Guia Log

anuncie aqui viu.gif (17726 bytes)

PDM

                                                    
                             
                 Notícias Importantes


 

Tempo para liberação de cargas pela Anvisa em portos e aeroportos aumenta em todo o país, segundo Monitoramento da ABRAIDI  (Vitrine 15/09)
O "Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs - Portos, Aeroportos e Fronteiras", realizado mensalmente pela Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde, revelou um significativo aumento nos prazos para a liberação de cargas de produtos importados pela Anvisa. Em setembro, os piores cenários registrados foram no aeroporto de Congonhas e no porto de Santos/SP, com 25 dias úteis de espera. Em Guarulhos, a espera para a liberação chegou a 20 dias úteis.
A ABRAIDI ainda constatou uma deterioração nos prazos em todo o país. Segundo o Monitoramento, até nos postos onde o tempo era exíguo, a liberação de cargas agora está muito mais demorada. O conselheiro da ABRAIDI, Gil Pinho, cita, como exemplos, os aeroportos de Viracopos/SP e Brasília/DF, onde os prazos eram de 6 e 5 dias úteis, em junho, e passaram para 15 e 10 dias úteis, respectivamente, em setembro.
Os gastos com armazenagem dos produtos representaram US$ 197 milhões – cerca de R$ 615 milhões – em 2016, segundo a Aliança Brasileira da Indústria da Inovação em Saúde (ABIIS).
"Estamos muito preocupados com o cenário piorando e essa situação sendo disseminada em todo o Brasil. Nos recentes encontros em que tivemos com técnicos da Anvisa, houve o comprometimento para sanar o problema. Uma das soluções era a ampliação da liberação remota entre todos os Estados, para os produtos que só precisam de análise de documentos. Na prática, o que estamos vendo é um aumento de prazos em todo o país, muito provavelmente causado pela mudança do fluxo do processo uma vez que cada turma de fiscalização tem entendimentos próprios sobre a aplicação das resoluções da Anvisa", completa Pinho.

 

Aeroporto Galeão - RJ

Porto do Rio de Janeiro - RJ

Aeroporto Guarulhos - SP

Aeroporto Congonhas - SP

Aeroporto Viracopos - SP

Porto de Santos - SP

Aeroporto de Curitiba - PR

Aeroporto de Maringá - PR

Porto de Paranguá - PR

junho

10

10

10

7

6

14

6

2

5

setembro

10

10

20

25

15

25

10

7

7

 

Porto Fronteira de Guaíra - PR

Aeroporto de Recife - PE

Porto de Recife - PE

Porto de Suape - PE

Aeroporto de Confins - BH

Aeroporto de Brasilia - DF

Aeroporto de Porto alegre - RS

Porto Itajai - SC

junho

2

5

5

5

5

5

5

6

setembro

7

8

8

8

10

10

5

10

O "Monitoramento ABRAIDI de Liberação Sanitária em PAFs - Portos, Aeroportos e Fronteiras" é feito desde 2014. O processo de fiscalização sanitária da importação de mercadorias é manual e necessita da checagem de inúmeras informações espalhadas em fontes diferentes. O importador tem que informar códigos, descrições e número de registro, que devem ser checados um a um nos bancos de dados da Anvisa. São aferidos os números e validades das Autorizações de Funcionamento (AFE); Alvará Sanitário (Vigilância Sanitária do município aonde o importador se localiza); os nomes e endereços dos exportadores; as condições de armazenagem da carga (zonas de temperatura); os certificados de esterilização, se for o caso; os dizeres de rótulo e embalagem na língua de origem. Em alguns casos, é realizada, inclusive, uma inspeção física, com contagem e verificação da conformidade da mercadoria com os documentos de embarque e transporte.



DHL aprimora serviço de cabotagem no Brasil com operação multimodal e tecnologia (Vitrine 15/09)
A DHL Global Forwarding, divisão do Grupo Deutsche Post DHL especializada em fretes aéreos, marítimos e rodoviários, está investindo para oferecer uma solução diferenciada – mais econômica, segura e sustentável – no serviço de cabotagem. Com mais de 8 mil km de costas navegáveis, o país tem grande potencial para a cabotagem, modal de transporte marítimo cujo volume de carga movimentada cresceu 36% de 2010 para 2016. Em linha com esse movimento, a DHL criou uma equipe dedicada e uma subsidiária exclusiva voltada ao transporte multimodal: a DHL Transportes. Com isso, é possível centralizar tudo o que o cliente necessita em um único parceiro, como rastreabilidade e atenção total à carga e um documento único (CT-e), além de combinar a cabotagem com outros modais de transporte.

Para a CEO da DHL Global Forwarding, Cindy Haring, “o atual cenário econômico e a busca por eficiência levaram muitos clientes a buscar novas soluções logísticas. A cabotagem, certamente, é um caminho, pois une redução de custos, maior segurança e menores impactos ambientais. O potencial deste modal é muito grande, tanto pelas dimensões continentais do país, como pela concentração elevada do modal rodoviário, que continua a ser uma etapa importante, mas que pode ser alavancada por estratégias multimodais e tecnologia”, afirma.
Hoje, a cabotagem chega a usar oito vezes menos combustível do que o modal rodoviário e emite 323% menos CO2. Além disso, 80% da população e 70% das indústrias estão a menos de 200 km da costa brasileira, o que reforça o fato de que o modal tem grande potencial para otimizar, cada vez mais, os embarques domésticos dos clientes.
O Diretor do Produto Marítimo da DHL Global Forwarding, Ricardo Carui, explica que para extrair maior valor deste modal, é necessário um parceiro especializado. “A cabotagem demanda um planejamento maior por parte do cliente por conta da programação de navios que precisa ser respeitada. Logo, contar com um parceiro experiente como a DHL e um processo multimodal é fundamental para manter a solidez e a eficiência da operação”.
A DHL Transportes atua como Operador de Transporte Multimodal (OTM), realizando o transporte multimodal de cargas em embarques nacionais por todo o país, conforme a Lei n.º 9.611. Por meio dela, o cliente trabalha com um único Conhecimento de Transporte (CT-e), lidando com apenas um fornecedor de ponta a ponta. Com isso, há apenas uma cotação/tarifa e pagamento para toda a operação. Observa-se também significativa redução de documentos, follow ups, alertas, auditorias tarifárias e processos de integração do CT-e, o que torna o transporte mais simples e eficiente.
Além de grandes cargas, a DHL ainda oferece a modalidade LCL, ou seja, para cargas fracionadas, o que abre o leque para a utilização da cabotagem. Atualmente, há quatro rotas disponíveis (Santos, Suape, Pecém/Fortaleza e Manaus) com frequência semanal. O escopo dos serviços inclui consolidação, estufagem de contêiner, entrega no porto de origem, cabotagem (porto/porto), coleta no porto de destino e desconsolidação, incluindo o monitoramento de todo o trajeto.
O serviço de cabotagem está disponível para todos os setores da indústria.
“Atendemos tanto clientes que já utilizam a cabotagem como aqueles que desejam fazer uma migração. Quando o cliente vê concretizadas as significativas reduções de custos, ele mesmo solicita a migração das demais rotas chegando, inclusive, a adaptar seu processo industrial, caso necessário”, complementa Ricardo Carui.

Governo inicia conversas para vender participações da Infraero nos aeroportos de Brasília e Galeão, diz fonte (Reuters 23/08)
O governo governo federal já iniciou conversas com dois grupos interessados na compra das participações da estatal Infraero nos aeroportos de Brasília e Galeão (RJ), segundo uma fonte próxima às negociações.
De acordo com a fonte, a chinesa HNA, que recentemente comprou a participação da Odebrecht Transport no Galeão, manifestou interesse em adquirir a fatia de 49 por cento da Infraero no consórcio que administra o terminal internacional carioca.
A Inframérica, controlada pela argentina Corporación América, também deseja comprar a parcela de 49 por cento da Infraero no aeroporto de Brasília. A empresa já é sócia da estatal no consórcio do terminal da capital federal.
“Há tratativas em curso com HNA no Galeão e Infraamérica, em Brasília”, disse a fonte em condição de anonimato. “A questão societária ajustada recentemente (em Galeão), mais o potencial do ativo. Isso aumenta a atratividade desses dois ativos inicialmente”, adicionou a fonte.
A estimativa é que a parcela da Infraero nos terminais em que a estatal tem 49 por cento de participação poderia valer cerca de 5 bilhões de reais, mas diante da urgência fiscal do governo para fazer frente aos déficits de 159 bilhões previstos para esse ano e 2018, a quantia será menor, disse a fonte.
“Daria para chegar a mais de 5 bilhões (de reais) essas fatias da Infraero, mas não agora. Fica difícil avaliar quanto valeria, mas bem menos. Tudo está sendo feito pela meta fiscal o que é ruim”, avaliou a fonte.
O governo também tem interesse em vender as participações da Infraero nos aeroportos de Confins (MG) e Guarulhos (SP), disse a fonte. O primeiro tem CCR e Zurich Airport como sócios privados e o segundo tem como sócios a Invepar e Airports Company South Africa (ACSA).
Procurada, a assessoria de imprensa da HNA não foi encontrada e o consórcio RIOgaleão e a Inframerica não se manifestaram de imediato. A Infraero remeteu o assunto ao Ministério dos Transportes que não pode se posicionar de imediato.
O governo federal deve anunciar nesta quarta-feira um novo lote de concessões e privatizações que fará parte das prioridades do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), incluindo a privatização da Eletrobras, anunciada no início da semana, e a concessão do aeroporto de Congonhas (SP), entre outros projetos

Volvo compartilhará tecnologia de motores com a controladora Geely (Reuters 04/08)
 A sueca Volvo Cars, uma unidade do Zhejiang Geely Holding Group, concordou em disponibilizar alguns motores para os veículos da marca Geely, disseram fontes, aprofundando os laços entre os fabricantes de automóveis que já compartilham tecnologia através da marca Lynk & Co.
Três pessoas próximas à Geely e à Volvo disseram que o primeiro modelo Geely com motor Volvo deve chegar ao mercado já no final do ano que vem, como um carro modelo 2019.
O carro será equipado com um novo motor turbo a gasolina de 1,5 litro que a Volvo vem desenvolvendo para carros menores, disseram as fontes.
Espera-se que a Volvo compartilhe um motor turbo de 2 litros em uma data posterior e que também permita que os carros da Geely usem uma plataforma de veículo comum, que as duas montadoras desenvolveram em conjunto para a Volvo e a Lynk & Co.
"Os termos da joint venture recentemente anunciada entre a Volvo e o Geely Group significam que as tecnologias existentes e futuras podem ser compartilhadas pela Volvo, Geely e Lynk & Co, sob contratos de licença", disse um porta-voz da Volvo.
Como parte do aprofundamento do acordo de compartilhamento de tecnologias, a Geely divulgou nesta sexta-feira que completou a formação de uma joint venture com a Volvo, chamada GV Automobile Technology, para "cooperar em tecnologias automotivas, compras e desenvolvimento futuro" da Lynk & Co, disse a Geely em um comunicado à imprensa.
Os analistas questionaram a capacidade da Geely de absorver o melhor da Volvo quando adquiriu a montadora da Ford Motor Co quase sete anos atrás. No entanto, a Geely vem trabalhando progressivamente para melhorar sua tecnologia com o know-how da Volvo.

Anac notifica Triunfo sobre não pagamento de 5ª parcela da outorga do Aeroporto de Viracopos (Reuters 24/07)

A Triunfo Participações e Investimentos foi notificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) do não pagamento da quinta parcela da contribuição fixa prevista na concessão do Aeroporto de Viracopos, no valor 169,2 milhões de reais, informou a empresa em fato relevante nesta segunda-feira.
A empresa ainda comunicou abertura de sinistro em face da inadimplência no pagamento da outorga relativa a 2016, no valor de 127,4 milhões de reais, a serem pagos com incidência de juros e multa moratória em 173,8 milhões de reais até junho de 2017.
Desde dezembro de 2016, a concessionária mantém depositado na conta outorga 188 milhões de reais para pagamento, mas a transferência dos recursos para o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) depende da liberação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), credor de Viracopos, conforme o fato relevante.
"As negociações referentes ao pagamento da outorga com a Anac, assim como as negociações para liberação dos recursos com o BNDES, estão em curso", informou a Triunfo.
A empresa de infraestrutura ajuizou em São Paulo pedido de homologação da recuperação extrajudicial, segundo fato relevante no sábado, após negociar com cerca de 20 bancos os termos de reestruturação de dívidas no valor de 2,1 bilhões de reais.

Prumo Logística firma parceria com subsidiária do Porto da Antuérpia para Porto de Açu (Reuters 24/07)
A Prumo Logística firmou acordos com uma subsidiária do Porto da Antuérpia para prestação de serviços de consultoria e investimento voltados ao complexo industrial do Porto de Açu, segundo fato relevante divulgado nesta segunda-feira.
Como parte da parceria, a Prumo pagará ao Porto de Antwerp International NV (PAI) um total de 7,8 milhões de dólares em troca de serviços de consultoria ao Porto de Açu por um prazo de 10 anos. Esse montante poderá ser elevado a 16,4 milhões de dólares, se implementado um investimento opcional pela PAI.
O contrato de investimento prevê que a PAI deverá subscrever novas ações emitidas pelo Porto de Açu no valor de 10 milhões de dólares, o equivalente a 1,176 por cento do capital social.
A subsidiária do Porto da Antuérpia ainda terá a opção de subscrever dentro de 18 meses mais 10 milhões de dólares em ações adicionais. Com o investimento, a PAI poderá nomear um membro do conselho de administração do Porto de Açu e passará a ter direito de veto sobre certos assuntos.

Prumo Logística assina acordo com GranEnergia Navegação para soluções integradas em óleo e gás (Reuters 20/07)
A Prumo Logística assinou contrato definitivo com a GranEnergia Navegação para constituir um veículo de parceria denominado Dome, por meio do qual oferecerá soluções integradas de serviços para indústria de óleo e gás, segundo fato relevante nesta quinta-feira.
"A Dome irá contribuir para o aumento da eficiência, otimização de custos e integridade das instalações, visando a sustentabilidade dos projetos e operações da indústria de óleo e gás", informou a Prumo no comunicado.
A Dome deverá ocupar 47 mil metros quadrados no Terminal 2 do Porto de Açu.

Grupo italiano Gavio quer ampliar controle sobre Ecorodovias (Reuters 19/07)
O grupo italiano Gavio está trabalhando em uma proposta amigável direcionada à família Almeida para ampliar o controle da concessionária de estradas Ecorodovias, afirmou o acionista Beniamino Gavio, nesta quarta-feira.
Os Gavio e a família Almeida fizeram acordo em 2015 para controlarem conjuntamente a Ecorodovias. Os Almeida entraram com a participação de 64 por cento que possuem na operadora de rodovias.
A participação indireta da Gavio na época era de 41 por cento e, desde então, subiu para cerca de 47 por cento.
Gavio afirmou que a empresa já contratou um banco brasileiro para fazer oferta aos Almeida com o objetivo de consolidar a Ecorodovias nos números do grupo italiano e melhorar a governança.
"Queremos um acordo amigável para evitar confusão e que seja no melhor interesse de todos os acionistas e da companhia", disse Gavio.
A Gavio controla as operadoras de rodovias italianas SIAS e ASTM.

Embraer entregou 35 jatos comerciais e 24 executivos no 2º trimestre (Reuters 11/07)

A Embraer entregou no segundo trimestre deste ano 35 jatos comerciais e 24 jatos executivos, informou a fabricante de aeronaves em comunicado nesta terça-feira.
Segundo a empresa, a carteira de pedidos firmes a entregar somava 18,5 bilhões de dólares ao fim de junho.
Só no segmento comercial, as entregas de jatos subiram 35 por cento no segundo trimestre ante igual período de 2016. Em aviação executiva, a Embraer entregou 16 jatos leves e 8 jatos grandes.

EIG concorda em elevar preço por ação da Prumo Logística em OPA a R$11,50 (Reuters 10/07)
A norte-americana EIG decidiu elevar para 11,50 reais por ação o valor da oferta pública para tirar sua controlada Prumo PRML3.SA do Novo Mercado da BM&FBovespa, de acordo com fato relevante da empresa de logística na noite desta segunda-feira.
A assembleia geral de acionistas para deliberar sobre o segundo laudo de avaliação será realizada em 11 de julho.
Em março, a EIG já havia aceitado elevar o preço da ação da Prumo, operadora do Porto do Açu, no Rio de Janeiro, para 10,53 reais, ante de 10,51 reais anteriormente.

Anac reajusta tarifas de concessão dos aeroportos de Galeão e Confins (Reuters 11/05)
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reajustou tarifas aeroportuárias do contrato de concessão dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais, segundo publicou nesta quinta-feira o Diário Oficial da União.
As tarifas do Galeão foram reajustas de 4,08 a 5,75 por cento, enquanto as de Confins, foram aumentadas de 4,08 a 4,70 por cento.
As tarifas de embarque, por exemplo, no Galeão, passaram a 29,41 reais para voos domésticos e a 52,09 reais no caso dos voos internacionais. Em Confins, os valores passaram a 29,13 e 51,58 reais, respectivamente.


EcoRodovias espera tráfego de veículos estável por suas concessões no curto prazo (Reuters 09/05)
 A EcoRodovias espera que o tráfego de veículos por suas concessões rodoviárias nos próximos meses se mantenha estável em relação ao comportamento visto no primeiro trimestre, afirmou nesta terça-feira o presidente da companhia, Marcelino Seras.
Segundo o executivo, o tráfego depende do comportamento da economia e para o curto prazo a companhia não espera mudanças significativas no volume de tráfego registrado nos três primeiros meses deste ano. No período, o volume de veículos pagantes que passaram pelos pedágios da empresa subiu 0,6 por cento sobre o primeiro trimestre de 2016.
As ações da empresa exibiam alta de 5,3 por cento às 12:20, entre as principais destaques positivos do Ibovespa, que avançava no mesmo horário 1,3 por cento.
Executivos da companhia comentaram ainda em teleconferência com analistas do setor que a EcoRodovias segue concentrada no Brasil e que a empresa vê boas oportunidades nos próximos leilões de ativos de infraestrutura no país. Porém, Seras comentou que a empresa manterá a disciplina financeira.
Em meados de março, a empresa disputou a concessão do conjunto de rodovias Centro-Oeste Paulista, mas perdeu o ativo para um fundo do Pátria. A empresa ofereceu ágio de cerca de 54 por cento enquanto o Pátria Infraestrutura III fez lance com prêmio de cerca de 131 por cento.
Já no final do mês passado, a EcoRodovias perdeu o leilão de concessão da chamada Rodovias dos Calçados, também no Estado de São Paulo, para a Arteris, que ofereceu ágio de 438 por cento, enquanto a empresa fez lance com prêmio de 222 por cento.

Airbus foca em atualizações para combater Boeing no mercado da família A320neo (Reuters 09/05)
 A Airbus está examinando uma série de melhorias na família de aviões A320neo para defender sua principal fonte de receita dos planos da rival Boeing de competir em um segmento do mercado de jatos entre grande e pequeno porte.
Semanas depois de entregar seu primeiro A321neo com novos motores, a fabricante europeia de aviões começou a conversar com fornecedores sobre versões melhoradas chamadas de A321neo-plus e, mais recentemente, A321neo-plus-plus, disseram fontes com conhecimento do assunto.
A nomenclatura lança deliberadamente uma luz sobre que mudanças são planejadas, mas sinaliza a preferência da Airbus por atualizações dos designs atuais das aeronaves do que investir em um custoso novo projeto.
Depois de uma série de importantes desenvolvimentos, os fabricantes de aviões estão se concentrando principalmente em mudanças graduais e na conservação de caixa, o que tem ajudado a impulsionar suas ações. Mas a Boeing está ameaçando agitar o setor com um avião totalmente novo no segmento médio do mercado.
O chamado A321neo-plus-plus será lançado se a Boeing seguir adiante com os planos de desenvolver um avião totalmente novo com capacidade para 220 a 260 passageiros. A aeronave da Airbus terá uma nova asa de compósito de carbono o que tornaria o maior avião de corredor único da companhia mais barato de ser operado.
O A321neo, com capacidade para 189 passageiros, tem superado as vendas de modelos da Boeing por uma razão de quatro para um, o que tem afetado as vendas da família de aviões 737 da Boeing e substituindo o modelo fora de produção 757 da fabricante norte-americana.
A Boeing espera que seu novo avião não apenas vai recapturar terreno perdido pelo 757, como também ocupar um espaço formado por jatos de corredor único e capacidade para até 200 passageiros e por aeronaves de dois corredores com capacidade a partir de 250 assentos.
O novo projeto da Boeing oferece o espaço de uma aeronave de corredor duplo na cabine, que fica sobre uma área compacta de carga que se assemelha a de um jato de um só corredor para reduzir o arrasto e custos de operação.
Fontes na indústria esperam que a empresa comece a oferecer o avião para companhias aéreas no próximo ano e que um lançamento poderia ocorrer em 2019, para entrada em serviço entre 2024 ou 2025.

Produção industrial no Brasil cai 1,8% em março, diz IBGE (Reuters 03/05)
A produção industrial brasileira registrou queda de 1,8 por cento em março na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção subiu 1,1 por cento. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de queda de 1,0 por cento na variação mensal e de alta de 2,1 por cento na base anual.Produção industrial no Brasil cai 1,8% em março, diz IBGE (Reuters 03/05)
A produção industrial brasileira registrou queda de 1,8 por cento em março na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a produção subiu 1,1 por cento. As expectativas em pesquisa da Reuters com economistas eram de queda de 1,0 por cento na variação mensal e de alta de 2,1 por cento na base anual.



Esta página é parte integrante do www.guiadelogistica.com.br ou www.guialog.com.br .