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                 Notícias Importantes


Governo federal estuda alternativas de acesso ao Porto do Açu, diz secretário (Reuters 19/04)
 O governo federal estuda uma alternativa legal, jurídica e financeira para viabilizar acesso por terra ao Porto do Açu, no norte do Estado do Rio de Janeiro, disse nessa quarta-feira o secretário de fomento do ministério dos Transportes, Dino Antunes Dias Batista.
Segundo ele, a demanda para a construção de um trecho rodoviário de aproximadamente 50 quilômetros entre a Autopista Fluminense e o porto foi apresentada pela Arteris, concessionária que administra a rodovia que fica próxima do terminal portuário. A direção do Porto do Açu também participa do estudo com a Arteris, afirmou o secretário.
"O que se discute é incluir essa rodovia (do Açu) no contrato da Autopista Fluminense", disse o secretário a jornalistas.
Batista, porém, afirmou que uma solução para conexão rodoviária para otimizar o porto administrado pela Prumo Logística não será fácil. Por se tratar de um pequeno trecho, o secretário entende que seria complicado criar um modelo de negócio rentável a um eventual novo investidor.
O mais natural, para Batista, seria vincular o novo trecho à concessionária Autopista Fluminense. Mas, o desafio será encontrar um arcabouço legal e jurídico que viabilize a concessionária incluir uma nova concessão que não estava no escopo original.
"Isso poderia ser uma concessão autônoma, mas talvez não tenha retorno", disse ele. "Acho muito difícil viabilizar uma concessão pura ali. Se há alguma forma de viabilizar é juntando com a Autopista Fluminense, porque há sinergias importantes ali. O fluxo é sinérgico e é bom para Autopista Fluminense. A sinergia pode viabilizar", acrescentou.
O diretor geral da ANTT, Jorge Bastos, em evento na Firjan, disse que considera o projeto juridicamente complicado e, afirmou que houve um erro conceitual no projeto do Porto do Açu, que priorizou dutovias e não estradas e ferrovias para a chegada e o escoamento de mercadorias. “Foi um erro de projeto grave no Açu porque pensaram no acesso apenas com dutos; não se pensou no acesso rodoviário. Temos que estudar um viabilidade jurídica para essa rodovia", frisou Bastos.
O porto do Açu originalmente foi um projeto do grupo EBX, do empresário Eike Batista. O empreendimento passou ao controle da Prumo, controlada pelo fundo norte-americano EIG Global Energy Partner, em 2013.
                                                                   FERROVIA
Paralelamente, há no governo federal uma outra discussão, sobre viabilização de um acesso por ferrovia, a Rio-Vitória, que passaria pelo Porto do Açu. Segundo o secretário, a ferrovia em análise teria três trechos, ligando Rio de Janeiro - Porto do Açu, Açu - Porto Central e Açu - Vitória, no Espírito Santo.
"Tem um estudo conjunto do Rio e do Espírito Santo para viabilizar a ferrovia, mas ainda tem que fechar a equação econômica-financeira", disse o secretário de fomento do Ministério dos Transportes.
Os estudos avaliam a possibilidade de fazer a equação financeira junto com a renovação das concessões das ferrovias entre elas MRS e a ferrovia Vitória-Minas (concessão da Vale). "Eles poderiam assumir a obrigação da ferrovia", disse Batista.

Governo avalia privatização ou concessão do porto de Vitória, diz secretário (Reuters 19/04)
 O governo federal está avaliando a possibilidade de concessão ou privatização do porto de Vitória até o final de 2018, afirmou nesta quarta-feira o secretário de fomento e parcerias do Ministério dos Transportes, Dino Antunes.
"O porto de Vitória é enxuto e favorece a concessão à iniciativa privada", disse o secretário durante evento do setor de transportes.
A Reuters publicou na segunda-feira citando fontes que o governo federal vai começar a estudar a privatização de todo o porto de Vitória, em modelo diferente do adotado até agora e que tem sido marcado por arrendamento de áreas portuárias.
Antunes ponderou que as discussões no governo sobre o porto de Vitória estão em estágio preliminar e que a concessão de portos será avaliada caso a caso. Ele descartou possibilidade de concessões do porto de Santos (SP) e de portos no Estado do Rio de Janeiro.
O porto de Vitória movimentou 6 milhões de toneladas líquidas de mercadorias diversas em 2016, volume cerca de 3 por cento abaixo de 2015, segundo informações da administradora Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).
No primeiro bimestre deste ano, a movimentação total somou cerca de 1,1 milhão de toneladas, com alta de 29 por cento ante o mesmo período de 2016.
O porto tem 14 berços de atracação e canal de 7,5 quilômetros de extensão com largura máxima de 215 metros e é capaz de receber navios de tipo Panamax, segundo a Codesa.
As cargas predominantes no porto de Vitória incluem contêineres, café, produtos siderúrgicos, concentrado de cobre, fertilizantes, celulose, açúcar e automóveis e máquinas e equipamentos.

Concessionárias podem ter de reduzir pedágio ou ver prazo de concessão reduzido por reperfilamento (Reuters 19/04)
As concessionárias de rodovias podem ter de reduzir tarifas de pedágio ou ver reduzido o prazo de suas concessões como condição exigida pelo governo federal para renegociar investimentos previstos nos contratos atuais, disse nesta quarta-feira o secretário de fomento do Ministério dos Transportes, Dino Antunes Batista.
O secretário acrescentou ainda que a medida em estudo pelo governo federal será analisada caso a caso.
"É uma equação complexa e ainda não temos uma reposta. Não estamos falando em reequilíbrio contratual. Precisamos encontrar uma solução que não é reequilíbrio, que o usuário não pode ser penalizado e o concessionário não pode ser o único beneficiado. Isso tem que ser rápido", disse Batista.
O governo federal está tentando ver convertida em lei medida provisória (MP 752) publicada no fim do ano passado que trata principalmente de regras para a prorrogação de concessões atuais de infraestrutura e para a devolução de contratos com problemas.
O relator do texto na Comissão Mista do Congresso que analisa a MP, Sérgio Souza (PMDB-PR), informou no início do mês que houve inclusão de dispositivos que possibilitam ao governo negociar flexibilizações nas obrigações como, por exemplo, nos prazos para execução de investimentos, mediante compensação por redução na tarifa.
"Em rodovia você tem investimentos a fazer e a demanda é alongar o investimento nas rodovias (...) Só tem duas alternativas naturalmente, ou você reduz tarifa ou reduz prazo de concessão. Isso que a gente está avaliando", disse Batista.

RIOgaleão vai depositar cerca de R$920 mi referente a restante da outorga de 2016 do Galeão, diz secretário (Reuters 19/04)
 A concessionária RIOgaleão, que administra o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, vai depositar perto de 920 milhões de reais nesta quarta-feira referente ao restante da outorga de 2016, disse o secretário de fomento e parcerias do Ministério dos Transportes, Dino Antunes.
O secretário confirmou também que o Ministério avalia a possibilidade de concessão ou privatização do porto de Vitória (ES), ainda que as discussões no governo sejam preliminares. A Reuters antecipou nesta semana que o governo iria iniciar estudos para privatizar o porto e que o processo a ser estudado é diferente dos arrendamentos portuários feitos até o momento.

Airbus tem 62 encomendas de aviões junto a companhias aéreas do Brasil (Reuters 29/03)

A fabricante europeia de aviões Airbus tem encomendas de ao menos 62 aeronaves junto a companhias aéreas brasileiras para serem entregues nos próximos cinco a oito anos, afirmou nesta quarta-feira o presidente da empresa para América Latina, Raphael Alonso.
Segundo ele, a demanda doméstica por voos vai ter uma expansão média anual de 4,8 por cento até 2035, ante a média mundial estimada em 4,5 por cento.
"O Brasil vem de crise econômica e vemos a luz no fim do túnel e crescimento potencial", disse o executivo. "As economias que estão emergindo e quem têm população maior terão maior movimento (...) Estamos vindo de um período difícil e vamos para céu de brigadeiro", acrescentou.
A expectativa da Airbus é de um aumento no índice de voos no Brasil nos próximos anos, saindo de um indicador de 0,5 per capita em 2015 para 1,1 per capita em 2035. Nos Estados Unidos, o índice é de 4 per capita.
Alonso afirmou que mais 825 aeronaves serão adicionadas à frota brasileira para atender a demanda local até 2035. No ano passado, a frota comercial era de 686 aeronaves. A Airbus tem como objetivo capturar uma participação de mercado de cerca de 60 por cento até a data, disse o executivo.
A fabricante europeia estima que entre 2016 e 2035 a América Latina precisará de 2.570 novas aeronaves de passageiros e carga, incluindo 2.030 de corredor único e 540 de corredor duplo, com valor estimado em 350 bilhões de dólares.
Os clientes atuais da Airbus no Brasil incluem as companhias áreas Latam, Azul e Avianca.


RIOgaleão Cargo reúne executivos de empresas públicas e privadas para promover o primeiro HealthCare (Vitrine 29/03)
O RIOgaleão Cargo realizou, na manhã desta quarta-feira (29/3), o primeiro encontro da cadeia logística-fármaco do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o RIOgaleão Healthcare. O objetivo da ação foi o de reunir exportadores e importadores para mostrar o processo de modernização da estrutura física do terminal de cargas e do controle logístico de mercadoria fria com a implantação de um procedimento mais ágil e simplificado, inclusive junto aos órgãos públicos de fiscalização e segurança. O Healthcare aconteceu no auditório do prédio administrativo do RIOgaleão Cargo e contou com uma rodada interativa de palestras entre executivos e players do mercado para a troca de experiências, além de estimular uma informação mais instantânea e imediata. O evento contou com a participação de Patrick Fehring, diretor do Terminal de Cargas do RIOgaleão; Ronald Schaefer, da IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos); Stavros Evangelakaks, da Cargolux; Silvia Helmer, da Lufthansa; Rosilene de Aquino, da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Saulo de Carvalho Junior, da ANFARLOG (Associação Nacional de Farmacêuticos Atuantes).
A sessão de palestras foi iniciada por Patrick Fehring, que relatou as mudanças feitas no RIOgaleão Cargo, o que inclui investimentos de R$ 30 milhões em modernização, infraestrutura e profissionais capacitados e, com isso, tornar o terminal adaptado para receber a cadeia fria da logística de cargas. O executivo explicou a importância da conquista do CEIV Pharma (Centre of Excellence for Independent Validators), certificado obtido pelo RIOgaleão Cargo esse ano emitido pela IATA, e que significa o reconhecimento a nível mundial de um elevado padrão de qualidade. O título é o primeiro obtido entre os aeroportos das Américas e atesta que todo o processo logístico do terminal atende às boas práticas exigidas pelo setor. Também comprova que o terminal de cargas possui uma operação eficiente, ágil e segura, o que consolida o RIOgaleão Cargo como uma das principais portas de entrada de produtos farmacêuticos da América Latina.
Em seguida, Ronald Schaefer, representante da IATA, falou no painel “Comunidade CEIV Pharma” sobre a importância e os benefícios do título para toda a cadeia fria do aeroporto. Integrantes da Lufthansa e da Cargolux, Stavros Evangelakaks e Silvia Helmer, respectivamente, apresentaram no painel “Produto Farma nos ares” equipamentos, produtos e certificações da indústria farmacêutica tendo como objetivo mostrar as novas ferramentas que oferecem celeridade ao processo logístico de carga fria.

A representante da ANVISA, Rosilene de Aquino, foi a palestrante do painel “VICOMEX: funcionalidades e benefícios”. Trata-se de um sistema, pioneiro entre os aeroportos brasileiros, e que será instalado no RIOgaleão Cargo para agilizar todo o processo de despacho de carga fria. Desde a saída da mercadoria, o contato com a companhia aérea e os órgãos públicos de fiscalização e segurança até o destino final. Para encerrar o encontro, houve uma apresentação de Saulo Junior, da ANFARLOG, que discutiu o procedimento de segurança da carga fria na cadeia logística. As apresentações feitas em inglês, durante o RIOgaleão HealthCare, tiveram tradução simultânea para os participantes.
Após o encontro, todos os presentes foram convidados a participar de um tour completo para conhecer o Complexo Frio RIOgaleão e, assim, entender todas as melhorias implementadas pelo terminal e comprovar a sua capacidade de receber carga fria com um padrão de qualidade a nível mundial. O gerente operacional, Maurício Felgueiras, realizou o trajeto junto com o time de farmacêuticas do RIOgaleão Cargo.
- O RIOgaleão Cargo conta com a segunda melhor malha aérea entre os aeroportos do país e possui duas frequências fixas de cargueiros, sendo uma para os Estados Unidos e outra para a Europa, que realiza diversos negócios de logística fármaco. Nosso compromisso é incentivar cada vez mais o networking entre os players do mercado e realizar eventos nos quais possamos expor benefícios e vantagens do terminal carioca para o mundo. Desta forma, estimularemos, inclusive, novos negócios para a cidade – explica Patrick Fehring, diretor do RIOgaleão Cargo.


RIOgaleão e Aeroportos Brasil Viracopos firmam parceria com equipe de segurança operacional da BH Airport (Vitrine 16/03)
Em janeiro do ano passado, o RIOgaleão e a Aeroportos Brasil Viracopos (Campinas, SP) firmaram uma parceria inédita entre suas equipes de Segurança Operacional para a realização de auditorias em ambos os aeroportos. Para dar continuidade à ação e adicionar ainda mais expertise, a BH Airport (concessionária do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, MG) se uniu à iniciativa para participar das próximas edições.
Além de aproximar os profissionais do setor e facilitar a troca de experiências, a medida cumpre com quesitos normativos obrigatórios de que a auditoria seja realizada por profissionais com conhecimento técnico apropriado e experiência comprovada e aceita pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A primeira ação foi feita, em 2016, pela equipe do Aeroporto Internacional Tom Jobim, que realizou auditoria nas áreas de Operações, Resposta a Emergências, Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) e Manutenção do Aeroporto Internacional de Campinas. A equipe de Viracopos também visitou o aeroporto do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte no ano passado, dando sequência à parceria. A primeira ação com a equipe da BH Airport está prevista para ocorrer em julho deste ano, em Campinas e, entre os dias 22 e 24 de novembro deste ano, no Rio. 


ABOL apoia programa Formare de qualificação profissional como projeto de desenvolvimento social (Vitrine 09/03)
A ABOL - Associação Brasileira de Operadores Logísticos, com a missão de representar, promover e desenvolver os operadores logísticos do Brasil para que gerem valor de forma sustentável, fomenta suas ações em programas e projetos que tenham compromisso com o crescimento econômico, geração de emprego e renda e que estejam voltados ao desenvolvimento e inovação tecnológica para o incremento da logística. Para tanto, apoia seus associados e entidades parceiras que tenham os mesmos propósitos e valores para enfrentar os desafios cada vez mais complexos de um país que demanda soluções robustas e imediatas, mas firmes e duradouras.
“Nesse contexto estamos apoiando a Fundação Iochpe como entidade parceira no instante em que incentivamos a adesão de novos associados ao programa Formare, como plataforma de inserção social nas comunidades onde nossas empresas atuam, oferecendo aos jovens do entorno oportunidades extraordinárias de aprendizado”, destaca Oswaldo Dias de Castro Jr., presidente do Conselho Deliberativo da ABOL.
Desenvolvido pela Fundação Iochpe, o programa Formare oferece a jovens em situação de vulnerabilidade social cursos iniciais preparando-os para o mercado de trabalho. Em parceria com empresas de médio e grande porte, o curso tem duração de cerca de 1.200 horas/aula, desenvolvidos para atender as características e necessidades de cada empresa e realidade do mercado de trabalho local.
“No cerne do planejamento estratégico da ABOL estão as questões regulatórias do setor, a excelência operacional e a inovação, bem como o desenvolvimento do capital humano. Indo ao encontro desses três pilares estratégicos, está o Programa Formare, dado que atende, em uma só iniciativa, questões regulatórias com o Formare Aprendiz, a capacitação do jovem para a melhoria do discernimento e cognição no aprendizado, pondo-se apto à capacitação para um novo mundo profissional que visa, efetivamente, a excelência contínua das pessoas e dos processos. Em adição, encontramos no Formare um caminho inovador para as empresas investirem nas suas práticas sociais. Além de dar oportunidade aos jovens das cercanias das suas instalações a se qualificarem, o programa utiliza o ambiente de trabalho como um grande laboratório de aprendizagem, envolvendo e engajando o público interno, o que traz ganhos à cultura organizacional e qualifica futuros profissionais que têm conhecimento profundo do negócio da empresa após passarem pelo menos um ano em contato diário com as suas especificidades”, enfatiza Cesar Meireles, diretor executivo e CEO da ABOL.
Com 65 unidades, o Programa Formare já conta com 42 empresas parceiras, e qualifica em média 1.300 alunos por ano. O número de educadores voluntários é ainda mais alvissareiro, dado que cerca de 5.000 profissionais das empresas participantes do Formare estão engajados no programa. Nessas quase três décadas de implantação, o programa atingiu 12 estados brasileiros e 50 municípios, avançando na América Latina com duas unidades no México.
Para Renato E. Simenauer, diretor da Fundação Iochpe, idealizadora e responsável pelo Formare, a parceria com a ABOL tem um significado todo especial e pioneiro. “Com a ABOL estamos dando um passo inovador, já que até então, vínhamos realizando ações diretamente com as empresas e agora também com associações empresariais. Isso, certamente, trará mais celeridade na expansão do programa, com consistência e sustentabilidade.”

RIOgaleão realiza simulado de movimentação de produtos perigosos no pátio das aeronaves (Vitrine 07/03)
O RIOgaleão realizou um simulado de movimentação de produtos perigosos, no pátio das aeronaves, para testar a logística operacional do aeroporto e a integração dos times em situações de alta periculosidade. Quarenta e cinco profissionais – tanto do RIOgaleão, quanto de órgãos públicos de saúde e segurança – foram mobilizados para o simulado, que durou cerca de duas horas. No início do ano, o RIOgaleão já havia capacitado os bombeiros que atuam no Aeroporto Internacional Tom Jobim para combater ocorrências de emergências radioativas (cargas perigosas). Com estes treinamentos, o aeroporto passou a ser o único do país a ter equipe habilitada para enfrentar situações que envolvam acidentes radiológicos.
O simulado com carga perigosa, promovido pela concessionária, foi o primeiro em que todos os parceiros da operação aeroportuária estiveram envolvidos e não somente a equipe de emergência da concessionária. O propósito do exercício foi gerir a integração e avaliar a atuação de todos os grupos responsáveis pelo atendimento a emergência do aeroporto, que recebe um alto fluxo de circulação de cargas dessa natureza. Uma equipe da companhia aérea American Airlines fez parte da ação e foi responsável por simular o manuseio de uma carga perigosa que foi derramada, no pátio, no percurso que seria feito em direção à aeronave. O incidente pode ocorrer no dia a dia e representar um risco à operação do aeroporto ou ainda ferir pessoas que estiverem de posse da carga.

Participaram do simulado representantes do Centro de Operações a Emergência, do serviço médico e remoção de vítima, dos bombeiros, da segurança e da área de sustentabilidade do RIOgaleão. Foram, ainda, convidados como observadores agentes de órgãos públicos do Hospital da Força Aérea do Galeão (HFAG), da Cruz Vermelha e do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo/Galeão (DTCEA-GL). Já entre os participantes que atuaram na prática, durante o simulado, houve a presença da companhia aérea American Airlines, do Grupamento de Operações com Produtos Perigosos (GOPP) e Centro de Operações GSE/ SAMU.
Nos próximos meses, outras turmas serão formadas pelo RIOgaleão para que mais de 200 funcionários estejam aptos a agir corretamente em um cenário crítico de acidente com cargas perigosas que possa ocorrer no aeroporto.

Consumo de gás em SP cai 16,2% em 2016 por menor demanda industrial e de térmicas (Reuters 07/02)

O consumo de gás canalizado de São Paulo caiu 16,2 por cento em 2016 ante o ano anterior, devido à retração da demanda industrial e de usinas termelétricas, registrando seu terceiro recuo anual consecutivo, segundo pesquisa publicada nesta quarta-feira pela Secretaria Estadual de Energia e Mineração.
Foram utilizados, durante todo o ano passado, 5,03 bilhões de metros cúbicos (m³), contra 6 bilhões de m³ em 2015.
O setor industrial, responsável por 72,9 por cento do consumo de gás no Estado, utilizou 3,8 bilhões de m³, indicando um decréscimo de 7,5 por cento em relação ao ano anterior.
"O gás canalizado é uma das principais fontes de energia para a indústria e São Paulo é o Estado mais industrializado do país. A redução de 313 milhões de metros cúbicos no consumo anual de gás desse setor reflete exatamente a desaceleração da economia nacional em 2016", disse em nota o secretário de Energia e Mineração de São Paulo, João Carlos Meirelles.
O secretário explicou ainda que o período chuvoso do ano passado encheu os reservatórios de usinas hidrelétricas, fazendo com que termelétricas fossem desligadas e reduzissem o consumo de gás em 676 mil m³ ante o ano anterior.
Em contrapartida, o consumo dos setores residencial e comercial subiu em 2016 em relação a 2015, com crescimento de 15,4 por cento nas residências e 5,6 por cento no comércio, enquanto o consumo de gás natural veicular (GNV) ficou praticamente estável, com alta de 0,4 por cento no ano.
Em dezembro, o consumo total de gás no Estado caiu 6,3 por cento ante o mesmo mês do ano anterior.

Lucro da GM no quarto trimestre cai por perdas com câmbio (Reuters 07/02)
A General Motors divulgou nesta terça-feira queda no lucro líquido no quarto trimestre em parte explicado por perdas de 500 milhões de dólares com o câmbio, e a montadora prevê lucro por ação estável em 2017.
Às 13h34, a ação da montadora norte-americana recuava 4,5 por cento, com investidores preocupados com os maiores estoques da GM nos EUA
A GM disse que o lucro foi pressionado em 2016 porque a montadora lançou vários modelos de automóveis em um momento em que os consumidores estão se afastando de carros para comprar SUVs.
Os estoques de veículos não vendidos em seus revendedores norte-americanos aumentaram em um terço para 845.000 veículos no final de 2016. O diretor financeiro da GM, Chuck Stevens, disse que a empresa acumulou estoques antes de lançamentos de produtos, e pretende reduzir os estoques durante todo o ano.
O lucro líquido da GM no quarto trimestre caiu para 1,8 bilhão de dólares, ou 1,19 dólar por ação, ante 6,3 bilhões de dólares, ou 3,92 dólares por ação, um ano antes.
Excluindo itens extraordinários, a GM lucrou 2,4 bilhões de dólares, ou 1,28 dólar por ação, no último trimestre, 14 por cento abaixo do ano anterior. O resultado ajustado superou as expectativas dos analistas de 1,17 dólar por ação.
A GM previu lucro ajustado por ação para todo o ano de 2017 de 6,00 a 6,50 dólares por ação, ante 6,12 dólares para todo o ano de 2016.
A maior parte do impacto cambial foi causado pelo declínio do valor da libra esterlina após o Reino Unido votar para deixar a União Europeia, disse GM.

Companhia aérea Azul faz registro para IPO nos Estados Unidos (Reuters 06/02)
A companhia aérea Azul registrou pedido para oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos de até 100 milhões de dólares, de acordo com informações da Securities and Exchange Comission (SEC).
No pedido apresentado ao órgão regulador do mercado de valores mobiliários norte-americano, a Azul informou que planeja usar uma parte dos recursos da oferta para pagar aproximadamente 333 milhões de reais em dívida.

Encomendas industriais fortes indicam forte início de ano para a Alemanha (Reuters 06/02)
A maior demanda doméstica e internacional em dezembro levou ao maior aumento mensal das encomendas à indústria da Alemanha em cerca de dois anos e meio, o que sugere que o primeiro trimestre de 2017 pode estar começando bem.
As encomendas de produtos fabricados na Alemanha aumentaram 5,2 por cento no mês, disse o Ministério da Economia. Essa foi a maior alta desde julho de 2014 e ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,5 por cento.
A demanda doméstica saltou 6,7 por cento, enquanto as encomendas do exterior aumentaram 3,9 por cento, com uma alta de 10,0 por cento dos pedidos de países da zona do euro.
Os dados, divulgados pelo Ministério da Economia em Berlim nesta segunda-feira, deram indicações de que o crescimento econômico da Alemanha continuará em 2017, apesar das crescentes incertezas políticas que incluem a agenda potencialmente protecionista dos Estados Unidos.
"Um trimestre sensacionalmente forte no setor industrial", disse a economista da Sal. Oppenheim Ulrike Kastens, acrescentando que os números apontam para uma recuperação econômica geral na zona do euro.
"Apesar das incertezas políticas, a economia alemã está mostrando um desenvolvimento mais robusto", disse Kastens, acrescentando que agora espera um crescimento trimestral de cerca de 0,6 por cento no primeiro trimestre, após 0,5 por cento no último trimestre de 2016.
Em sinal de que o consumo privado continuará a impulsionar o crescimento alemão, os salários nominais subiram 2,3 por cento em 2016, segundo dados separados da Agência Federal de Estatística nesta segunda-feira.
Com inflação de 0,5 por cento no ano passado, o crescimento real dos salários foi de 1,8 por cento.

Diesel cai 0,3% nos postos do país; gasolina sobe 0,03%, aponta ANP (Reuters 03/02)
O preço médio do diesel vendido nos postos do Brasil caiu levemente na semana passada, enquanto o valor da gasolina teve ligeira alta, após a Petrobras ter reduzido o valor de ambos os combustíveis vendidos nas refinarias ao fim de janeiro, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta sexta-feira.
O diesel caiu 0,3 por cento nesta semana, para 3,112 reais por litro, ante a semana anterior, enquanto a gasolina teve alta de 0,03 por cento, para 3,766 reais por litro.
Os percentuais mostram que a redução de preço aplicada pela Petrobras em 27 de janeiro não chegou aos postos. Na semana passada, o diesel havia subido 0,4 por cento, enquanto a gasolina teve queda de 0,2 por cento.
Em seu último movimento de preços, a Petrobras reduziu o preço do diesel nas refinarias em 5,1 por cento e o da gasolina em 1,4 por cento.
Em janeiro, a Petrobras afirmou que, se o reajuste fosse repassado integralmente aos consumidores, o diesel poderia cair, em média, 2,6 por cento, ou cerca de 0,08 reais por litro, e a gasolina, 0,4 por cento ou 0,02 reais por litro.
A petroleira, entretanto, tem destacado que o impacto do reajuste no preço final ao consumidor depende de decisões de postos de combustíveis e distribuidoras.
O etanol hidratado, concorrente da gasolina nas bombas, por sua vez, teve queda de 0,3 por cento nesta semana, para 2,920 reais por litro.
A Petrobras anunciou em outubro sua nova política de preços de combustíveis, onde ela se comprometeu a avaliar os preços dos derivados vendidos por ela no Brasil às distribuidoras pelo menos uma vez por mês e nunca permitir que eles fiquem abaixo da paridade de importação.
Desde então, a empresa reduziu o preço do diesel três vezes e elevou duas. Já a gasolina teve três quedas e uma alta.

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