soja e 90 mil toneladas de farelo de soja, objetivava atrair investidores privados para o novo terminal do Itaqui, disse Lago. A VLI, que tem a mineradora Vale como sua maior acionista, opera uma das duas ferrovias que chegam a Itaqui.
Até que o consórcio conhecido como Tegram Operações Portuárias atinja sua capacidade operacional máxima, o que está previsto para acontecer em meados de 2019, a limitação permanece, disse Lago.

RIOgaleão realiza 2º Simpósio de Segurança Operacional (Vitrine 27/10)

O RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim realizou, nesta quarta-feira (25/10), o 2º Simpósio de Segurança Operacional. O evento contou com mais de 180 participantes para debater o processo de segurança operacional do aeroporto, bem como desafios, inovações no mercado de prevenção aérea e networking. A novidade desta edição é que, além de palestras sobre segurança operacional, houve dois painéis para a discussão sobre o apron control (controle de pátio) e o gerenciamento de fauna. O número de convidados, deste ano, foi superior ao último evento, realizado em 2015, que contou com 120 pessoas. A intenção é que a reunião ocorra de forma anual.
O evento teve a presença de representantes de diferentes segmentos aéreos, como representantes da Aeronáutica, gestores de aeroportos no país, companhias aéreas, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) e o Instituto Nacional do Ambiente (INEA).
Este ano, o diretor de engenharia do RIOgaleão, Antonio Pinto, abriu e encerrou o evento contando sobre a evolução do aeroporto em infraestrutura, serviços e excelência operacional, nos últimos três anos.
“Tivemos um grande desafio, nos últimos anos, ao transformar completamente o aeroporto num terminal mais moderno, eficiente e seguro. Nos Jogos de 2016, a operação foi minuciosamente executada e tudo fluiu corretamente. O último simpósio ajudou na troca de conhecimento e o principal objetivo é que este novo evento traga mais ideias e debates para que possamos melhorar a experiência do passageiro e aperfeiçoar os nossos serviços para atrairmos mais companhias aéreas, novas rotas e frequências, trazendo mais oportunidades de aproximar o Rio com o mundo”, ressalta o executivo.
A programação do simpósio contou com dois painéis e diversas palestras ao longo do dia. As palestras foram realizadas pelo Comandante Antonio José, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sobre a “Importância do Direito Aeronáutico”; pelo tenente da Aeronáutica Lobo Júnior, que falou sobre o trabalho e as funções do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA); e Alan Veras, gerente de operações do RIOgaleão, que palestrou sobre a “Sinergia no ambiente do aeroporto”. Raul Souza, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), discursou sobre as “ocorrências aeronáuticas envolvendo infraestruturas aeroportuárias” e Alberto Pinho, da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), debateu as obras em aeródromos.
Os painéis serão sobre o “Apron Control e suas interfaces” e o “Gerenciamento do Risco da Fauna”. O primeiro abordará o controle de pátio realizado pelo RIOgaleão, ação pioneira no país, e que será moderado pelo integrante do aeroporto, Paulo Barcellos, coordenador de operações do apron control. Entre os convidados deste painel estarão presentes Felipe Cavalcanti, gerente de airside do RIOgaleão; Rodrigo Moser, especialista em regulação da ANAC e o Tenente da Aeronáutica Adriano Melo, chefe da torre de controle do RIOgaleão. 
O segundo painel focará nos desafios e na importância da gestão dos riscos da fauna no entorno dos aeroportos. Para este debate, discursarão o coronel da Aeronáutica Rubens Henrique Balta, responsável pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA); Larissa Cunha, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em comportamento das fragatas; Fernanda Buenaga, especialista do Instituto Estadual do Ambiente (INEA); Pedro Augusto, analista de segurança operacional e coordenador da comissão Nacional de gerenciamento do risco da fauna da GOL Linhas Aéreas, e Mariana Perez, bióloga do RIOgaleão responsável pelo monitoramento e gerenciamento de fauna no aeroporto.


Boeing tem 7,4% mais entregas de aviões no 3º trimestre (Reuters 05/10)

A Boeing disse nesta quinta-feira que suas entregas subiram 7,4 por cento no terceiro trimestre, ajudadas por um aumento na demanda para seus aviões 737.
O número de aviões entregues no período subiu para 202, ante 188 um ano antes, disse a maior fabricante de aviões do mundo.
A Boeing entregou 145 aviões 737, ante 120 um ano antes.
Mas as entregas de 787 Dreamliners caíram para 35, ante 36, enquanto as entregas de 777 diminuíram para 16, ante 22.
A companhia disse que entregou um total de 554 aviões desde o início do ano e espera entregar entre 760 e 765 este ano.
A Boeing também disse que teve 127 novos pedidos para o terceiro trimestre.

Azul anuncia ampliação do hub de Recife com novos voos para Argentina e EUA (Reuters 05/10)
A companhia aérea Azul anunciou nesta quinta-feira a ampliação do hub de Recife, para oferecer novos destinos internacionais e domésticos em 2018.
As cidades argentinas de Rosário e Córdoba serão servidas com voos diretos uma vez por semana, partindo da capital pernambucana. Fort Lauderdale, na Flórida, que já recebe voos diários da Azul desde Campinas, também receberá dois voos por semana partindo de Recife.
A empresa também anunciou que pretende oferecer voos saindo de Recife para as cidades de Serra Talhada e Caruaru, no interior do Estado, logo que os aeroportos puderem receber aeronaves turboélices ATR 72, com capacidade para 70 pessoas.
A concorrente Gol anunciou recentemente a construção de um hub em Fortaleza, em parceria com a Air France-KLM, para ampliar os voos para Europa saindo da região Nordeste.
                                                   ALTA TEMPORADA
A Azul também anunciou que na alta temporada do verão 2017/18 fará a maior operação de sua história, chegando a 100 rotas diárias para 25 destinos, com oferta em janeiro do próximo 124 por cento a mais de assentos sobre um ano antes.

Produção de veículos no Brasil cai 9,2% em setembro ante agosto (Reuters 05/10)
A produção de veículos no Brasil caiu 9,2 por cento em setembro ante agosto, mas avançou 39,1 por cento sobre o mesmo mês do ano passado, para 236,9 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus, informou nesta quinta-feira a associação de montadoras, Anfavea.
As vendas do mês passado somaram 199,2 mil veículos novos, queda de 8 por cento na comparação com o mês anterior e alta 24,5 cento na comparação anual, segundo a entidade.

Petrobras reduz preços de diesel e gasolina nas refinarias nesta quinta-feira (Reuters 05/10)
A Petrobras reduziu nesta quinta-feira os preços do diesel em 1,3 por cento e os da gasolina em 0,3 por cento nas refinarias, de acordo com comunicado publicado no site da estatal.
Os reajustes fazem parte da nova sistemática de preços da Petrobras, que prevê alterações quase que diárias para as cotações dos biocombustíveis.


Tempo para liberação de cargas pela Anvisa em portos e aeroportos aumenta em todo o país, segundo Monitoramento da ABRAIDI  (Vitrine 15/09)
O "Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs - Portos, Aeroportos e Fronteiras", realizado mensalmente pela Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde, revelou um significativo aumento nos prazos para a liberação de cargas de produtos importados pela Anvisa. Em setembro, os piores cenários registrados foram no aeroporto de Congonhas e no porto de Santos/SP, com 25 dias úteis de espera. Em Guarulhos, a espera para a liberação chegou a 20 dias úteis.
A ABRAIDI ainda constatou uma deterioração nos prazos em todo o país. Segundo o Monitoramento, até nos postos onde o tempo era exíguo, a liberação de cargas agora está muito mais demorada. O conselheiro da ABRAIDI, Gil Pinho, cita, como exemplos, os aeroportos de Viracopos/SP e Brasília/DF, onde os prazos eram de 6 e 5 dias úteis, em junho, e passaram para 15 e 10 dias úteis, respectivamente, em setembro.
Os gastos com armazenagem dos produtos representaram US$ 197 milhões – cerca de R$ 615 milhões – em 2016, segundo a Aliança Brasileira da Indústria da Inovação em Saúde (ABIIS).
"Estamos muito preocupados com o cenário piorando e essa situação sendo disseminada em todo o Brasil. Nos recentes encontros em que tivemos com técnicos da Anvisa, houve o comprometimento para sanar o problema. Uma das soluções era a ampliação da liberação remota entre todos os Estados, para os produtos que só precisam de análise de documentos. Na prática, o que estamos vendo é um aumento de prazos em todo o país, muito provavelmente causado pela mudança do fluxo do processo uma vez que cada turma de fiscalização tem entendimentos próprios sobre a aplicação das resoluções da Anvisa", completa Pinho.

 

Aeroporto Galeão - RJ

Porto do Rio de Janeiro - RJ

Aeroporto Guarulhos - SP

Aeroporto Congonhas - SP

Aeroporto Viracopos - SP

Porto de Santos - SP

Aeroporto de Curitiba - PR

Aeroporto de Maringá - PR

Porto de Paranguá - PR

junho

10

10

10

7

6

14

6

2

5

setembro

10

10

20

25

15

25

10

7

7

 

Porto Fronteira de Guaíra - PR

Aeroporto de Recife - PE

Porto de Recife - PE

Porto de Suape - PE

Aeroporto de Confins - BH

Aeroporto de Brasilia - DF

Aeroporto de Porto alegre - RS

Porto Itajai - SC

junho

2

5

5

5

5

5

5

6

setembro

7

8

8

8

10

10

5

10

O "Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs - Portos, Aeroportos e Fronteiras" é feito desde 2014. O processo de fiscalização sanitária da importação de mercadorias é manual e necessita da checagem de inúmeras informações espalhadas em fontes diferentes. O importador tem que informar códigos, descrições e número de registro, que devem ser checados um a um nos bancos de dados da Anvisa. São aferidos os números e validades das Autorizações de Funcionamento (AFE); Alvará Sanitário (Vigilância Sanitária do município aonde o importador se localiza); os nomes e endereços dos exportadores; as condições de armazenagem da carga (zonas de temperatura); os certificados de esterilização, se for o caso; os dizeres de rótulo e embalagem na língua de origem. Em alguns casos, é realizada, inclusive, uma inspeção física, com contagem e verificação da conformidade da mercadoria com os documentos de embarque e transporte.



DHL aprimora serviço de cabotagem no Brasil com operação multimodal e tecnologia (Vitrine 15/09)
A DHL Global Forwarding, divisão do Grupo Deutsche Post DHL especializada em fretes aéreos, marítimos e rodoviários, está investindo para oferecer uma solução diferenciada – mais econômica, segura e sustentável – no serviço de cabotagem. Com mais de 8 mil km de costas navegáveis, o país tem grande potencial para a cabotagem, modal de transporte marítimo cujo volume de carga movimentada cresceu 36% de 2010 para 2016. Em linha com esse movimento, a DHL criou uma equipe dedicada e uma subsidiária exclusiva voltada ao transporte multimodal: a DHL Transportes. Com isso, é possível centralizar tudo o que o cliente necessita em um único parceiro, como rastreabilidade e atenção total à carga e um documento único (CT-e), além de combinar a cabotagem com outros modais de transporte.

Para a CEO da DHL Global Forwarding, Cindy Haring, “o atual cenário econômico e a busca por eficiência levaram muitos clientes a buscar novas soluções logísticas. A cabotagem, certamente, é um caminho, pois une redução de custos, maior segurança e menores impactos ambientais. O potencial deste modal é muito grande, tanto pelas dimensões continentais do país, como pela concentração elevada do modal rodoviário, que continua a ser uma etapa importante, mas que pode ser alavancada por estratégias multimodais e tecnologia”, afirma.
Hoje, a cabotagem chega a usar oito vezes menos combustível do que o modal rodoviário e emite 323% menos CO2. Além disso, 80% da população e 70% das indústrias estão a menos de 200 km da costa brasileira, o que reforça o fato de que o modal tem grande potencial para otimizar, cada vez mais, os embarques domésticos dos clientes.
O Diretor do Produto Marítimo da DHL Global Forwarding, Ricardo Carui, explica que para extrair maior valor deste modal, é necessário um parceiro especializado. “A cabotagem demanda um planejamento maior por parte do cliente por conta da programação de navios que precisa ser respeitada. Logo, contar com um parceiro experiente como a DHL e um processo multimodal é fundamental para manter a solidez e a eficiência da operação”.
A DHL Transportes atua como Operador de Transporte Multimodal (OTM), realizando o transporte multimodal de cargas em embarques nacionais por todo o país, conforme a Lei n.º 9.611. Por meio dela, o cliente trabalha com um único Conhecimento de Transporte (CT-e), lidando com apenas um fornecedor de ponta a ponta. Com isso, há apenas uma cotação/tarifa e pagamento para toda a operação. Observa-se também significativa redução de documentos, follow ups, alertas, auditorias tarifárias e processos de integração do CT-e, o que torna o transporte mais simples e eficiente.
Além de grandes cargas, a DHL ainda oferece a modalidade LCL, ou seja, para cargas fracionadas, o que abre o leque para a utilização da cabotagem. Atualmente, há quatro rotas disponíveis (Santos, Suape, Pecém/Fortaleza e Manaus) com frequência semanal. O escopo dos serviços inclui consolidação, estufagem de contêiner, entrega no porto de origem, cabotagem (porto/porto), coleta no porto de destino e desconsolidação, incluindo o monitoramento de todo o trajeto.
O serviço de cabotagem está disponível para todos os setores da indústria.
“Atendemos tanto clientes que já utilizam a cabotagem como aqueles que desejam fazer uma migração. Quando o cliente vê concretizadas as significativas reduções de custos, ele mesmo solicita a migração das demais rotas chegando, inclusive, a adaptar seu processo industrial, caso necessário”, complementa Ricardo Carui.

Governo inicia conversas para vender participações da Infraero nos aeroportos de Brasília e Galeão, diz fonte (Reuters 23/08)
O governo governo federal já iniciou conversas com dois grupos interessados na compra das participações da estatal Infraero nos aeroportos de Brasília e Galeão (RJ), segundo uma fonte próxima às negociações.
De acordo com a fonte, a chinesa HNA, que recentemente comprou a participação da Odebrecht Transport no Galeão, manifestou interesse em adquirir a fatia de 49 por cento da Infraero no consórcio que administra o terminal internacional carioca.
A Inframérica, controlada pela argentina Corporación América, também deseja comprar a parcela de 49 por cento da Infraero no aeroporto de Brasília. A empresa já é sócia da estatal no consórcio do terminal da capital federal.
“Há tratativas em curso com HNA no Galeão e Infraamérica, em Brasília”, disse a fonte em condição de anonimato. “A questão societária ajustada recentemente (em Galeão), mais o potencial do ativo. Isso aumenta a atratividade desses dois ativos inicialmente”, adicionou a fonte.
A estimativa é que a parcela da Infraero nos terminais em que a estatal tem 49 por cento de participação poderia valer cerca de 5 bilhões de reais, mas diante da urgência fiscal do governo para fazer frente aos déficits de 159 bilhões previstos para esse ano e 2018, a quantia será menor, disse a fonte.
“Daria para chegar a mais de 5 bilhões (de reais) essas fatias da Infraero, mas não agora. Fica difícil avaliar quanto valeria, mas bem menos. Tudo está sendo feito pela meta fiscal o que é ruim”, avaliou a fonte.
O governo também tem interesse em vender as participações da Infraero nos aeroportos de Confins (MG) e Guarulhos (SP), disse a fonte. O primeiro tem CCR e Zurich Airport como sócios privados e o segundo tem como sócios a Invepar e Airports Company South Africa (ACSA).
Procurada, a assessoria de imprensa da HNA não foi encontrada e o consórcio RIOgaleão e a Inframerica não se manifestaram de imediato. A Infraero remeteu o assunto ao Ministério dos Transportes que não pode se posicionar de imediato.
O governo federal deve anunciar nesta quarta-feira um novo lote de concessões e privatizações que fará parte das prioridades do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), incluindo a privatização da Eletrobras, anunciada no início da semana, e a concessão do aeroporto de Congonhas (SP), entre outros projetos

Volvo compartilhará tecnologia de motores com a controladora Geely (Reuters 04/08)
 A sueca Volvo Cars, uma unidade do Zhejiang Geely Holding Group, concordou em disponibilizar alguns motores para os veículos da marca Geely, disseram fontes, aprofundando os laços entre os fabricantes de automóveis que já compartilham tecnologia através da marca Lynk & Co.
Três pessoas próximas à Geely e à Volvo disseram que o primeiro modelo Geely com motor Volvo deve chegar ao mercado já no final do ano que vem, como um carro modelo 2019.
O carro será equipado com um novo motor turbo a gasolina de 1,5 litro que a Volvo vem desenvolvendo para carros menores, disseram as fontes.
Espera-se que a Volvo compartilhe um motor turbo de 2 litros em uma data posterior e que também permita que os carros da Geely usem uma plataforma de veículo comum, que as duas montadoras desenvolveram em conjunto para a Volvo e a Lynk & Co.
"Os termos da joint venture recentemente anunciada entre a Volvo e o Geely Group significam que as tecnologias existentes e futuras podem ser compartilhadas pela Volvo, Geely e Lynk & Co, sob contratos de licença", disse um porta-voz da Volvo.
Como parte do aprofundamento do acordo de compartilhamento de tecnologias, a Geely divulgou nesta sexta-feira que completou a formação de uma joint venture com a Volvo, chamada GV Automobile Technology, para "cooperar em tecnologias automotivas, compras e desenvolvimento futuro" da Lynk & Co, disse a Geely em um comunicado à imprensa.
Os analistas questionaram a capacidade da Geely de absorver o melhor da Volvo quando adquiriu a montadora da Ford Motor Co quase sete anos atrás. No entanto, a Geely vem trabalhando progressivamente para melhorar sua tecnologia com o know-how da Volvo.

Anac notifica Triunfo sobre não pagamento de 5ª parcela da outorga do Aeroporto de Viracopos (Reuters 24/07)

A Triunfo Participações e Investimentos foi notificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) do não pagamento da quinta parcela da contribuição fixa prevista na concessão do Aeroporto de Viracopos, no valor 169,2 milhões de reais, informou a empresa em fato relevante nesta segunda-feira.
A empresa ainda comunicou abertura de sinistro em face da inadimplência no pagamento da outorga relativa a 2016, no valor de 127,4 milhões de reais, a serem pagos com incidência de juros e multa moratória em 173,8 milhões de reais até junho de 2017.
Desde dezembro de 2016, a concessionária mantém depositado na conta outorga 188 milhões de reais para pagamento, mas a transferência dos recursos para o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) depende da liberação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), credor de Viracopos, conforme o fato relevante.
"As negociações referentes ao pagamento da outorga com a Anac, assim como as negociações para liberação dos recursos com o BNDES, estão em curso", informou a Triunfo.
A empresa de infraestrutura ajuizou em São Paulo pedido de homologação da recuperação extrajudicial, segundo fato relevante no sábado, após negociar com cerca de 20 bancos os termos de reestruturação de dívidas no valor de 2,1 bilhões de reais.

Prumo Logística firma parceria com subsidiária do Porto da Antuérpia para Porto de Açu (Reuters 24/07)
A Prumo Logística firmou acordos com uma subsidiária do Porto da Antuérpia para prestação de serviços de consultoria e investimento voltados ao complexo industrial do Porto de Açu, segundo fato relevante divulgado nesta segunda-feira.
Como parte da parceria, a Prumo pagará ao Porto de Antwerp International NV (PAI) um total de 7,8 milhões de dólares em troca de serviços de consultoria ao Porto de Açu por um prazo de 10 anos. Esse montante poderá ser elevado a 16,4 milhões de dólares, se implementado um investimento opcional pela PAI.
O contrato de investimento prevê que a PAI deverá subscrever novas ações emitidas pelo Porto de Açu no valor de 10 milhões de dólares, o equivalente a 1,176 por cento do capital social.
A subsidiária do Porto da Antuérpia ainda terá a opção de subscrever dentro de 18 meses mais 10 milhões de dólares em ações adicionais. Com o investimento, a PAI poderá nomear um membro do conselho de administração do Porto de Açu e passará a ter direito de veto sobre certos assuntos.

Prumo Logística assina acordo com GranEnergia Navegação para soluções integradas em óleo e gás (Reuters 20/07)
A Prumo Logística assinou contrato definitivo com a GranEnergia Navegação para constituir um veículo de parceria denominado Dome, por meio do qual oferecerá soluções integradas de serviços para indústria de óleo e gás, segundo fato relevante nesta quinta-feira.
"A Dome irá contribuir para o aumento da eficiência, otimização de custos e integridade das instalações, visando a sustentabilidade dos projetos e operações da indústria de óleo e gás", informou a Prumo no comunicado.
A Dome deverá ocupar 47 mil metros quadrados no Terminal 2 do Porto de Açu.




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